<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><feed xmlns="http://www.w3.org/2005/Atom" xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">
<title>Blumenau - Departamento de Engenharia Têxtil (DET)</title>
<link href="https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/274863" rel="alternate"/>
<subtitle/>
<id>https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/274863</id>
<updated>2026-10-18T15:45:43Z</updated>
<dc:date>2026-10-18T15:45:43Z</dc:date>
<entry>
<title>Funcionalização de Tecidos com Nanocarreadores Bioliméricos para a Repelência a Insetos</title>
<link href="https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/276823" rel="alternate"/>
<author>
<name>Lisboa, Hillari Emanueli Klein</name>
</author>
<id>https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/276823</id>
<updated>2026-09-23T20:22:52Z</updated>
<published>2026-09-01T00:00:00Z</published>
<summary type="text">Funcionalização de Tecidos com Nanocarreadores Bioliméricos para a Repelência a Insetos
Lisboa, Hillari Emanueli Klein
Os óleos essenciais (OE) apresentam propriedades antimicrobianas, antioxidantes e repelentes contra insetos, despertando interesse para diferentes aplicações. O OE de Litsea cubeba destaca-se por sua atividade antimicrobiana e repelente, porém sua alta volatilidade e baixa estabilidade limitam sua aplicação direta. Nesse contexto, o encapsulamento surge como uma alternativa para proteger o composto ativo e possibilitar sua liberação controlada. Assim, este trabalho teve como objetivo encapsular o OE de Litsea cubeba em matrizes de quitosana e alginato, avaliando as características físico-químicas e a estabilidade das partículas obtidas, e posterior incorporação em tecidos de algodão. As partículas foram obtidas por gelificação iônica, utilizando TPP para a quitosana e CaCl₂ para o alginato, e caracterizadas quanto ao tamanho de partícula (Dp), índice de polidispersão (PDI), potencial zeta (PZ), eficiência de encapsulamento (EE) e estabilidade frente ao tempo, pH e temperatura. As partículas de alginato apresentaram Dp entre 95,52 e 111,65 nm, PDI entre 0,291 e 0,318, PZ entre −5,00 e −8,76 mV e EE entre 93,49 e 97,05%. Já as partículas de quitosana apresentaram Dp entre 93,42 e 142,67 nm, PDI entre 0,391 e 0,428, PZ entre 6,30 e 13,90 mV e EE entre 97,66 e 99,30%. O alginato apresentou maior estabilidade frente às variações de pH, enquanto ambos os sistemas sofreram alterações em condições mais elevadas de temperatura e ao longo do armazenamento. Posteriormente, as partículas foram aplicadas em tecidos de algodão por impregnação em foulard, utilizando diferentes condições de secagem e fixação, incluindo uma condição com binder de poliuretano (PU). Os tecidos foram avaliados quanto a liberação do óleo antes e após a lavagem, alteração de cor e atividade repelente. A Nano 2 apresentou maior liberação antes da lavagem, enquanto a Nano 3, contendo binder de PU, apresentou maior liberação após a lavagem. Os tecidos funcionalizados também apresentaram baixa interação dos mosquitos em comparação aos controles, indicando atividade repelente frente ao Aedes aegypti. Dessa forma, os resultados demonstram o potencial do OE de Litsea cubeba encapsulado em alginato e quitosana para o desenvolvimento de tecidos funcionais com atividade repelente.
