<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><feed xmlns="http://www.w3.org/2005/Atom" xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">
<title>TCC Letras Línguas Estrangeiras - Francês</title>
<link href="https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/97173" rel="alternate"/>
<subtitle/>
<id>https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/97173</id>
<updated>2026-10-22T07:16:59Z</updated>
<dc:date>2026-10-22T07:16:59Z</dc:date>
<entry>
<title>Entre gramática e poesia: tradução comentada de La grammaire est une chanson douce sob a perspectiva dos estudos da tradução</title>
<link href="https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/273734" rel="alternate"/>
<author>
<name>Minatto, Fernanda Liprandi</name>
</author>
<id>https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/273734</id>
<updated>2026-07-03T14:49:04Z</updated>
<published>2026-06-29T00:00:00Z</published>
<summary type="text">Entre gramática e poesia: tradução comentada de La grammaire est une chanson douce sob a perspectiva dos estudos da tradução
Minatto, Fernanda Liprandi
Este trabalho apresenta uma tradução comentada de trechos da obra La grammaire est une chanson douce, de Erik Orsenna, do francês para o português brasileiro, articulando prática tradutória e reflexão teórica no âmbito dos Estudos da Tradução. A obra, marcada por uma abordagem lúdica, poética e metalinguística da linguagem, constitui um objeto particularmente desafiador para a tradução, em razão da presença de jogos de palavras, efeitos de musicalidade, oralidade e referências culturais que demandam soluções criativas e interpretativas. A pesquisa adota uma abordagem qualitativa, de caráter descritivo-analítico, fundamentada na metodologia da tradução comentada, conforme proposta por Marie-Hélène Torres. A análise das escolhas tradutórias apoia-se, sobretudo, na perspectiva ética de Antoine Berman, especialmente em sua defesa da valorização da alteridade e da materialidade do texto literário, além de dialogar com contribuições de Lawrence Venuti, Paulo Henriques Britto, Umberto Eco e Henri Meschonnic. Busca-se refletir sobre os desafios envolvidos na recriação, em língua portuguesa, dos efeitos estéticos e discursivos do texto original, considerando também suas implicações pedagógicas e literárias. Ao tornar visível o processo tradutório e as decisões que o constituem, este estudo pretende contribuir para a compreensão da tradução literária como prática interpretativa, crítica e criativa.
TCC (graduação) - Universidade Federal de Santa Catarina, Centro de Comunicação e Expressão, Letras Francês.
</summary>
<dc:date>2026-06-29T00:00:00Z</dc:date>
</entry>
<entry>
<title>Escrever para tornar-se: escritas de si, mobilidade social e multiplicidade de sujeitos em Mudar: método, de Édouard Louis</title>
<link href="https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/273646" rel="alternate"/>
<author>
<name>Paludo, Pâmela Carbonari</name>
</author>
<id>https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/273646</id>
<updated>2026-06-24T16:22:59Z</updated>
<published>2026-06-22T00:00:00Z</published>
<summary type="text">Escrever para tornar-se: escritas de si, mobilidade social e multiplicidade de sujeitos em Mudar: método, de Édouard Louis
Paludo, Pâmela Carbonari
Este Trabalho de Conclusão de Curso investiga de que maneira a coletividade é construída em Mudar: método (2024), do escritor francês Édouard Louis (1992), por meio da articulação entre experiência individual, mobilidade social e escrita de si. Os fundamentos teóricos da pesquisa encontram-se nas reflexões da professora brasileira Eurídice Figueiredo (2022) sobre as escritas de si e suas formas híbridas, bem como nos conceitos de habitus e distinção formulados por Pierre Bourdieu(2005) e na noção de transclasse desenvolvida por Chantal Jaquet (2014). A partir de uma análise de viés sociocrítico, o trabalho examina as motivações da escrita, os usos da linguagem e os recursos formais utilizados pelo autor. Na obra, Louis refaz o percurso de sua mudança de classe por meio das transformações do corpo, da formação intelectual e da linguagem. Em diálogo com Annie Ernaux e Didier Eribon, escritores francófonos que também transformaram experiências de deslocamento social em matéria literária, Louis narra sua passagem de um jovem pobre e homossexual de uma pequena cidade operária do norte da França a um autor internacionalmente publicado. Ao expor as dinâmicas ambivalentes que atravessam essa trajetória, o autor transforma sua experiência singular em expressão de questões coletivas. A estrutura fragmentada da obra, composta por diferentes formatos e destinatários, associa a multiplicidade de identidades às experiências compartilhadas por outros sujeitos em situação de deslocamento. A escrita e o desejo de escrever surgem, assim, como instrumentos de reinvenção de si, elaboração da própria trajetória e intervenção no mundo social.
