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<title>Departamento de Biologia Celular, Embriologia e Genética</title>
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<updated>2026-10-17T21:20:15Z</updated>
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<title>Saúde ecológica em ambientes marinhos costeiros utilizados para o cultivo de ostras</title>
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<name>dos Santos, Cássia Faustino dos</name>
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<updated>2026-09-15T13:19:02Z</updated>
<published>2025-12-12T00:00:00Z</published>
<summary type="text">Saúde ecológica em ambientes marinhos costeiros utilizados para o cultivo de ostras
dos Santos, Cássia Faustino dos
A ostreicultura, atividade significativa na aquicultura global, opera na interface crítica&#13;
entre sistemas produtivos e ecossistemas naturais costeiros, os quais são cenários&#13;
propícios para a emergência e disseminação de patógenos resistentes. O aumento&#13;
global da resistência antimicrobiana (RAM) representa uma ameaça à saúde única&#13;
(humana, animal e ambiental), agravada pelo uso de antibióticos em cultivos, que&#13;
seleciona e dissemina genes de resistência via plasmídeos conjugativos em&#13;
bactérias como as do gênero Vibrio. Este relatório parcial apresenta os progressos&#13;
de um projeto de Iniciação Científica que investiga a diversidade bacteriana, com&#13;
ênfase em Vibrio, associada à ostras cultivadas (Crassostrea gasar e Magallana&#13;
gigas) e avaliar in vitro a atividade antimicrobiana de peptídeos recombinantes como&#13;
estratégia alternativa de controle. As atividades realizadas incluíram revisão&#13;
bibliográfica concluída, capacitação em técnicas de biologia molecular (PCR/qPCR)&#13;
e microbiologia, além da execução de experimentos práticos. Estes consistiram na&#13;
coleta, processamento e análise microbiológica de ostras, resultando no isolamento&#13;
bacteriano, criação de um banco de cepas e observação preliminar de diversidade&#13;
morfológica, especialmente em meio seletivo TCBS. As etapas subsequentes&#13;
previstas, de síntese heteróloga, purificação e testes antimicrobianos de peptídeos&#13;
(AMPs), não foram integralmente executadas devido ao encerramento antecipado da&#13;
bolsa. Contudo, os resultados alcançados fornecem uma base sólida para futuras&#13;
investigações, contribuindo para a padronização metodológica e para o&#13;
desenvolvimento de ferramentas biotecnológicas alinhadas à perspectiva One&#13;
Health para a gestão sanitária na aquicultura.
Sustentabilidade, saúde e qualidade de vida
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<dc:date>2025-12-12T00:00:00Z</dc:date>
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<title>Células estromais mesenquimais caninas como modelo translacional: comparação com felinos e humanos</title>
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<name>Leite, Maria Clara Comin Silva</name>
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<updated>2026-09-14T11:51:15Z</updated>
<published>2026-09-10T00:00:00Z</published>
<summary type="text">Células estromais mesenquimais caninas como modelo translacional: comparação com felinos e humanos
Leite, Maria Clara Comin Silva
As células estromais mesenquimais (CEM) têm se destacado na medicina regenerativa por seu potencial terapêutico, despertando crescente interesse na medicina veterinária, especialmente para aplicação em cães e gatos. No entanto, estudos comparativos entre espécies ainda são limitados. Este trabalho conduziu uma análise comparativa de dados independentes previamente gerados, a fim de comparar o perfil de células estromais mesenquimais derivadas de tecido adiposo canino (CEM-TAC) com CEM derivadas de tecido adiposo felino e humano (CEM-TAF e CEM-TAH, respectivamente). Em diferentes passagens de cultivo, as células foram avaliadas quanto às suas características fenotípicas, proliferativas e associadas à senescência sob condições experimentais comparáveis. Os parâmetros analisados incluíram a morfometria, o nível cumulativo de duplicação populacional (CPDL), o tempo de duplicação celular (CDT), a atividade de β-galactosidase (β-gal) e as anomalias nucleares. As CEM caninas e felinas apresentaram perfis semelhantes, mantendo crescimento exponencial e morfologia típica até a passagem 3 (P3). Em contraste, o crescimento exponencial das CEM-TAH se manteve até a passagem 10 (P10), apresentando senescência tardia e alterações morfológicas a partir da passagem 15 (P15). Em todos os tipos celulares, observou-se um aumento de anomalias nucleares nas passagens consideradas tardias. Apesar das diferenças, os resultados mostram um padrão para a progressão da senescência entre as espécies, caracterizado pelo acúmulo gradual de características associadas ao fenótipo senescente. Foi identificada uma equivalência funcional entre diferentes passagens, sugerindo que as células podem atingir estados biológicos comparáveis em diferentes estágios do cultivo. Esses dados reforçam a importância da avaliação do estado funcional das células, em vez do número de passagens, contribuindo para comparações mais precisas entre espécies e aumentando a relevância translacional das terapias baseadas em células estromais mesenquimais.