Sustentabilidade, saúde e qualidade de vida
</summary>
<dc:date>2026-09-01T00:00:00Z</dc:date>
</entry>
<entry>
<title>Materiais têxteis para o desenvolvimento de sensores flexíveis</title>
<link href="https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/276465" rel="alternate"/>
<author>
<name>da Silva, Agatha Cristina Rosa da</name>
</author>
<id>https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/276465</id>
<updated>2026-09-14T23:46:58Z</updated>
<published>2026-09-10T00:00:00Z</published>
<summary type="text">Materiais têxteis para o desenvolvimento de sensores flexíveis
da Silva, Agatha Cristina Rosa da
O desenvolvimento de materiais têxteis condutores pode contribuir para aplicações em sensores flexíveis, mas exige avaliar a estabilidade elétrica diante de condições de uso. Este estudo teve como objetivo avaliar a condutividade elétrica de uma malha com raporte interlock de algodão funcionalizada com polipirrol antes e após ensaios de durabilidade. A funcionalização foi realizada por polimerização do pirrol diretamente sobre a malha, utilizando cloreto de ferro III hexahidratado como agente oxidante. A superfície da malha revestida foi observada por microscopia eletrônica de varredura, e a condutividade foi medida pelo método de quatro pontas, com seis leituras por corpo de prova. As amostras foram submetidas aos seguintes ensaios: solidez à lavagem, totalizando 15 ciclos de lavagem; ao suor ácido; ao suor alcalino; à abrasão no equipamento Martindale e a resistência à formação de pilling, no equipamento Pilling Box, na direção das fileiras das malhas. Todos os ensaios foram realizados em triplicata. A microscopia apresentou características superficiais compatíveis com a deposição de material. As malhas funcionalizadas apresentaram condutividade elétrica média de 4,15 ± 1,28 S/m. Dentre todos os ensaios realizados, a solidez à lavagem foi o que mais influenciou na condutividade elétrica, enquanto o ensaio de formação de pilling, na direção das fileiras, foi o que menos influenciou na condutividade. Após os ensaios abrasivos, tanto no Martindale como no Pilling Box, as amostras foram também avaliadas visualmente, conforme a norma, recebendo uma nota entre 1 e 5, sendo 5 correspondente à menor alteração aparente na escala utilizada. Apesar da diminuição da condutividade nas amostras funcionalizadas, a nota obtida foi 5, indicando que a aparência preservada não garantiu a manutenção integral da propriedade elétrica. Para as etapas futuras, pretende-se avaliar a piezoresistividade das amostras quando submetidas a ciclos de compressão e avaliar o caráter de aquecimento do substrato têxtil revestido com polipirrol. Os resultados obtidos evidenciam o potencial do material para aplicações em sensores flexíveis, abrindo perspectivas para estudos futuros voltados ao aprimoramento de sua durabilidade elétrica e à ampliação de suas aplicações.
Tecnologia e inovação
</summary>
<dc:date>2026-09-10T00:00:00Z</dc:date>
</entry>
<entry>
<title>Tecido Funcional Antimicrobiano com Redução de Liberação de Microplásticos</title>
<link href="https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/276420" rel="alternate"/>
<author>
<name>Chandhok, Japnaam Kaur</name>
</author>
<id>https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/276420</id>
<updated>2026-09-14T23:18:54Z</updated>
<published>2026-09-14T00:00:00Z</published>
<summary type="text">Tecido Funcional Antimicrobiano com Redução de Liberação de Microplásticos
Chandhok, Japnaam Kaur
A busca por materiais que aliem resistência&#13;
mecânica, baixo custo e rápida produção gerou,&#13;
nas últimas décadas, um aumento na demanda&#13;
por polímeros sintéticos como poliéster (PET)&#13;
para diversas aplicações têxteis. Apesar de sua&#13;
conveniência, ao longo de sua vida útil e pósdescarte,&#13;
estes polímeros geram um tipo de&#13;
poluição difícil de combater: os microplásticos.&#13;
Os microplásticos são notórios por serem&#13;
encontrados em todos os ecossistemas,&#13;
colocando em risco não somente a vida&#13;
silvestre e aquática, como também a saúde&#13;
humana. Como estratégia para a redução da&#13;
liberação de microplásticos, recobrimentos com&#13;
biopolímeros, como a quitosana, vêm sendo&#13;
estudados. Ao entrar em contato com um tecido&#13;
que passou por hidrólise alcalina, uma ligação&#13;