TCC (graduação) - Universidade Federal de Santa Catarina, Centro de Comunicação e Expressão, Letras Francês.
</summary>
<dc:date>2026-06-22T00:00:00Z</dc:date>
</entry>
<entry>
<title>Fabricantes de representações: “Literalmente falso, absolutamente verdadeiro” em Une Tempête (1969)</title>
<link href="https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/272577" rel="alternate"/>
<author>
<name>Rivera, Yirian Lorena Fajardo</name>
</author>
<id>https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/272577</id>
<updated>2026-03-08T23:05:18Z</updated>
<published>2025-11-25T00:00:00Z</published>
<summary type="text">Fabricantes de representações: “Literalmente falso, absolutamente verdadeiro” em Une Tempête (1969)
Rivera, Yirian Lorena Fajardo
O presente trabalho tem como objetivo analisar como a peça Une Tempête (1969), de Aimé Césaire, que encena a relação entre modernidade e colonização através do discurso letrado, evidenciando os mecanismos simbólicos que sustentam o discurso colonial. A pesquisa adota uma abordagem crítica e interpretativa, pautada na análise de fragmentos selecionados da obra, privilegiando a perspectiva da Filosofia da Libertação. A pesquisa parte da hipótese de que a modernidade se legitima historicamente mediante a colonialidade, configurando um discurso universalista que encobre seu exterior constitutivo: a experiência colonial. Nesse sentido, a obra é compreendida não apenas como reescritura do drama shakespeariano The Tempest (1611), mas como o estabelecimento do diálogo com o monólogo na modernidade, revelando o papel do discurso letrado no estabelecimento e sustentação do sistema de origem dominante. A peça nos permite constatar que o discurso moderno tem criado ferramentas simbólicas para garantir a dominação e justificar a violência que transcende o palco teatral e que não se restringem apenas ao tempo passado da colonização. Assim, o estudo contribui para compreender como a literatura pode funcionar como instrumento de denúncia das práticas coloniais e de reflexão sobre a modernidade, colocando em evidência as tensões entre o universalismo moderno e as experiências históricas de opressão.; Le présent travail a pour objectif d'analyser comment la pièce Une Tempête (1969) d'Aimé Césaire met en scène la relation entre modernité et colonisation à travers le discours littéraire, en mettant en évidence les mécanismes symboliques qui sous-tendent le discours colonial. La recherche adopte une approche critique et interprétative, basée sur l'analyse de fragments sélectionnés de l'oeuvre, en privilégiant la perspective de la philosophie de la libération. La recherche part de l'hypothèse que la modernité se légitime historiquement par la colonialité, configurant un discours universaliste qui occulte son extérieur constitutif : l'expérience coloniale. En ce sens, l'oeuvre est comprise non seulement comme une réécriture de la pièce shakespearienne La Tempête (1611), mais aussi comme l'établissement d'un dialogue avec le monologue dans la modernité, révélant le rôle du discours littéraire dans l'établissement et le maintien du système d'origine coloniale. Les résultats ont permis de démontrer que le discours moderne a créé des outils symboliques pour garantir la domination et justifier la violence qui transcende la scène théâtrale et ne se limite pas seulement à la période passée de la colonisation. Ainsi, cette étude contribue à comprendre comment la littérature peut servir d'instrument de dénonciation des pratiques coloniales et de réflexion sur la modernité, en mettant en évidence les tensions entre l'universalisme moderne et les expériences historiques d'oppression.