Tecnologia e inovação
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<dc:date>2026-09-10T00:00:00Z</dc:date>
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<title>Fauna de flebotomíneos e taxa de infecção natural por Leishmania infantum em local com cão positivo para leishmaniose visceral</title>
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<name>Reck, Lucas Dutra</name>
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<updated>2026-09-14T10:52:52Z</updated>
<published>2026-09-10T00:00:00Z</published>
<summary type="text">Fauna de flebotomíneos e taxa de infecção natural por Leishmania infantum em local com cão positivo para leishmaniose visceral
Reck, Lucas Dutra
As Leishmanioses são doenças causadas por protozoários do gênero Leishmania, que afetam tanto humanos quanto animais silvestres e domésticos. A transmissão ocorre por meio da picada de fêmeas infectadas do inseto vetor, o flebotomíneo. Santa Catarina (SC) foi um dos últimos Estados brasileiros a apresentar a Leishmaniose Visceral (LV) de maneira autóctone. Em 2010 foi relatado o primeiro caso de Leishmaniose Visceral Canina (LVC) em Florianópolis, município do estado que concentra a grande maioria dos casos autóctones da doença em cães e humanos, apesar do principal vetor da doença (Lutzomyia longipalpis), nunca ter sido capturado em SC, reforçando a hipótese de que há outra espécie vetora de LVC na região. Essa pesquisa teve como objetivos: identificar a fauna de flebotomíneos de uma localidade com caso autóctone de LVC e avaliar a taxa de infecção natural por Leishmania infantum nesses insetos. Foram realizadas vinte e duas coletas em três pontos do local, ao longo de 18 meses, utilizando armadilhas luminosas do tipo CDC. Os flebotomíneos capturados foram clarificados e montados em lâminas para identificação morfológica. As fêmeas tiveram seu tórax reservado em etanol e foram avaliadas quanto a infecção natural por Leishmania infantum através do método de PCR a partir de primers, com alvo na região do minicírculo do kDNA. Nenhuma das fêmeas apresentou resultados positivos nos testes de infecção. Ao total foram capturados 81 espécimes de flebotomíneos, 38 machos e 43 fêmeas. Três espécies foram identificadas morfologicamente (Migonemyia migonei, Pintomyia fischeri e Psathyromyia lanei), sendo as duas primeiras apontadas como vetores para LVC no estado.
Sustentabilidade, saúde e qualidade de vida
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<dc:date>2026-09-10T00:00:00Z</dc:date>
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<title>Efeitos antitumorais de canabinoides em células de glioblastoma multiforme humano</title>
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<name>Pasini, Sofia Schmitt</name>
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<updated>2026-09-14T10:44:55Z</updated>
<published>2026-09-11T00:00:00Z</published>
<summary type="text">Efeitos antitumorais de canabinoides em células de glioblastoma multiforme humano
Pasini, Sofia Schmitt
O glioblastoma multiforme humano (GBM) é o tumor encefálico mais prevalente e letal, em adultos acima de 55 anos. Sua malignidade e baixa taxa de sobrevida são associadas à limitada eficácia das terapias atuais, ressaltando a necessidade de outras abordagens. O sistema endocanabinoide (SEC), seus compostos derivados, como os endocanabinoides (eCBs), e canabinoides (CBs) têm sido investigados por sua capacidade de modular processos celulares essenciais à progressão de diversos tipos tumorais. Os eCBs e CBs atuam em diversas vias através dos receptores associados à proteína G, como CB1 e CB2, TRPs, PPARs e outros. Estudos recentes indicam que os receptores CB2 são regulados positivamente em células imunológicas e no tecido cerebral de pacientes diagnosticados com GBM. O presente estudo tem como objetivo principal avaliar os efeitos de extratos complexos de THC e CBD, em células de GBM humano. Serão investigados o impacto dos CBs na viabilidade celular, clonogenicidade e morfologia. Além disso, serão empregados ensaios de RTqPCR, imunocitoquímica e western blotting para analisar a expressão de genes e proteínas associados aos receptores canabinoides, à autofagia e às células-tronco de gliomas. Essa pesquisa busca explorar a modulação do SEC e o impacto dos CBs no comportamento tumoral, oferecendo uma abordagem inovadora que poderia complementar os tratamentos convencionais, potencializando sua eficácia e contribuindo para a melhora da sobrevida e qualidade de vida dos pacientes acometidos com GBM.
Sustentabilidade, saúde e qualidade de vida
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<dc:date>2026-09-11T00:00:00Z</dc:date>
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