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<title>Departamento de Língua e Literatura Vernáculas</title>
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<updated>2026-09-05T21:20:50Z</updated>
<dc:date>2026-09-05T21:20:50Z</dc:date>
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<title>Extensão metafórica em construções do portugues brasileiro</title>
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<name>Silva, Monisse da Cunha</name>
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<updated>2025-09-15T21:11:37Z</updated>
<published>2025-09-15T00:00:00Z</published>
<summary type="text">Extensão metafórica em construções do portugues brasileiro
Silva, Monisse da Cunha
A pesquisa concentrou-se no estudo dos phrasal verbs no português, uma estrutura normalmente associada ao inglês. Para esta investigação, foi desenvolvido um corpus composto por 80 ocorrências extraídas do Twitter, considerando que a plataforma representa uma forma de escrita informal mais próxima da fala cotidiana. A análise dos dados revelou o uso de estruturas semelhantes aos phrasal verbs no português, com discussão sobre as semelhanças semânticas e estruturais entre as duas línguas.
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<dc:date>2025-09-15T00:00:00Z</dc:date>
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<title>Fonologia das línguas do Golfo da Guiné: Herança das línguas africanas: o caso da entoação e partícula ‘a’ na língua do Príncipe</title>
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<name>Weege, Camila</name>
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<updated>2025-09-09T16:55:03Z</updated>
<published>2025-09-05T00:00:00Z</published>
<summary type="text">Fonologia das línguas do Golfo da Guiné: Herança das línguas africanas: o caso da entoação e partícula ‘a’ na língua do Príncipe
Weege, Camila
Essa pesquisa faz parte do projeto “Fonologia das línguas do Golfo da Guiné”, coordenado pela professora Dra. Ana Lívia Agostinho. O Lung’Ie (LI) é uma língua crioula lexificada pelo português falada na Ilha do Príncipe, em São Tomé e Príncipe. Sua formação remonta ao período de colonização portuguesa, sendo um dos ramos do Protocrioulo do Golfo da Guiné (PGG), originado do contato entre o português e línguas do Delta do Níger e da região do Congo-Angola, faladas por povos escravizados levados às ilhas. De acordo com pesquisas anteriores (Ferraz, 1979; Bandeira, 2017; Agostinho, 2019), além do LI existem outras três línguas crioulas derivadas do PGG: o santome (ou forro), o angolar (AOA), faladas em São Tomé e Príncipe, e o fa d’Ambô (FA), falado em Ano Bom, na Guiné Equatorial. Como mostra Agostinho, Araújo e Santos (2019), com exceção do AOA, essas línguas apresentam uma partícula interrogativa final em perguntas polares, representada fonologicamente por /a/ e /ã/, traço também achado em línguas do grupo edo, da região do Delta do Níger.  O presente trabalho tem como objetivo analisar sentenças interrogativas em LI, com foco nas interrogativas polares, a fim de compreender suas características fonológicas suprassegmentais, especificamente a entoação destas sentenças. Os dados apontam que, nas interrogativas com partícula, o padrão entoacional é decrescente, semelhante ao das declarativas. Já nas interrogativas sem partícula, a entoação é crescente, o que pode estar associado à influência do português, língua oficial e de prestígio, que utiliza a entoação ascendente como marca interrogativa. A hipótese é que, no contato entre LI e português, tenha surgido uma variação no modo de marcar a interrogação, sendo a variante com partícula associada ao traço das línguas africanas ou e a variante sem partícula, marcando a interrogação pela entoação uma inovação influenciada pelo português. Essa pesquisa dialoga com estudos sobre o fa d’Ambô (Agostinho; Araujo; Santos, 2019), nos quais os autores analisaram o mesmo fenômeno na língua de Ano Bom. Para isso, este trabalho se baseia em um corpus de áudios de sentenças declarativas e interrogativas em LI gravadas em 2014 pela coordenadora do projeto, analisadas acusticamente no software Praat. Os resultados, obtidos a partir de 249 sentenças, cada uma produzida em três versões: declarativa, interrogativa com partícula e interrogativa sem partícula,, mostram que o uso da partícula está ligado a um padrão entoacional decrescente, enquanto sua ausência gera entoação crescente. O estudo contribui para a descrição das características suprassegmentais dessa língua, lançando luz sobre processos de formação histórica das línguas crioulas e sobre os efeitos do contato linguístico, ao mesmo tempo em que evidencia a preservação de traços africanos na gramática do LI.
