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<title>Trabalhos de Conclusão de Curso de Especialização</title>
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<dc:date>2026-05-24T13:46:37Z</dc:date>
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<title>FATORES E CIRCUNSTÂNCIAS DA VITIMIZAÇÃO LETAL DE POLICIAIS FORA DE SERVIÇO NO BRASIL: Análise de Casos de Roubo/Latrocínio e Estratégias de Sobrevivência</title>
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<description>FATORES E CIRCUNSTÂNCIAS DA VITIMIZAÇÃO LETAL DE POLICIAIS FORA DE SERVIÇO NO BRASIL: Análise de Casos de Roubo/Latrocínio e Estratégias de Sobrevivência
Valdomiro Bandeira de, Sousa Neto; Ricardo Henrique dos Santos, Cabral
Esta pesquisa investiga os fatores e circunstâncias da vitimização letal de policiais fora de serviço no Brasil, com foco em casos de roubo e latrocínio ocorridos entre 2022 e 2023. A partir da análise de 482 incidentes catalogados por meio de notícias jornalísticas, o estudo examina padrões temporais, geográficos, demográficos e situacionais envolvendo agentes de segurança pública vitimados em contextos criminais. Os resultados revelam que 95,8% dos agentes optaram por reagir à abordagem criminosa, apresentando uma taxa de mortalidade de 10,4%, significativamente inferior aos 25,0% observados entre aqueles que não reagiram. A análise por sexo demonstra que agentes femininas apresentaram taxa de sobrevivência de 96,4%, superior aos 89,2% dos agentes masculinos. Os dados indicam que a reação armada resultou em uma redução de 58,4% no risco de morte, embora permaneça associada a elevadas taxas de ferimentos (17,7%). O estudo identifica padrões críticos, como a predominância de ataques por duplas de criminosos (50,2%), o uso de motocicletas (48,1%), e a concentração de casos no último trimestre do ano (34,2%). A pesquisa contribui para o debate sobre estratégias de sobrevivência e proteção de agentes de segurança em situações de vulnerabilidade.
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<dc:date>2026-05-22T00:00:00Z</dc:date>
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<title>Novo Cangaço e domínio de cidades: uma pesquisa-ação sobre as dinâmicas criminosas e as respostas periciais à luz da inteligência e inovação</title>
<link>https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/273431</link>
<description>Novo Cangaço e domínio de cidades: uma pesquisa-ação sobre as dinâmicas criminosas e as respostas periciais à luz da inteligência e inovação
Eder, Prestes; Roberta Bullio Ferrari, Vesentini
Este artigo analisa a evolução das ações criminosas contra instituições financeiras no Brasil, explorando a transição do fenômeno conhecido como "Novo Cangaço" para a estratégia de "Domínio de Cidades". O estudo investiga como estas organizações passaram a utilizar táticas militares e logística empresarial para neutralizar as forças de segurança. Em resposta, o Estado tem modernizado o combate através da Perícia Criminal Estratégica, utilizando o Banco Nacional de Perfis Balísticos (SINAB) e ferramentas de inteligência preditiva. O objetivo é demonstrar que a prova técnica e a inovação representam elementos relevantes no enfrentamento dessas redes criminosas e no fortalecimento das estratégias de segurança pública.
