<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><feed xmlns="http://www.w3.org/2005/Atom" xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">
<title>Curitibanos - Coordenadoria Especial de Ciências Biológicas e Agronômicas (CBA)</title>
<link href="https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/274443" rel="alternate"/>
<subtitle/>
<id>https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/274443</id>
<updated>2026-10-17T07:26:28Z</updated>
<dc:date>2026-10-17T07:26:28Z</dc:date>
<entry>
<title>Fertilizantes de eficiência aumentada para melhorar o aproveitamento do nitrogênio na cultura de cevada e reduzir impactos ambientais</title>
<link href="https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/276394" rel="alternate"/>
<author>
<name>Miranda, Kalebe Soares</name>
</author>
<id>https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/276394</id>
<updated>2026-09-14T18:29:05Z</updated>
<published>2026-09-14T00:00:00Z</published>
<summary type="text">Fertilizantes de eficiência aumentada para melhorar o aproveitamento do nitrogênio na cultura de cevada e reduzir impactos ambientais
Miranda, Kalebe Soares
A cevada (Hordeum vulgare L.) é uma cultura de inverno de grande importância para a indústria cervejeira, e o nitrogênio (N) é essencial para o seu desenvolvimento e qualidade dos grãos. No entanto, a aplicação de fertilizantes nitrogenados pode resultar em perdas por volatilização de amônia (NH₃) e emissão de óxido nitroso (N₂O), reduzindo a eficiência de uso do N e causando impactos ambientais. Este trabalho teve como objetivo avaliar diferentes fontes nitrogenadas na cultura da cevada em Curitibanos, SC, quanto à eficiência de uso do N e às perdas gasosas. O experimento foi conduzido na Fazenda Experimental Agropecuária da UFSC, em Cambissolo Háplico de textura argilosa, sob plantio direto, com a cultivar BRS Cauê. Foram avaliados quatro tratamentos: controle (C), ureia comum (UC), ureia associada ao inibidor de urease NBPT (U+NBPT) e nitrato de amônio (NA), aplicados em cobertura na dose de 80 kg N ha⁻¹. A volatilização de NH₃ foi avaliada por câmaras estáticas semiabertas, e as emissões de N₂O por câmaras estáticas e cromatografia gasosa. Também foram determinados os teores de N inorgânico no solo, a produtividade e o teor de proteína dos grãos. A UC apresentou a maior perda acumulada de N-NH₃ (6,5 kg ha⁻¹), enquanto U+NBPT e NA apresentaram perdas menores (3,1 e 3,2 kg ha⁻¹, respectivamente). Os fluxos de N₂O concentraram-se nos primeiros 20 dias após a aplicação, com pico máximo para U+NBPT (~90 g N-N₂O ha⁻¹ dia⁻¹). A emissão acumulada de N₂O não diferiu estatisticamente entre as fontes nitrogenadas (média de 0,56% do N aplicado), mas U+NBPT foi superior ao controle (0,62 vs 0,10 g N-N₂O ha⁻¹). A produtividade foi maior com U+NBPT (4,10 Mg ha⁻¹), diferindo do controle (2,20 Mg ha⁻¹), porém sem diferir de UC (3,75 Mg ha⁻¹) e NA (3,60 Mg ha⁻¹). A eficiência de uso do N foi numericamente superior para U+NBPT (0,77%), seguida de NA (0,74%) e UC (0,71%), sem diferença estatística. Conclui-se que o uso do NBPT reduz as perdas por volatilização de NH₃, mas não minimiza a emissão acumulada de N₂O, e que a escolha da fonte nitrogenada deve considerar tanto a eficiência agronômica quanto o impacto ambiental.
