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<title>Departamento de Microbiologia, Imunologia e Parasitologia</title>
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<dc:date>2026-10-05T15:30:08Z</dc:date>
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<title>Potencial de bactérias endofíticas no controle biológico de Rhizoctonia solani em cultura de interesse agrícola</title>
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<description>Potencial de bactérias endofíticas no controle biológico de Rhizoctonia solani em cultura de interesse agrícola
Conceição, Luiza Braulina
As bactérias endofíticas estão presentes nos tecidos internos das plantas em pelo menos algum momento do ciclo de vida das mesmas.  Por habitarem o interior do tecido vegetal apresentam grande potencial de emprego na nutrição de plantas e redução do uso de defensivos químicos, apresentando-se como uma alternativa sustentável para a agricultura. Nas últimas décadas tem sido crescente o interesse na identificação, caracterização e realização de ensaios para a seleção de potenciais microrganismos que atuam no controle biológico de pragas e doenças de culturas de importância econômica. Deste modo, o objetivo do presente projeto foi caracterizar bactérias endofíticas pertencentes ao banco de estirpes de microrganismos  do Laboratório de Microrganismos e Processos Biotecnológicos da Universidade Federal de Santa Catarina (LAMPB-UFSC) quanto ao potencial uso no controle biológico do fitopatógeno Rhizoctonia solani em condições in vitro. Inicialmente foi realizado um screening para determinar o potencial de antagonismo de dez isolados de bactérias endofíticas na inibição do crescimento de R. solani em meio de cultura Agar Batata Dextrose (BDA),  método de cultivo Dual. Os isolados bacterianos mais promissores foram selecionados para realização dos ensaios de enfrentamento do fitopatógeno via inoculação de sementes de soja utilizando diferentes dosagens  (0,5, 1,0 e 2 mL kg semente-1). O isolado mais promissor foi submetido à identificação molecular, por meio do sequenciamento do gene 16S rRNA e caracterizado quanto a produção de substâncias promotoras do crescimento vegetal in vitro (produção da enzima ACC deaminase, quantificação de ácido indol acético-AIA, produção das enzimas celulase e quitinase). Nos ensaios iniciais o isolado UFSC-BS destacou-se quanto a redução do crescimento do patógeno, apresentando porcentagem de inibição superior a 50%, enquanto as estirpes de Pseudomonas sp. (UFSC-A605) e de Bacillus sp. (UFSC-1S3 e UFSC-4P3) apresentaram eficiência intermediária no controle (32 a 36%). Dentre estes isolados, o UFSC-BS também se destacou nos testes de antagonismo via inoculação de sementes, pois apresentou porcentagem de inibição do patógeno R. solani superior a 50% nas três doses avaliadas (0,5; 1,0; 2,0 mL kg sementes-1). O isolado UFSC-BS foi identificado como Bacillus velezensis e apresentou resultado positivo para produção de celulase e negativo para quitinase e ACC deaminase, enquanto a produção de AIA foi de 3,43 µg mL-1. Conclui-se que o isolado UFSC-BS (B. velezensis) apresenta potencial de controle do fitopatógeno R. solani em condições in vitro e recomenda-se realização de estudos posteriores para determinação da capacidade de controle de outros fitopatógenos, inclusive em condições não controladas.