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<dc:date>2026-05-22T00:00:00Z</dc:date>
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<title>INTELIGÊNCIA E POLICIAMENTO COMUNITÁRIO NO COMBATE AO AVANÇO DAS FACÇÕES CRIMINOSAS NO ESTADO DO CEARÁ</title>
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<description>INTELIGÊNCIA E POLICIAMENTO COMUNITÁRIO NO COMBATE AO AVANÇO DAS FACÇÕES CRIMINOSAS NO ESTADO DO CEARÁ
FRANCISCO DJALMA ARAÚJO, MOTA; SERGIO RICARDO NUNES, BARBOSA
O presente estudo analisa os obstáculos que dificultam a integração entre a Inteligência Policial e o Policiamento Comunitário na Polícia Militar do Ceará (PMCE), considerando o avanço das organizações criminosas e a complexidade do cenário da segurança pública no estado. As facções criminosas têm ampliado sua capacidade de controle territorial, intimidação social e diversificação de atividades ilícitas, o que exige respostas estatais baseadas em informação qualificada, prevenção e atuação integrada. A pesquisa adota abordagem qualitativa, com recorte institucional delimitado à Policia Militar do Ceará (PMCE) e foco nos níveis tático e operacional. A coleta de dados foi realizada por meio de questionário eletrônico semiestruturado aplicado a 32 profissionais da segurança pública com experiência consolidada, selecionados de forma intencional. Os dados foram analisados com base na técnica de Análise de Conteúdo, conforme orienta Bardin (2011), permitindo a identificação de categorias temáticas relacionadas à integração entre os setores estudados. Os resultados evidenciam que, embora a relevância da integração entre Inteligência Policial e Policiamento Comunitário seja amplamente reconhecida pelos profissionais, sua efetivação é comprometida por entraves estruturais e culturais. Destacam-se a resistência cultural interna, marcada por hierarquias rígidas e compartimentação de informações; a insuficiência de recursos tecnológicos e sistemas integrados; a ausência de protocolos formais de compartilhamento de dados; a escassez de pessoal qualificado; e a fragmentação institucional. Tais fatores resultam em fluxos informacionais informais, pouco sistematizados e dependentes de iniciativas individuais. O estudo também aponta o Policiamento Comunitário como vetor estratégico de Inteligência Humana (HUMINT), fundamental para a construção de legitimidade social e para a coleta de informações sensíveis em territórios sob influência de facções. No entanto, essa potencialidade permanece subaproveitada diante da fragilidade dos canais institucionais de integração. Conclui-se que o fortalecimento da articulação entre Inteligência Policial e Policiamento Comunitário é condição essencial para uma resposta mais eficaz ao crime organizado no Ceará. Para tanto, são essenciais mudanças organizacionais, investimentos em tecnologia, capacitação integrada e formalização de protocolos, de modo a consolidar um modelo de segurança pública mais preventivo, eficiente e legitimado socialmente.
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<dc:date>2026-05-22T00:00:00Z</dc:date>
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<title>Violência de Gênero e Crime Organizado no Brasil: Uma Análise Crítica da Vitimização e da Agência Feminina</title>
<link>https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/273429</link>
<description>Violência de Gênero e Crime Organizado no Brasil: Uma Análise Crítica da Vitimização e da Agência Feminina
Marco Lima de, Sousa; Cristiane Macedo Camillo, Barbosa
O presente artigo analisa a intersecção entre violência de gênero e crime organizado no contexto brasileiro, enfatizando a dinâmica entre processos estruturais de vitimização e as formas de agência exercidas por mulheres. A pesquisa parte da constatação do crescimento do encarceramento feminino, especialmente por delitos relacionados ao tráfico de drogas, e da necessidade de superar interpretações que reduzem as mulheres à condição exclusiva de vítimas ou de agentes plenamente autônomas. Trata-se de uma pesquisa qualitativa, de revisão narrativa, orientada pela perspectiva epistemológica da Análise Crítica nos Estudos Organizacionais, conforme sistematizada por Faria (2009), a qual permite examinar o fenômeno investigado a partir das estruturas de poder, dominação e desigualdade que conformam e condicionam as práticas sociais analisadas. Ancorada na criminologia crítica e na criminologia feminista, a análise evidencia que a participação feminina ocorre de forma segmentada, marcada pela divisão sexual do trabalho criminal, com predominância de mulheres em funções periféricas ou intermediárias e acesso restrito ao comando estratégico. Identificam-se trajetórias recorrentes de vitimização estrutural, relacionadas à violência de gênero, exclusão social e precarização econômica, coexistindo com decisões racionais em contextos de opções restritas. O estudo demonstra ainda que a seletividade penal incide de forma desproporcional sobre mulheres pobres e negras, ampliando o encarceramento sem atingir as estruturas centrais do crime organizado. Conclui-se que a inserção feminina nesse contexto expressa uma tensão analítica entre subordinação estrutural e protagonismo condicionado, evidenciando a necessidade de políticas públicas integradas e sensíveis às desigualdades de gênero e às estruturas sociais que sustentam a criminalização feminina. Como implicação prática, os achados dialogam com os objetivos formativos do curso de especialização em Inteligência e Inovação Aplicadas ao Enfrentamento ao Crime Organizado, ao oferecer subsídios analíticos para a compreensão das dinâmicas de recrutamento, vulnerabilidade e participação feminina em redes criminais.
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<dc:date>2026-05-22T00:00:00Z</dc:date>
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