<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rdf:RDF xmlns="http://purl.org/rss/1.0/" xmlns:rdf="http://www.w3.org/1999/02/22-rdf-syntax-ns#" xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">
<channel rdf:about="https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/249418">
<title>Departamento de Fitotecnia</title>
<link>https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/249418</link>
<description/>
<items>
<rdf:Seq>
<rdf:li rdf:resource="https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/251215"/>
<rdf:li rdf:resource="https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/250885"/>
<rdf:li rdf:resource="https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/250796"/>
<rdf:li rdf:resource="https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/250771"/>
</rdf:Seq>
</items>
<dc:date>2026-09-05T23:04:22Z</dc:date>
</channel>
<item rdf:about="https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/251215">
<title>Análises da composição química de extrato biofertilizante da macroalga Kappaphycus alvarezii cultivada em Santa Catarina - Teor de Carragenana</title>
<link>https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/251215</link>
<description>Análises da composição química de extrato biofertilizante da macroalga Kappaphycus alvarezii cultivada em Santa Catarina - Teor de Carragenana
Benevides, Beatriz Volpe
O cultivo comercial de Kappaphycus alvarezii foi autorizado em 2020 em Santa&#13;
Catarina, visando a industria de carragenana. Assim, objetivou-se estudar as variáveis&#13;
ambientais, como local de cultivo (Palhoça e Florianópolis) e estações do ano, assim como o&#13;
tipo de biomassa (alga e resíduo sólido) utilizada para a extração daquele carboidrato. Os&#13;
resultados revelaram que a biomassa algal demonstrou uma eficiência significativamente&#13;
superior na extração de carragenana em comparação com o resíduo sólido, com teores&#13;
variando de 65,7 ± 5,6% a 17,0 ± 5,5% para a biomassa algal e de 30,1 ± 5,1% a 11,3 ± 1,3%&#13;
para o resíduo sólido. Além disso, observou-se que fatores sazonais e a localização do cultivo&#13;
desempenham um papel crucial nos teores de carragenana, com variações significativas entre&#13;
eles. Esses achados têm implicações importantes para o setor de biotecnologia de&#13;
carragenana, fornecendo um embasamento para o desenvolvimento de estratégias de produção&#13;
mais eficientes e sustentáveis daquele polisscarídeo em SC, visando o aproveitamento&#13;
máximo desse recurso.
Iniciação científica
</description>
<dc:date>2023-09-24T00:00:00Z</dc:date>
</item>
<item rdf:about="https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/250885">
<title>Caracteres agronômicos e nutricionais de linhaça cultivada em diferente épocas de semeadura</title>
<link>https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/250885</link>
<description>Caracteres agronômicos e nutricionais de linhaça cultivada em diferente épocas de semeadura
Sousa, Paulo Romero Oliveira
Compreender a resposta de cultivares de linho (Linum usitatissimum, L.) em diferentes épocas de semeadura é importante para nortear estratégias de recomendação de cultivo, principalmente em regiões com potencial ainda pouco explorado. Este estudo, conduzido na região de Florianópolis, SC, avaliou cultivares (Marrom e Dourado) de linhaça em duas épocas de semeadura (E1 e E2) em blocos completos casualizados. Foram avaliados seis caracteres agronômicos: altura da planta (AP), comprimento produtivo (CP), número de ramos (NR), número de cápsulas (NC), número de grãos (NG), área de cápsulas (AREAC) e o rendimento de grãos por planta (RGHA). Características de qualidade, como fenólicos totais (FT), flavonoides (FL), capacidade antioxidante (DPPH) e lipídios (Li), também foram quantificadas. A época de semeadura teve um impacto significativo nos caracteres agronômicos, com resultados superiores na E1. Os fenólicos totais, flavonoides e capacidade antioxidante foram mais elevados na E1, especialmente na cultivar marrom. O perfil lipídico da linhaça foi dominado pelos ácidos graxos Heptadecanoico (C17:0), Linolelaidico (C18:2n6t), Linoleico (C18:3n6), Ácido 9-eicosatrienoico (C20:11n9) e Ácido dihomo-gama-linolênico (C20:3n6), representando cerca de 99% dos lipídios totais. A cultivar marrom mostrou um potencial antioxidante superior à dourada na E1. Os flavonoides variaram com a época de semeadura, com a cultivar marrom apresentando maiores valores na E1 e a dourada na E2. O perfil de ácidos graxos também foi influenciado pela época de semeadura. Em resumo, as condições edafoclimáticas litorâneas favorecem o cultivo da linhaça, com potencial para aumentar a produção e melhorar a qualidade nutricional, desde que a época de semeadura seja considerada.
Seminário de iniciação científica e tecnologia.                  Universidade Federal de Santa Catarina.     Centro de Ciências Agrarias.            Departamento de fitotecnia.
