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<title>TCC História</title>
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<updated>2026-09-05T13:41:46Z</updated>
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<title>Barège, babados e burguesia: vestuário e estratégias de liberdade entre escravizadas no Rio de Janeiro do século XIX (1850-1885)</title>
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<name>Kalabaide, Bárbara Távora</name>
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<updated>2026-08-25T21:30:27Z</updated>
<published>2026-08-17T00:00:00Z</published>
<summary type="text">Barège, babados e burguesia: vestuário e estratégias de liberdade entre escravizadas no Rio de Janeiro do século XIX (1850-1885)
Kalabaide, Bárbara Távora
Esse trabalho investiga o papel do vestuário na sociedade escravista do Rio de Janeiro entre 1850-1885, com ênfase em sua função como marcador social e nas estratégias de uso e apropriação desses códigos por mulheres escravizadas fugidas. A reordenação do comércio neste período e consequentemente a maior comercialização de tecidos originou novos padrões de consumo e de vestuário e novas ideias de comportamento relacionados à essa esfera. Foram analisados e categorizados 80 anúncios de fuga publicados no Jornal do Commercio, além do cruzamento com outras fontes como o Jornal das Senhoras e o Jornal das Famílias, Compreende-se o vestuário como linguagem social e elemento fundamental para distinguir-se socialmente, por meio de códigos de vestuário e comportamento. Esses códigos são mobilizados por escravizadas fugidas como estratégia, ampliando possibilidades de circulação em uma sociedade hierarquizada. Por meio da adaptação das formas de vestir, as roupas poderiam ter efeito de aparência de liberdade para essas mulheres, ampliando os significados sociais do vestir no Brasil oitocentista.
TCC (graduação) - Universidade Federal de Santa Catarina, Centro de Filosofia e Ciências Humanas, História.
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<dc:date>2026-08-17T00:00:00Z</dc:date>
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<title>Senhores e escravizados: arranjos de crédito e de trabalho em Desterro no século XIX</title>
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<name>Teofilo, Tainara</name>
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<updated>2026-08-25T21:26:24Z</updated>
<published>2026-08-17T00:00:00Z</published>
<summary type="text">Senhores e escravizados: arranjos de crédito e de trabalho em Desterro no século XIX
Teofilo, Tainara
Esta  pesquisa  investiga  a  agência  de  escravizados  e  libertos  em  arranjos  de  crédito  e  de  trabalho  para  o  alcance  da  alforria  e  de  outros  interesses  relacionados  à  vida  depois  da &#13;
conquista  da  liberdade,  frequentemente  marcada  pela  precariedade,  como  por  exemplo  o &#13;
reconhecimento  social,  a  aquisição  de  propriedades  e  oportunidades  de  trabalho.  A &#13;
investigação, que  tem  como foco  de  análise  a  cidade  do Desterro  no  século XIX,  procurou &#13;
demonstrar que  a despeito  da  exploração  e  dos  limites impostos  pela  escravidão, homens  e &#13;
mulheres, a partir de relações econômicas e sociais, foram capazes de aproveitar as brechas do &#13;
domínio senhorial e elaborar estratégias para negociar suas condições jurídicas e sociais. Em &#13;
um primeiro momento, buscou-se examinar o contexto em que os cativos viviam na Desterro &#13;
oitocentista,  bem  como  a  dinâmica  da  escravidão,  das  negociações  e  das  redes  de  crédito &#13;
informal existentes na cidade. Além disso, a partir da sistematização dos registros de alforrias &#13;
em um banco de dados, investigou-se o padrão de concessão das cartas de liberdade, levando-&#13;
se em consideração as categorias de alforria gratuita, condicional e paga, a fim de examinar as &#13;
formas possíveis e mais comuns de conquista da liberdade naquela sociedade. Em seguida, a &#13;
análise  se  direcionou  à  atuação  dos  próprios  cativos,  buscando  compreender  as  diferentes &#13;
oportunidades de emancipação que poderiam existir dependendo do contexto no qual cada um &#13;
estava  inserido,  além  de  investigar  as  diversas  estratégias  através  das quais  os  escravizados &#13;
pleiteavam  suas  liberdades,  a  partir  de  uma  análise  mais  detalhada  das  alforrias  e  dos &#13;
contratos de locação de serviço.
