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<title>Documentos do Departamento de Ciências da Saúde (DCS/CTS/ARA)</title>
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<dc:date>2026-09-05T12:44:39Z</dc:date>
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<title>Evolução temporal da cobertura vacinal em Santa Catarina no período de 2014 a 2024</title>
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<description>Evolução temporal da cobertura vacinal em Santa Catarina no período de 2014 a 2024
Fernandes, Felipe Galdino
A vacinação representa uma das principais estratégias de prevenção em saúde pública,&#13;
contribuindo significativamente para o controle de doenças imunopreveníveis. Entretanto, nos&#13;
últimos anos, o Brasil vem apresentando redução nas coberturas vacinais infantis, cenário&#13;
intensificado pela pandemia de COVID-19. Este estudo teve como objetivo analisar a evolução&#13;
da cobertura vacinal infantil em Santa Catarina entre 2014 e 2024, bem como avaliar as taxas&#13;
de não completude vacinal nas macrorregiões do estado. Trata-se de um estudo ecológico,&#13;
retrospectivo e descritivo, realizado com dados secundários provenientes do Sistema de&#13;
Informações do Programa Nacional de Imunizações (SI-PNI) e de documentos oficiais. Os&#13;
resultados evidenciaram tendência predominante de queda nas coberturas vacinais ao longo do&#13;
período analisado, especialmente nas vacinas que exigem doses subsequentes ou reforços, com&#13;
agravamento importante durante os anos de 2020 e 2021. Observou-se recuperação significativa&#13;
a partir de 2022, possivelmente relacionada às estratégias de retomada das altas coberturas&#13;
vacinais implementadas nacionalmente. A vacina contra febre amarela foi a única que&#13;
apresentou aumento de cobertura no período, provavelmente em decorrência dos surtos recentes&#13;
da doença no país. Além disso, fatores como hesitação vacinal, desinformação, movimento&#13;
antivacina, dificuldades de acesso aos serviços de saúde e inconsistências nos sistemas de&#13;
informação mostraram-se relevantes para compreender o cenário identificado. Conclui-se que&#13;
a redução das coberturas vacinais em Santa Catarina possui caráter multifatorial e representa&#13;
importante desafio para a saúde pública, demandando fortalecimento das ações de imunização,&#13;
vigilância e educação em saúde.; Vaccination represents one of the main preventive strategies in public health, contributing&#13;
significantly to the control of vaccine-preventable diseases. However, in recent years, Brazil&#13;
has experienced a decline in childhood vaccination coverage rates, a scenario intensified by the&#13;
COVID-19 pandemic. This study aimed to analyze the evolution of childhood vaccination&#13;
coverage in the state of Santa Catarina between 2014 and 2024, as well as to evaluate vaccine&#13;
schedule incompleteness rates across the state's macro-regions. This is an ecological,&#13;
retrospective, and descriptive study based on secondary data obtained from the National&#13;
Immunization Program Information System (SI-PNI) and official documents. The results&#13;
showed a predominant downward trend in vaccination coverage throughout the analyzed&#13;
period, especially for vaccines requiring multiple doses or booster shots, with a marked&#13;
worsening during 2020 and 2021. A significant recovery was observed beginning in 2022,&#13;
possibly associated with national strategies aimed at restoring high vaccination coverage rates.&#13;
The yellow fever vaccine was the only one to show increased coverage during the period, likely&#13;
due to recent outbreaks of the disease in the country. In addition, factors such as vaccine&#13;
hesitancy, misinformation, the anti-vaccine movement, difficulties in accessing health services,&#13;
and inconsistencies in information systems proved relevant in understanding the identified&#13;
scenario. It is concluded that the reduction in vaccination coverage in Santa Catarina is&#13;
multifactorial in nature and represents an important public health challenge, requiring the&#13;
strengthening of immunization, surveillance, and health education actions.
Trabalho de Conclusão de Curso da Graduação em Medicina - Campus Araranguá
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<dc:date>2026-07-02T00:00:00Z</dc:date>
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<title>Distúrbios do sono e sintomas de ansiedade generalizada em policiais penais do Presídio Regional de Araranguá, Santa Catarina - Brasil</title>
<link>https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/273633</link>
<description>Distúrbios do sono e sintomas de ansiedade generalizada em policiais penais do Presídio Regional de Araranguá, Santa Catarina - Brasil
Rodrigues, Yasmin Guimarães
A Polícia Penal no Brasil enfrenta condições de trabalho complexas, caracterizadas por ambientes hostis, longas jornadas e ambiente profissional desafiador. Essas adversidades podem afetar diretamente a saúde mental desta população. Dados globais mostram que uma parcela de policiais penais apresenta ansiedade, além de prevalência relevante de distúrbios do sono, mas os estudos focados nessa temática são limitados, especialmente em países em desenvolvimento. No Brasil, as pesquisas sobre a saúde mental e os distúrbios do sono nessa categoria ainda são escassas. Objetivo: investigar a relação entre distúrbios do sono e sintomas de ansiedade em policiais penais no Presídio Regional de Araranguá. Métodos: Estudo observacional, transversal e com abordagem mista. Para os dados quantitativos, foram aplicadas escalas padronizadas como o Índice de Qualidade de Sono de Pittsburgh (PSQI) e o Inventário de Ansiedade de Beck (BAI), além de um questionário sociodemográfico. A abordagem qualitativa foi desenvolvida por meio de entrevistas semiestruturadas, cujos dados foram analisados à luz da Análise Narrativa. Resultados:  Participaram do estudo 30 policiais penais. Observou-se elevada frequência de distúrbios do sono, com 86,67% dos participantes apresentando escores do PSQI compatíveis com má qualidade do sono. Em relação à ansiedade, 62,07% apresentaram níveis normais, 27,59% ansiedade leve a moderada e 10,34% ansiedade moderada a severa, segundo o BAI. Não foi encontrada associação estatisticamente significativa entre qualidade do sono e níveis de ansiedade (p = 0,102). Observou-se maior frequência de sintomas ansiosos entre mulheres em relação aos homens (teste exato de Fisher = 0,016). Conclusão: Apesar da alta prevalência de distúrbios do sono, não houve associação significativa com ansiedade. Ainda assim, os achados ressaltam a importância de ações voltadas à saúde mental, especialmente entre mulheres, e de novos estudos com amostras maiores.