</description>
<dc:date>2023-09-10T00:00:00Z</dc:date>
</item>
<item rdf:about="https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/250796">
<title>ESTRUTURA DEMOGRÁFICA E DINÂMICA POPULACIONAL DA BROMÉLIA ENDÊMICA DYCKIA IBIRAMENSIS REITZ, UMA REÓFITA AMEAÇADA DE EXTINÇÃO NA ÁREA DE INFLUÊNCIA DA HIDRELÉTRICA PCH IBIRAMA</title>
<link>https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/250796</link>
<description>ESTRUTURA DEMOGRÁFICA E DINÂMICA POPULACIONAL DA BROMÉLIA ENDÊMICA DYCKIA IBIRAMENSIS REITZ, UMA REÓFITA AMEAÇADA DE EXTINÇÃO NA ÁREA DE INFLUÊNCIA DA HIDRELÉTRICA PCH IBIRAMA
Capistrano, Luana Paim
A demanda por energia está aumentando no Brasil e no mundo, levando ao crescimento das pequenas centrais hidrelétricas (PCH) como uma solução. No entanto, a construção desses empreendimentos requer estudos prévios de seus impactos socioambientais, especialmente na flora dos rios. Em Ibirama, Santa Catarina, uma PCH foi construída na área de ocorrência da espécie Dyckia ibiramensis, uma bromélia endêmica e ameaçada de extinção. Estudos de demografia e dinâmica populacional desde 2008 monitoram essa espécie que ocorre em 1,1 km das margens do Rio Itajaí do Norte. Portanto, o objetivo deste trabalho foi de  acompanhar a demografia dessa população sob a influência da PCH Ibirama. A metodologia utilizada foi o censo total dos indivíduos em cinco subpopulações. Eles foram classificados com base em seu diâmetro em três classes: classe 1 (menor que 15 cm, incluindo plântulas), classe 2 (entre 15 e 30 cm) e classe 3 (maior que 30 cm). O diâmetro foi medido com uma trena, e indivíduos com vestígios de estruturas reprodutivas ou florais foram contados. Locais com indivíduos ou touceiras foram marcados com um GPS para futuras observações. O censo foi realizado em abril de 2023. No censo, foi registrado um total de 5.685 indivíduos. As subpopulações 1 e 5 se destacaram com os maiores números de rosetas, com 2.204 e 2.461 indivíduos, respectivamente. Por outro lado, a subpopulação 2 mostrou o menor número de rosetas, com apenas 34 indivíduos, principalmente da classe 3 (maiores ou iguais a 20 cm). Todas as subpopulações tinham rosetas reprodutivas, sendo a subpopulação 5 com maior número, um total de 239 rosetas reprodutivas. Em relação às classes diamétricas, as subpopulações 5 e 1 tinham a maioria das rosetas na classe 3, com predominância de indivíduos maiores e maduros. Esse padrão de classes maiores e maior maturidade também era observado nas subpopulações 2 e 4. Por outro lado, na subpopulação 3, predominavam os indivíduos mais jovens, principalmente na classe 1, com diâmetro de até 10 cm. O censo demográfico de 2023 revelou um aumento expressivo na população da espécie Dyckia ibiramensis Reitz, indicando sua capacidade regenerativa, embora a recuperação após a construção da barragem PCH seja lenta. A reprodução clonal é a principal forma de reprodução, evidenciada pelo baixo número de indivíduos jovens. Entretanto, as subpopulações por apresentarem em sua maioria indivíduos maduros sugerem a possibilidade de aumento de indivíduos reprodutivos e, consequentemente, maior reprodução sexuada ou ainda um envelhecimento das subpopulações. Portanto, é essencial monitorar a demografia, dinâmica populacional, fenologia e diversidade genética a longo prazo.
</description>
<dc:date>2023-09-10T00:00:00Z</dc:date>
</item>
<item rdf:about="https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/250771">
<title>Magnitude das associações entre componentes bioquímicos e suscetibilidade de bagas de uvas à podridão da uva madura</title>
<link>https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/250771</link>
<description>Magnitude das associações entre componentes bioquímicos e suscetibilidade de bagas de uvas à podridão da uva madura
Orlandi, Francesco Bianchini
A podridão da uva madura, causada por várias espécies do gênero Colletotrichum, é considerada pelos produtores como uma das principais doenças da videira, afeta diretamente a qualidade da uva e do vinho e é causadora de grandes perdas. Tendo em vista que a doença não possui controle eficiente, são realizadas diversas aplicações de fungicidas e, quando errôneas, possibilitam o desenvolvimento de patógenos cada vez mais resistentes. Além de aumentar os custos de produção, a utilização desses produtos químicos ameaça a saúde humana e o meio ambiente, havendo recentemente restrições crescentes aos sistemas produtivos com utilização intensiva desses insumos. Assim, é necessário o desenvolvimento de pesquisas visando entender mais sobre a doença e desenvolver critérios de seleção de variedades para uso em programas de melhoramento genético, a fim de obter variedades que combinem resistência a doenças e qualidade enológica. O objetivo geral deste projeto é avaliar a patogenicidade e agressividade de um isolado de Colletotrichum acutatum em bagas de distintos genótipos de videira em contenção e as possíveis associações dos polifenóis totais com a doença. Foram testadas duas formas de inoculação (com e sem ferimento) e a presença ou não do suco de uva durante a inoculação, sendo a água esterilizada como controle, totalizando oito tratamentos, com dez bagas por tratamento. Os bioensaios realizados nos laboratórios da UFSC Florianópolis e da EPAGRI Videira, permitiram identificar o grau de severidade da doença em distintos genótipos, determinar os polifenóis totais e a relação desses. De acordo com os resultados obtidos, em média, as variedades Helios e Sauvignon Blanc apresentaram os maiores valores de AACPD e, portanto, maior suscetibilidade ao patógeno, entretanto, as variedades Felicia, Merlot, Prior, Regent e Vitis shuttleworthii (PI4407) apresentaram os menores valores e, portanto, menor suscetibilidade ao patógeno; observou-se uma interação significativa entre o método de inoculação e as variedades; as maiores concentrações de polifenóis totais foram encontradas nas variedades Prior e Regent, por outro lado, as menores foram encontradas nas variedades Helios e V. shuttleworthii (PI4407); não foi possível afirmar a existência de uma correlação entre a AACPD e a concentração média de polifenóis totais.
</description>
<dc:date>2023-09-10T00:00:00Z</dc:date>
</item>
</rdf:RDF>