Seminário de Iniciação Científica e Tecnológica.&#13;
Universidade Federal de Santa Catarina.&#13;
Centro de Comunicação e Expressão (CCE).&#13;
Departamento de Língua e Literaturas Vernáculas (DLLV).
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<dc:date>2025-09-05T00:00:00Z</dc:date>
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<title>Ferramentas e estratégias computacionais para leitura e ensino em ambientes virtuais</title>
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<name>Melo, Magnus Ferreira de</name>
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<updated>2025-09-09T15:46:21Z</updated>
<published>2025-09-08T00:00:00Z</published>
<summary type="text">Ferramentas e estratégias computacionais para leitura e ensino em ambientes virtuais
Melo, Magnus Ferreira de
Após o primeiro ano de ciclo de Iniciação Científica, o presente estudo focou no estudo da técnica do verso na obra da poeta carioca Gilka Machado (1893–1990), comparada com a obra poética do escritor pernambucano Manuel Bandeira (1886–1968). Por meio de uma pesquisa quantitativa, utilizou-se o programa Aoidos para a análise dos textos selecionados de ambos escritores, visando observar se Gilka Machado, em sua forma, tinha tendências do movimento Modernista — pelo menos em algum momento de sua carreira. Com isso, observaram-se as semelhanças e diferenças de ambos autores no âmbito formal. Ao final, pode-se notar de Gilka Machado não teve tendências da poesia modernista em suas obras analisadas.
Seminário de Iniciação Científica e Tecnológica.&#13;
Universidade Federal de Santa Catarina.&#13;
Centro de Comunicação e Expressão.&#13;
Departamento de Língua e Literatura Vernáculas.
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<dc:date>2025-09-08T00:00:00Z</dc:date>
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<title>Do Panóptico aos Palcos: a construção de Harry Styles na cultura da vigilância midiática</title>
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<name>Boassi, Hanna Caroline Fanton</name>
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<updated>2025-09-09T15:29:22Z</updated>
<published>2025-06-26T00:00:00Z</published>
<summary type="text">Do Panóptico aos Palcos: a construção de Harry Styles na cultura da vigilância midiática
Boassi, Hanna Caroline Fanton
Este trabalho tem como objetivo analisar as estratégias discursivas que constroem a imagem pública de Harry Styles como um novo modelo de popstar na contemporaneidade. A análise parte de uma perspectiva foucaultiana, especialmente da abordagem arqueogenealógica, para compreender como práticas discursivas atravessadas por relações de poder, dispositivos de controle e processos de subjetivação operam na constituição de figuras midiáticas. A figura de Styles é compreendida como ponto de condensação de discursos sobre masculinidade, sexualidade, moda, consumo e fandom, que se articulam às dinâmicas de visibilidade e vigilância próprias das plataformas digitais. A pesquisa demonstra que a imagem do artista se constrói a partir de gestos ambíguos e performativos, que ora tensionam normas heteronormativas, ora se alinham a estratégias de mercado. A cultura do fandom, as comunidades afetivas digitais e o funcionamento algorítmico das redes sociais também são analisados como dispositivos que regulam afetos, visibilidade e modos de subjetivação. A construção de Styles enquanto celebridade é atravessada por discursos de autenticidade, liberdade de expressão e fluidez de gênero, mas também por práticas de controle, vigilância mútua e mercantilização da diferença. Os resultados evidenciam que a visibilidade contemporânea está imersa em disputas simbólicas nas quais os sujeitos e suas performances são continuamente produzidos, observados e reorganizados segundo lógicas algorítmicas.
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<dc:date>2025-06-26T00:00:00Z</dc:date>
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