TCC (graduação) - Universidade Federal de Santa Catarina, Centro de Filosofia e Ciências Humanas, História.
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<dc:date>2026-08-17T00:00:00Z</dc:date>
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<title>Nas águas da ilegalidade: Santa Catarina no tráfico de africanos escravizados e a vigilância britânica (1845-1860)</title>
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<name>Rubik, Gustavo Henrique</name>
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<updated>2026-08-25T21:20:25Z</updated>
<published>2026-08-11T00:00:00Z</published>
<summary type="text">Nas águas da ilegalidade: Santa Catarina no tráfico de africanos escravizados e a vigilância britânica (1845-1860)
Rubik, Gustavo Henrique
O presente trabalho orienta-se na busca por uma compreensão da participação de Santa Catarina durante a ilegalidade do tráfico atlântico de africanos escravizados. Enfocando o período após a Lei Eusébio de Queiroz (1850), utilizam-se relatórios e correspondências do Foreign Office, oriundos da ostensiva vigilância britânica na costa brasileira para que o país se comprometesse a cumprir tratados e leis antitráfico. Essas fontes registram denúncias, casos de julgamento e trocas diplomáticas entre autoridades brasileiras e inglesas, constituindo um suporte imprescindível para delinear as movimentações de viagens engajadas no contrabando. A partir do jogo de escalas de Jacques Revel, a pesquisa concentra-se em uma embarcação que chegou à província catarinense em dezembro de 1852 e foi apreendida em março de 1853 sob suspeita de estar destinada ao tráfico de escravos, a Sem Igual. Complementando o estudo, jornais do Rio de Janeiro e da Bahia são importantes para visualizar as movimentações desta embarcação e do proprietário, João da Costa Junior. A microanálise constitui peça-chave para examinar este caso específico, em conjunto com outras suspeitas do litoral sul, para então refletir a função desempenhada por Santa Catarina no tráfico atlântico. Diante da ilegalidade e da reconfiguração do contrabando, a província ocupava um espaço voltado para a preparação ou recepção de embarcações engajadas em viagens atlânticas. As águas catarinenses eram atrativas devido a seu litoral reservado, constituindo-se como uma das rotas onde o comércio negreiro se adaptou para contornar as pressões do abolicionismo britânico e das legislações antitráfico.
TCC (graduação) - Universidade Federal de Santa Catarina, Centro de Filosofia e Ciências Humanas, História.
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<dc:date>2026-08-11T00:00:00Z</dc:date>
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<title>Carolina: intérprete do Brasil</title>
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<name>Vieira, Laura Santana</name>
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<updated>2026-08-25T21:18:20Z</updated>
<published>2026-07-01T00:00:00Z</published>
<summary type="text">Carolina: intérprete do Brasil
Vieira, Laura Santana
Esse trabalho de conclusão de curso é uma análise histórica do livro Quarto de Despejo (2014 [1960]). A autora, Carolina Maria de Jesus (1914–1977), escreveu-o entre os anos de 1955 e 1960, em forma de diário, retratando seu cotidiano. O livro é um testemunho da autora, que permite que conheçamos o Brasil dos anos desenvolvimentos através da sua visão, que se difere&#13;
dos registros da época quando a seu ponto de vista. Carolina mostrou que o desenvolvimento&#13;
não atingiu todos os brasileiros, e evidenciou a discrepante desigualdade social. É através da História Social que é feita a análise da obra, lendo-a como um testemunho histórico e a inserindo no seu tempo, é possível conhecer esse Brasil de Carolina.
TCC (graduação) - Universidade Federal de Santa Catarina, Centro de Filosofia e Ciências Humanas, História.
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<dc:date>2026-07-01T00:00:00Z</dc:date>
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