<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rdf:RDF xmlns="http://purl.org/rss/1.0/" xmlns:rdf="http://www.w3.org/1999/02/22-rdf-syntax-ns#" xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">
<channel rdf:about="https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/209546">
<title>Departamento de Clínica Médica</title>
<link>https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/209546</link>
<description/>
<items>
<rdf:Seq>
<rdf:li rdf:resource="https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/212481"/>
<rdf:li rdf:resource="https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/210182"/>
</rdf:Seq>
</items>
<dc:date>2026-09-05T16:50:29Z</dc:date>
</channel>
<item rdf:about="https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/212481">
<title>FASE III - Estudo multicêntrico de avaliação do impacto das ações assistenciais em hospitais do sistema único de saúde sobre a morbidade mortalidade por trauma crânio-encefálico grave</title>
<link>https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/212481</link>
<description>FASE III - Estudo multicêntrico de avaliação do impacto das ações assistenciais em hospitais do sistema único de saúde sobre a morbidade mortalidade por trauma crânio-encefálico grave
Marquez, Júlia Dalfovo
O traumatismo cranioencefálico (TCE) é um problema mundial de saúde pública em&#13;
decorrência de suas sequelas, que levam a um prejuízo funcional de longo prazo e&#13;
diminuição da qualidade de vida. Estudos sugerem que o lobo frontal possui um papel&#13;
importante na manifestação de alterações de personalidade após TCE. O Modelo de&#13;
Integração Neurovisceral (MIN) propõe uma conexão entre o sistema nervoso central e&#13;
autônomo através do compartilhamento de circuitos neurais inibitórios recíprocos. Neste&#13;
modelo, o córtex pré-frontal é responsável pela inibição da amígdala através de projeções&#13;
GABAérgicas, gerando respostas autonômicas mensuráveis pela Variabilidade da&#13;
Frequência Cardíaca (VFC). O objetivo deste estudo é investigar se a variabilidade da&#13;
frequência cardíaca após o TCE possui valor preditivo para avaliar a recuperação de&#13;
pacientes vítimas de TCE grave da rede SUS. Foram incluídos no estudo 20 pacientes&#13;
consecutivos sobreviventes de TCE grave (Escala de Coma de Glasgow na admissão ≤8)&#13;
atendidos no HGCR em Florianópolis. Os pacientes foram submetidos a uma avaliação&#13;
clínica, psiquiátrica, registro de EEG, VFC no HU-UFSC. A avaliação psiquiátrica inclui:&#13;
Entrevista Clínica Estruturada para os Transtornos do Eixo I do DSM-IV; Bateria Fatorial de&#13;
Personalidade; Inventário de Ansiedade e Depressão de Beck; e Inventário Hospitalar de&#13;
Ansiedade e Depressão. Os dados da VFC e dos instrumentos psicométricos foram&#13;
contrastados com os de 20 controles hígidos pareados para sexo, idade e nível sociocultural&#13;
(grupo Controle). Todas as variáveis bioquímicas, clínicas e demográficas passaram por&#13;
teste de distribuição normal por meio do teste Kolmogorov-Smirnov (p &amp;gt; 0,05). A&#13;
comparação entre os índices da VFC entre o grupo TCE e grupo Controle foi feita por meio&#13;
do teste t de student. Foi realizada a análise de correlação de Pearson para verificar se&#13;
existe a associação entre os escores das facetas da escala de personalidade e escores das&#13;
escalas de sintomas de ansiedade e depressão. Todos os procedimentos estatísticos foram&#13;
realizados no pacote estatístico Stata 14.0 (Version 14; StataCorp LLC, Texas, USA).&#13;
Conclui-se que os pacientes do grupo TCE apresentam redução significativa nos índices da&#13;
HRV (SDNN, rMSSD, LF e HF) em comparação a indivíduos saudáveis. Não foram&#13;
observadas associações significativas entre os índices da VFC do grupo TCE com os&#13;
escores da escala de personalidade, ansiedade ou depressão. Pesquisas futuras podem&#13;
investigar a influência de características clínicas e sociodemográficas nos índices da VFC&#13;
para entender as causas determinantes desse prejuízo na regulação do tônus autonômico&#13;
cardíaco, assim como outras comorbidades podem ser exploradas para compreender os&#13;
impactos desta alteração.
Seminário de Iniciação Científica e Tecnológica da UFSC - Universidade Federal de Santa Catarina. Centro de Ciências da Saúde. Departamento de Clínica Médica.
</description>
<dc:date>2020-08-27T00:00:00Z</dc:date>
</item>
<item rdf:about="https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/210182">
<title>Levantamento Epidemiológico dos Pacientes com Epilepsia Atendidos no Hospital Universitário da Universidade Federal de Santa Catarina: adaptação transcultural do instrumento ‘faux pas task’ para avaliação de distúrbios da cognição social</title>
<link>https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/210182</link>
<description>Levantamento Epidemiológico dos Pacientes com Epilepsia Atendidos no Hospital Universitário da Universidade Federal de Santa Catarina: adaptação transcultural do instrumento ‘faux pas task’ para avaliação de distúrbios da cognição social
Knochenhauer, André Enoch
A cognição social se designa como o processamento de informação social. Ela inclui habilidades como a detecção de emoções dos outros e a capacidade de responder adequadamente à estas. Déficits na cognição social podem se apresentar clinicamente como um prejuízo na Teoria da Mente (do inglês ‘Theory of Mind’ – ToM). A ToM se refere a nossa habilidade de compreender o estado mental alheio e perceber que este estado mental pode diferir do nosso próprio. O bom desenvolvimento da ToM é imprescindível para que relacionamentos interpessoais sejam estabelecidos e mantidos, os quais são essenciais ao convívio em sociedade. Diversas patologias neuropsiquiátricas podem deturpar a cognição social, incluindo a ToM. O Faux Pas Recognition Test (FPRT) é uma das principais ferramentas utilizadas para avaliação da ToM. O presente trabalho trata-se de um estudo observacional multicêntrico, cujo objetivo foi traduzir e adaptar de forma transcultural o instrumento FPRT ao português do Brasil permitindo a comparação dos resultados com os de outras nações, como Portugal, Suécia, China, Espanha e Itália. Ademais, é também objetivo deste estudo realizar a análise entre os escores obtidos no FPRT e sua correlação com características socioeconômicas e sociodemográficas da população brasileira. Houve a inclusão de 153 indivíduos saudáveis com faixa etária entre 18 e 74 anos. Uma correlação negativa entre idade e todos os escores do teste foi encontrada, enquanto que uma relação inversa ocorreu em relação à escolaridade e à classe social. Esta correlação se manteve em uma regressão linear multivariada, sendo estas três variáveis responsáveis por 30% da variação do Faux Pas Detection Score, questão com grande relevância a todos os escores. Quando comparado aos dados de outras nações, os resultados obtidos pela população brasileira no FPRT foram bons, considerando as características socioeconômicas da população estudada. Assim, o FPRT possui viabilidade de ser aplicado no Brasil.
Seminário de Iniciação Científica e Tecnológica.&#13;
Universidade Federal de Santa Catarina.&#13;
Centro de Ciências da Saúde.
</description>
<dc:date>2020-08-14T00:00:00Z</dc:date>
</item>
</rdf:RDF>