IC (graduação)-Universidade Federal de Santa Catarina
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<dc:date>2023-09-19T00:00:00Z</dc:date>
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<title>Caracterização do domínio proteico de endereçamento à zona de adesão flagelar de Trypanosoma cruzi</title>
<link>https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/250938</link>
<description>Caracterização do domínio proteico de endereçamento à zona de adesão flagelar de Trypanosoma cruzi
DAgostini, Luiza Schmidt
O gênero Trypanosoma, ao qual pertencem os parasitos Trypanosoma brucei e Trypanosoma cruzi, compreende parasitos unicelulares que possuem um único flagelo. Este flagelo emerge da bolsa flagelar e é lateralmente aderido ao corpo celular do parasito através da Zona de Adesão Flagelar (FAZ). A adesão flagelar é mantida pelas proteínas transmembrana FLAs e FLABPs, que interagem por meio de suas porções extracelulares, e é essencial para a motilidade, divisão celular e infectividade do parasito. Apesar da localização de FLABP ser fundamental para o seu funcionamento, não se sabe como esta proteína é direcionada e ancorada na FAZ. Recentemente, observou-se uma sequência conservada entre tripanosomatídeos de 12 resíduos de aminoácidos localizada na porção intracelular de FLABP. A hipótese deste trabalho é que essa sequência, chamada provisoriamente de Flagellar Addressing Protein Domain (FD), é importante para a localização de FLABP na FAZ. Desta forma, teve-se como objetivo avaliar se a expressão da região FD, fusionada à proteína fluorescente GFP, seria suficiente para direcionar a GFP à FAZ de T. cruzi. Para tal, a partir de reações em cadeia de polimerase e clonagem, o plasmídeo pTREX-eGFP foi alterado para permitir a expressão de construções da região FD fusionadas à molécula GFP na região N-terminal. O peptídeo-sinal do gene de flabp e as diferentes construções da região FD foram clonados no vetor pGEM-T easy e serão futuramente subclonados na versão modificada do  pTREX-eGFP, gerando os plasmídeos necessários para transfectar T. cruzi e avaliar se região FD influencia na localização de GFP.
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<dc:date>2023-09-10T00:00:00Z</dc:date>
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<title>Diagnóstico imunológico e molecular da Leishmaniose Visceral em cães domésticos procedentes do município de Florianópolis, SC.</title>
<link>https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/250830</link>
<description>Diagnóstico imunológico e molecular da Leishmaniose Visceral em cães domésticos procedentes do município de Florianópolis, SC.
Souza, Lucy Catherine Barros de
As leishmanioses continuam sendo um desafio de saúde pública nas Américas. O trabalho discute os métodos diagnósticos para leishmaniose visceral canina (LVC) no município de Florianópolis, e sua ação como medida eficaz de saúde pública. Foram analisadas amostras de soro, baço e pele de 36 cães com sorologia positiva para LVC pelo CCZ, e eutanasiados pelo DIBEA como medida de saúde pública. Foi feita análise diagnóstica dupla, por método sorológico e molecular. Um dos cães, inicialmente diagnosticado como negativo no teste sorológico, apresentou resultado positivo no teste PCR, e vice-versa. Essa análise destacou a importância de um diagnóstico integrado que ofereça uma avaliação abrangente e eficiente, utilizando ambos os métodos, visando alcançar maior precisão diagnóstica.
Iniciação científica
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<dc:date>2023-09-10T00:00:00Z</dc:date>
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<title>Avaliação da resistência ao congelamento de bactérias e leveduras isoladas da antártica</title>
<link>https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/250784</link>
<description>Avaliação da resistência ao congelamento de bactérias e leveduras isoladas da antártica
Veiga, Vanessa Prass da
Na Antártica, a variação de temperatura e períodos extensos de congelamento levam a existência de microrganismos com mecanismos próprios para a sobrevivência. O objetivo deste estudo foi selecionar e identificar isolados da Antártida quanto a sua capacidade de resistência a temperaturas abaixo de 0 °C e caracterizá-las quanto à potencial presença de mecanismos adaptativos anticongelantes. Para tal, os isolados de bactérias e leveduras de três ecossistemas antárticos diferentes foram submetidos a ciclos de congelamento e descongelamento para avaliação da sua taxa de sobrevivência, a qual foi comparada com o controle negativo (E. coli). Os isolados que apresentaram taxa de sobrevivência acima de 50% foram selecionados e identificados pelo sequenciamento do gene RNAr 16S e da região ITS. Das amostras coletadas foram obtidos 22 isolados resistentes aos ciclos de congelamento, sendo 2 leveduras e 20 bactérias. Os isolados foram identificados como pertencentes aos gêneros Arthrobacter, Pedobacter, Cryobacterium, Psychrobacter, Planococcus, Psedomonas e Rhodotorula. Com este estudo foi possível evidenciar uma ampla variedade de microrganismos antárticos capazes de tolerar o congelamento. Tais microrganismos devem ser estudados para uma análise mais aprofundada do seu potencial anticongelante, visando futuras aplicações biotecnológicas.
Seminário de Iniciação Científica e Tecnológica.&#13;
Universidade Federal de Santa Catarina.&#13;
Centro de Ciências Biológicas.&#13;
Departamento de Microbiologia, Imunologia e Parasitologia (MIP).
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<dc:date>2023-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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