TCC (graduação) - Universidade Federal de Santa Catarina, Centro de Comunicação e Expressão, Letras Francês.
</summary>
<dc:date>2025-11-25T00:00:00Z</dc:date>
</entry>
<entry>
<title>O tempo da espera nos romances O litoral das Sirtes de Julien Gracq e O deserto dos tártaros de Dino Buzzati</title>
<link href="https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/271650" rel="alternate"/>
<author>
<name>Faccini, Priscila</name>
</author>
<id>https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/271650</id>
<updated>2025-12-29T14:15:46Z</updated>
<published>2025-12-01T00:00:00Z</published>
<summary type="text">O tempo da espera nos romances O litoral das Sirtes de Julien Gracq e O deserto dos tártaros de Dino Buzzati
Faccini, Priscila
A pesquisa busca relacionar os romances Le Rivage des Syrtes (O litoral das Sirtes), de 1951, e Il deserto dei Tartari (O deserto dos Tártaros), de 1940, ao signo da espera enquanto configuração do espaço-tempo diegético levando em consideração, também, os seus deslocamentos sócio-históricos, os respectivos contextos e o modo como cada um lida especificamente com o esvaziamento da experiência do tempo. A análise comparativa partirá dos conceitos narratológicos de Genette (2017), da obra Tempo e Narrativa, de Ricoeur (2011), dos conceitos de temporalização, de Koselleck (2007), e de amplo presente, de Gumbrecht (2015). Com base nesses autores e conceitos, propomos pensar o tempo articulado com as personagens e com a narrativa no geral, salientando aspectos relacionados aos procedimentos utilizados pelos escritores, como a espacialização do tempo através da descrição das paisagens, o isolamento das personagens, as metáforas relacionadas à decadência e à imobilidade, o modo como cada personagem articula internamente esse horizonte de expectativas que se encontra suspenso, visando compreender de que forma cada romance expressa esse tempo da espera. A nossa hipótese é que esse tempo da espera se articula diretamente ao contexto histórico não apenas dos autores, durante a Segunda Guerra Mundial e no imediato pós-guerra, como também do nosso próprio horizonte de expectativas.; La recherche consiste à comparer les romans Le Rivage des Syrtes (1951) et Il deserto dei Tartari (Le Désert des Tartares, 1940), en les reliant au signe de l’attente comme configuration de l’espace-temps diégétique, tout en prenant en compte leurs déplacements socio-historiques, leurs contextes respectifs et la manière dont chacun traite, de façon spécifique, le vide de l’expérience du temps. L’analyse comparative s’appuiera sur les concepts narratologiques de Genette (2017), sur l’œuvre Temps et Récit de Ricoeur (2011), sur la notion de temporalisation chez Koselleck (2007), ainsi que sur le concept de présent étendu élaboré par Gumbrecht (2015). À partir de ces auteurs et de ces concepts, nous proposons de penser le temps en articulation avec les personnages et avec la narration dans son ensemble, en soulignant les aspects liés aux procédés employés par les écrivains : la spatialisation du temps à travers la description des paysages, l’isolement des personnages, les métaphores de la décadence et de l’immobilité, la manière dont chaque personnage articule intérieurement cet horizon d’attente suspendu. L’objectif est de comprendre comment chaque roman exprime ce temps de l’attente. Notre hypothèse est que ce temps de l’attente s’articule directement non seulement au contexte historique des auteurs, durant la Seconde Guerre mondiale et l’immédiat après-guerre, mais aussi à notre propre horizon d’attente.
TCC (graduação) - Universidade Federal de Santa Catarina, Centro de Comunicação e Expressão, Letras Francês. Curso de Letras Francês
</summary>
<dc:date>2025-12-01T00:00:00Z</dc:date>
</entry>
</feed>