Promoção da igualdade, fortalecimento da democracia e governança
</summary>
<dc:date>2026-09-14T00:00:00Z</dc:date>
</entry>
<entry>
<title>Fator de emissão de N2O de fontes nitrogenadas aplicadas em pastagem anual na Serra Catarinense</title>
<link href="https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/276393" rel="alternate"/>
<author>
<name>Andrade, Everton França de</name>
</author>
<id>https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/276393</id>
<updated>2026-09-14T18:28:26Z</updated>
<published>2026-09-09T00:00:00Z</published>
<summary type="text">Fator de emissão de N2O de fontes nitrogenadas aplicadas em pastagem anual na Serra Catarinense
Andrade, Everton França de
A pecuária brasileira, com um dos maiores rebanhos bovinos do mundo, baseia-se em pastagens que ocupam cerca de 160 milhões de hectares, tornando o país o principal produtor e exportador de carne e leite. No entanto, a deposição de dejetos a pasto e o uso de fertilizantes nitrogenados são potenciais emissores de óxido nitroso (N₂O), gás com elevado potencial de aquecimento global. A escassez de dados medidos a campo no Sul do Brasil gera incertezas nos inventários nacionais de gases de efeito estufa. Diante disso, este trabalho teve como objetivo quantificar os fluxos e determinar os fatores de emissão (FE-N₂O, % do N aplicado emitido como N₂O) de fertilizante mineral e excretas bovinas em pastagem de Urochloa brizantha cv. Marandu no Planalto Catarinense (Curitibanos, SC). O experimento foi conduzido em delineamento em blocos casualizados com quatro repetições, compreendendo os tratamentos: Testemunha (solo não fertilizado), Ureia (180 kg N ha⁻¹), Urina bovina e Esterco bovino. Os fluxos de N₂O foram monitorados ao longo de 94 dias (11/02 a 15/05/2026) por meio do método de câmaras estáticas fechadas e cromatografia gasosa. As condições climáticas apresentaram precipitação acumulada de 331,8 mm, temperatura média de 17,4 °C e umidade relativa de 85,1%. As maiores taxas diárias de emissão concentraram-se nos primeiros 31 dias pós-aplicação. A Ureia promoveu resposta rápida e intensa, com pico máximo no 7º dia após aplicação (DAA) de 95,66 g N-N₂O ha⁻¹ dia⁻¹, seguido de segundo pulso no 15º DAA (90,45 g N-N₂O ha⁻¹ dia⁻¹). As excretas animais apresentaram dinâmica temporal defasada, com picos no 24º DAA: 43,91 g N-N₂O ha⁻¹ dia⁻¹ para Urina e 50,20 g N-N₂O ha⁻¹ dia⁻¹ para Esterco. A partir do 31º DAA, houve redução acentuada nas emissões, convergindo para valores basais até o 94º DAA. As perdas cumulativas de N₂O foram significativamente superiores nos tratamentos fertilizados (1.121,5 g N ha⁻¹ para Ureia; 743,4 g N ha⁻¹ para Urina; e 557,2 g N ha⁻¹ para Esterco) em comparação à Testemunha (-309,1 g N ha⁻¹), a qual atuou como dreno líquido de N₂O atmosférico. Os fatores de emissão obtidos foram de 0,79% para a Ureia, 0,38% para a Urina e 0,16% para Esterco bovino, com a Ureia sendo significativamente superior ao Esterco (p = 0,0126). O FE da Ureia foi 21% menor que o padrão global do IPCC (1,0%) e o da Urina representou praticamente a metade (49% inferior) do valor de 0,77% preconizado. Apenas o Esterco (0,16%) apresentou valor acima do padrão internacional de 0,13%, porém dentro do erro-padrão da média. Esses resultados comprovam que as diretrizes internacionais superestimam o impacto da pecuária em pastagens no Sul do Brasil, reforçando a necessidade da desagregação entre urina e esterco e da consolidação de fatores de emissão regionalizados de Nível 2 (Tier 2) para o clima e solos do Planalto Catarinense.
Tecnologia e inovação
</summary>
<dc:date>2026-09-09T00:00:00Z</dc:date>
</entry>
<entry>
<title>Participação da disfunção mitocondrial na indução de neuroinflamação em células microgliais expostas ao excesso de cobre.</title>
<link href="https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/276002" rel="alternate"/>
<author>
<name>Santos, Rafael Heitor Nascimento dos</name>
</author>
<id>https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/276002</id>
<updated>2026-09-11T18:17:33Z</updated>
<published>2026-07-10T00:00:00Z</published>
<summary type="text">Participação da disfunção mitocondrial na indução de neuroinflamação em células microgliais expostas ao excesso de cobre.