eletrostática pode se formar, garantindo uma&#13;
boa adesão do revestimento. Este trabalho teve&#13;
como objetivo avaliar o efeito da hidrólise alcalina e do recobrimento com soluções de&#13;
quitosana em diferentes concentrações (0,25,&#13;
0,75 e 1,25% m/v) na liberação de&#13;
microplásticos de tecidos de poliéster. Foram&#13;
realizadas simulações de ciclos de lavagem a&#13;
40 °C, e a água de lavagem foi coletada e&#13;
filtrada por meio de microfiltros para&#13;
quantificação das microfibras liberadas. Os&#13;
resultados indicaram que as amostras que&#13;
passaram por hidrólise liberaram menos&#13;
microplásticos do que as não hidrolisadas. Em 5&#13;
ciclos, a amostra com hidrólise e 1,25% de&#13;
quitosana reduziu a liberação em 68% em&#13;
comparação com o tecido não tratado. A&#13;
liberação tendeu a aumentar em 20 ciclos,&#13;
sugerindo que o recobrimento de quitosana é&#13;
removido nas lavagens iniciais. Ao final de 20&#13;
ciclos, a redução da massa total liberada foi de&#13;
38% para o melhor tratamento (hidrólise + 1,25&#13;
% quitosana). Essa condição foi utilizada para a incorporação do agente ativo citral, visando&#13;
formar um tecido antimicrobiano. Os ensaios&#13;
contra Escherichia coli e Staphylococcus aureus&#13;
indicaram atividade por contato e inibição na&#13;
concentração de citral de 1%. Ensaios de&#13;
lavagem indicaram que a concentração de citral&#13;
não influencia a liberação de microplásticos. Ao&#13;
final de 20 ciclos, a redução foi de 38% em&#13;
comparação com a amostra sem tratamento. De&#13;
forma geral, o estudo indica que a&#13;
funcionalização com quitosana representa uma&#13;
estratégia promissora para a redução da&#13;
liberação de microplásticos de tecidos de&#13;
poliéster.
Sustentabilidade, saúde e qualidade de vida
</summary>
<dc:date>2026-09-14T00:00:00Z</dc:date>
</entry>
<entry>
<title>Avaliação do uso de biomordentes e auxiliares no tingimento de malhas de algodão utilizando nanopartículas de curcumina</title>
<link href="https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/276100" rel="alternate"/>
<author>
<name>Massote, Maria Luiza Gomes</name>
</author>
<id>https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/276100</id>
<updated>2026-09-11T19:27:57Z</updated>
<published>2026-09-10T00:00:00Z</published>
<summary type="text">Avaliação do uso de biomordentes e auxiliares no tingimento de malhas de algodão utilizando nanopartículas de curcumina
Massote, Maria Luiza Gomes
Na indústria têxtil, tanto os corantes utilizados como os mordentes (auxiliares de fixação do corante) são responsáveis pela potencial toxicidade do efluente gerado. O uso de substâncias naturais corantes tem precedência histórica sobre os corantes sintéticos, contudo seu uso entrou em declínio devido a desafios que barram seu uso em larga escala, como a baixa afinidade pela água e baixa durabilidade, propriedade esta conhecida como solidez da cor. O uso de corantes naturais em conjunto com mordentes sintéticos tem sido avaliado, contudo a sua inclusão acaba por inserir compostos sintéticos na cadeia produtiva têxtil, o que não é desejado. A aplicação de nanopartículas de corantes naturais vem sendo investigada com êxito pelo grupo de pesquisa do proponente, contudo, a interação entre nanopartículas de corantes naturais e mordentes de origem natural (ou biomordentes) precisa ser melhor investigada. O objetivo do presente projeto de pesquisa foi produzir tecidos tingidos com nanopartículas de curcumina utilizando leite de soja como biomordente. Os tingimentos foram realizados pelas técnicas de esgotamento usando nanopartículas de curcumina, um corante sintético do tipo reativo, alúmen como mordente convencional e leite de soja como biomordente. Em todos os casos a tonalidade amarela foi alcançada, contudo a presença dos mordentes teve influência sobre os parâmetros de cor das amostras. O alúmen proporcionou a maior intensidade inicial de cor no tingimento com curcumina (K/Smáx = 3,36), enquanto o leite de soja apresentou menor intensidade, porém melhor solidez. A amostra biomordentada obteve nota 4/5 na lavagem e nota 5 nas fricções seca e úmida, superando o sistema com alúmen e aproximando-se do desempenho do corante reativo.
Tecnologia e inovação
</summary>
<dc:date>2026-09-10T00:00:00Z</dc:date>
</entry>
</feed>