Trabalho de conclusão de curso de graduação em Medicina.
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<dc:date>2026-06-23T00:00:00Z</dc:date>
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<item rdf:about="https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/268856">
<title>Análise da dispensação de iSGLT2 em Santa Catarina</title>
<link>https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/268856</link>
<description>Análise da dispensação de iSGLT2 em Santa Catarina
Carvalho, Laís Corrêa
Os inibidores de SLGT2, inicialmente, criados para controle glicêmico no DM2, demonstraram benefícios cardiovasculares relevantes, como redução da mortalidade e hospitalizações por insuficiência cardíaca. Em 2020, a classe foi disponibilizada via SUS para pacientes diabéticos, o presente trabalho visou analisar a distribuição da dispensação desse fármaco na população catarinense, nos anos de 2020 a 2024 A pesquisa Foi realizada em etapas, que incluíram revisão integrativa publicada, análise de dados da SES-SC categorizados por CID, idade e sexo e distribuídos no Excel para uma análise descritiva, sendo conduzida com rigor ético e científico e aprovada pelo comitê de ética. Os resultados sobre a dispensação dos medicamentos foram organizados em tabelas e demonstraram equidade entre sexos, com prevalência entre aqueles entre 60 e 79 anos e que possuem diabetes tipo 2 sem complicações, demonstrando acesso igualitário e promoção de saúde por meio da prevenção secundária, princípios do SUS.
Vídeo PIBIC
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<dc:date>2025-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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<item rdf:about="https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/265895">
<title>Prevalência do uso de psicofármacos na atenção primária à saúde em um município do extremo sul de Santa Catarina</title>
<link>https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/265895</link>
<description>Prevalência do uso de psicofármacos na atenção primária à saúde em um município do extremo sul de Santa Catarina
Lima, Isabella Cristian Soares de; Sakamoto, Thiane Comunello
Introdução: Os transtornos mentais constituem uma preocupação crescente em saúde pública, sendo que a Organização Mundial da Saúde (OMS) estima que cerca de um bilhão de pessoas vivem com pelo menos um transtorno mental. Na Atenção Primária à Saúde (APS), esses transtornos frequentemente se manifestam por sintomas como ansiedade, insônia e depressão, levando com frequência à prescrição de psicofármacos. Compreender a prevalência desse uso e os fatores associados é essencial para promover um manejo farmacológico racional e um cuidado integral em saúde mental na comunidade. Objetivo: Analisar a prevalência do uso de psicofármacos no contexto da Atenção Primária à Saúde (APS) em um município do Extremo Sul de Santa Catarina, bem como identificar possíveis fatores associados a esse uso entre os usuários dos serviços de saúde. Métodos: Trata-se de um estudo observacional transversal realizado com 94 usuários da Unidade Básica de Saúde Jardim das Avenidas, em Araranguá (SC), entre setembro e novembro de 2024 e março e abril de 2025. Foram incluídos indivíduos com 18 anos ou mais em uso de pelo menos um medicamento psicotrópico. A coleta de dados foi realizada por meio de um questionário estruturado, abordando variáveis sociodemográficas, comportamentais e médicas. A análise estatística descritiva foi feita no software Stata 14.2. Resultados: A amostra foi composta majoritariamente por mulheres (76,6%), com predomínio de indivíduos com baixa escolaridade e renda familiar de até três salários mínimos. A maioria dos participantes (85,11%) não fazia psicoterapia. Os diagnósticos psiquiátricos mais frequentes foram depressão (34,04%) e transtorno de ansiedade generalizada (25,53%). Os medicamentos mais utilizados foram clonazepam (20,2%), sertralina (18,1%) e fluoxetina (17%), sendo os inibidores seletivos da recaptação de serotonina (ISRS) a classe medicamentosa mais prescrita. Conclusão: Os achados revelam uma elevada prevalência de uso de psicofármacos na APS, especialmente entre mulheres, indivíduos de baixa renda e sem acesso a suporte psicológico. Esses dados reforçam a necessidade de fortalecer o cuidado em saúde mental na atenção primária, promover o uso racional de psicofármacos e ampliar o acesso a tratamentos não farmacológicos.
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<dc:date>2025-06-10T00:00:00Z</dc:date>
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