Santos, Rafael Heitor Nascimento dos
O cobre é um elemento essencial para a atividade metabólica e celular no sistema nervoso central (SNC), mas o seu acúmulo excessivo desencadeia estresse oxidativo e toxicidade mitocondrial. As células microgliais podem captar cobre e são particularmente sensíveis a alterações redox, podendo desencadear respostas neuroinflamatórias sob estímulos nocivos. Neste sentido, o presente estudo teve como objetivo analisar parâmetros relacionados à disfunção mitocondrial e à neuroinflamação em células de linhagem microglial murina (BV-2) expostas a diferentes concentrações de sulfato de cobre (CuSO4; 0 a 600 µM) por períodos de 24 e 48 horas. Para tanto, avaliou-se a atividade dos Complexos I, II e IV da cadeia respiratória por métodos espectrofotométricos, o potencial de membrana mitocondrial (∆Ψm) utilizando a sonda fluorescente JC-1, a produção de ânion superóxido mitocondrial através da sonda MitoSOX Red e o imunoconteúdo do fator nuclear kappa B (NF-κB) por imunofluorescência. Os resultados demonstraram que a exposição ao CuSO4 provocou uma redução significativa na atividade do Complexo II (succinato desidrogenase) a partir da concentração de 400 µM após 48 horas, sem alterar a atividade dos Complexos I e IV ou despolarizar o ∆Ψm nos tempos e concentrações analisados. Em contrapartida, observou-se uma elevação expressiva na geração de superóxido mitocondrial em todas as concentrações testadas após 24 e 48 horas. Esse aumento do estresse oxidativo mitocondrial foi acompanhado por uma elevação significativa no imunoconteúdo de NF-κB na concentração de 400 µM em ambos os períodos de exposição. Conclui-se que o excesso de cobre induz estresse oxidativo mitocondrial e compromete o Complexo II da cadeia respiratória, além de ativar a via de sinalização NF-κB, favorecendo a transição da micróglia para um fenótipo pró-inflamatório, o que sugere a participação da disfunção mitocondrial na indução da neuroinflamação no SNC.
Sustentabilidade, saúde e qualidade de vida
</summary>
<dc:date>2026-07-10T00:00:00Z</dc:date>
</entry>
<entry>
<title>Segurança agronômica do uso de tembotrione na sucessão milho-alho</title>
<link href="https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/275927" rel="alternate"/>
<author>
<name>Pires, Sabrina Isabel</name>
</author>
<id>https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/275927</id>
<updated>2026-09-11T13:48:23Z</updated>
<published>2026-10-19T00:00:00Z</published>
<summary type="text">Segurança agronômica do uso de tembotrione na sucessão milho-alho
Pires, Sabrina Isabel
A sucessão milho-alho é comum nas regiões do Cerrado Mineiro e Goiano e no Planalto Catarinense. O tembotrione é amplamente utilizado na cultura do milho, porém, há carência de informações sobre o intervalo de segurança para o cultivo do alho. Assim o objetivo desta pesquisa foi determinar um intervalo seguro entre a aplicação de tembotrione e o plantio do alho. O experimento foi conduzido em casa de vegetação da Universidade Federal de Santa Catarina, campus Curitibanos, entre setembro de 2024 e novembro de 2025 em delineamento inteiramente casualizado com oito tratamentos e quatro repetições. Os tratamentos foram intervalos de 0, 30, 60, 90, 150, 210 e 270 dias entre a aplicação de tembotrione (84 g ha-1) e o plantio do alho cv. Esmeralda. Vasos com capacidade de 8 L foram preenchidos com solo (56% de argila, 1,62% de carbono orgânico, pH 4,8) e mantidos em casa de vegetação. Após a aplicação os vasos receberam irrigação equivalente a 20 mm por semana. Quando todas as épocas foram aplicadas (julho de 2025) foram plantados de três bulbilhos de alho por vaso. Avaliou-se a altura e massa seca das plantas de alho aos 140 dias após o plantio. Os dados foram submetidos a análise de regressão e ajustaram-se ao modelo log-logístico. A massa seca e a altura das plantas de alho foram significativamente afetadas pelo intervalo entre a aplicação de tembotrione e o plantio (p &lt; 0,01). O modelo log-logístico estimou o tempo necessária para que o herbicida cause 50% do efeito máximo observado (ED50) em 62 dias, indicando alta persistência inicial do herbicida. A estabilização do crescimento (90% da massa seca máxima) só foi observada em intervalos superiores a 198 dias, sugerindo um carryover prolongado para a cultura. Neste período os vasos receberam irrigação acumulada de 565 mm. Assim, conclui-se que para que o alho apresente 10% de redução na massa seca (atingindo 90% do potencial), deve esperar pelo menos 198 dias após a aplicação do tembotrione para a implantação do alho.
Tecnologia e inovação
</summary>
<dc:date>2026-10-19T00:00:00Z</dc:date>
</entry>
</feed>
