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<title>Departamento de Botânica</title>
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<updated>2026-10-13T19:40:56Z</updated>
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<title>Influência da radiação eletromagnética no crescimento, teor de pigmentos e remoção de nutrientes da água por Ulva sp.</title>
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<name>Barbosa, Kaoã Math</name>
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<updated>2024-09-16T12:25:17Z</updated>
<published>2024-09-14T00:00:00Z</published>
<summary type="text">Influência da radiação eletromagnética no crescimento, teor de pigmentos e remoção de nutrientes da água por Ulva sp.
Barbosa, Kaoã Math
Toda forma de vida no planeta depende direta ou indiretamente da luz, seja ela de uma fonte natural ou artificial. Sendo assim, organismos que a utilizam como fonte de energia assumem uma maior importância no estudo de respostas biológicas fotorreguladas. Espécies do gênero de macroalga Ulva possuem uma ampla gama de aspectos fisiológicos e morfológicos estudados, entretanto não se entende muito bem como alguns desses aspectos se comportam em diferentes condições luminosas. Nesse sentido, este trabalho avaliou a influência da qualidade da radiação fotossinteticamente ativa (PAR) no crescimento, teor pigmentar e absorção de nutrientes por uma espécie desse gênero. Para isso, as algas foram expostas a tratamentos com nove diferentes espectros eletromagnéticos emitidos por lâmpadas LED e uma irradiância de 40 µmol fótons.m-2.s-1 comum a todos. Ao final, os resultados apresentaram diferenças significativas entre os tratamentos para absorção de nutrientes, crescimento e conteúdo pigmentar, tendo sido observada uma maior eficiência dessas respostas fisiológicas em comprimentos de onda menores dentro da PAR. O tratamento com 437 nm foi o que apresentou maiores valores de clorofila a, eficiência na remoção de nutrientes e taxa de crescimento. Já os menores valores no geral foram encontrados no tratamento com 410 nm, que está no limite da PAR e não disponibiliza energia suficiente para desencadear respostas avaliadas nesse estudo em maior magnitude.
Vídeo PIBIC ciclo 23/24
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<dc:date>2024-09-14T00:00:00Z</dc:date>
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<title>O que tem dentro de uma folha e o que isso tem a ver com a minha vida?</title>
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<name>Dallazen, Vicenzo Albiero</name>
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<updated>2024-09-09T17:58:26Z</updated>
<published>2024-09-08T00:00:00Z</published>
<summary type="text">O que tem dentro de uma folha e o que isso tem a ver com a minha vida?
Dallazen, Vicenzo Albiero
A família Violaceae é quase cosmopolita e compreende cerca de 25 gêneros, com muitas espécies de uso amplo e já consolidado na medicina humana e veterinária, além de grande potencial farmacológico ainda pouco explorado. Após análises filogenéticas a partir dos anos 1990, confirmou-se que Hybanthus s. l., até então o segundo maior gênero em número de espécies, é polifilético. Desde então, foi restabelecido o gênero Pombalia, para incluir 41 espécies e uma variedade de segregados de Hybanthus s. l. do continente americano, mas que ainda possui muitos problemas de delimitação taxonômica por resolver. Nesse contexto, a Anatomia Vegetal surge como um tradicional campo das Ciências Botânicas com histórico de auxílio a várias outras áreas do conhecimento, como fisiologia vegetal, ecologia, criminalística e a própria sistemática. Por conseguinte, este trabalho buscou analisar a micromorfologia externa e a anatomia de sementes e folhas de cinco táxons de Violaceae, entre eles um ainda não descrito, de modo a fornecer caracteres que deem suporte às novas análises filogenéticas incluindo sequências deste e ajudar a preencher, na família como um todo, o vácuo de informações a nível micromorfológico e anatômico.
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<dc:date>2024-09-08T00:00:00Z</dc:date>
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<title>Diversidade e conservação de Onagraceae Juss. em Santa Catarina</title>
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<name>Cardoso, Gabriela Maciel</name>
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<updated>2024-09-08T20:09:57Z</updated>
<published>2024-09-08T00:00:00Z</published>
<summary type="text">Diversidade e conservação de Onagraceae Juss. em Santa Catarina
Cardoso, Gabriela Maciel
Onagraceae é uma família botânica pertencente à Ordem Myrtales com cerca de 650 espécies distribuídas em 20 gêneros. Em Santa Catarina ocorrem os gêneros Epilobium L., Fuchsia L., Ludwigia L. e Oenothera L.. É uma das famílias menos avaliadas quanto ao seu estado de conservação, tanto em nível nacional quanto estadual. O objetivo deste trabalho foi atualizar o tratamento taxonômico da família e avaliar o estado de conservação das espécies no estado de Santa Catarina, de acordo com o critério B da IUCN. Para isso, a descrição das espécies foi feita a partir da análise de exsicatas das coleções dos herbários FLOR, CRI e HBR. A avaliação do estado de conservação foi feita a partir de exsicatas de coletas realizadas a partir de 1970, citadas no tratamento taxonômico mais recente e materiais identificados posteriormente à revisão, selecionados a partir da análise das coleções. As coordenadas geográficas citadas nas exsicatas foram conferidas ou obtidas no Google Earth ou Maps e foram compiladas em vista da realização dos cálculos de Área de Ocupação (AOO) e Extensão de ocorrência (EOO) para os quais foi utilizada a ferramenta GeoCAT. Das 27 espécies de Onagraceae 17 foram avaliadas em categorias de ameaça.
Seminário de Iniciação Científica e Tecnológica.&#13;
Universidade Federal de Santa Catarina.&#13;
Centro de Ciências Biológicas. Departamento de Botânica
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<dc:date>2024-09-08T00:00:00Z</dc:date>
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<title>Identificação de hotspots de diversidade evolutiva na restinga catarinense</title>
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<name>Hames, Kathleenn Cauana</name>
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<name>Hames, Kathleenn Cauana</name>
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<updated>2024-09-08T20:04:58Z</updated>
<published>2024-09-08T00:00:00Z</published>
<summary type="text">Identificação de hotspots de diversidade evolutiva na restinga catarinense
Hames, Kathleenn Cauana; Hames, Kathleenn Cauana
A restinga abarca um conjunto de comunidades florísticas que exercem estabilização dos sedimentos arenosos, manutenção da drenagem natural e preservação da fauna residente e migratória associada. Este conjunto de características associada à vegetação da restinga a situa de forma ímpar para a manutenção dos ecossistemas costeiros da Mata Atlântica. Entretanto, as restingas catarinenses correspondem a uma das áreas naturais mais ameaçadas do Brasil, devido a sua distribuição conflitante aos interesses de atividades econômicas e crescente especulação imobiliária. A carência de estudos que abordam a origem e estrutura destas comunidades e consequentemente a compreensão dos fatores que impactam na manutenção da biodiversidade das mesmas,  prejudica políticas efetivas que visem a preservação de seu potencial evolutivo. Visto isso, este trabalho teve como principal objetivo a divulgação dos resultados do projeto de pesquisa “Identificação de hotspots de diversidade evolutiva na restinga catarinense”, referentes a temática citada, no formato de policy briefs que foram adaptados ao modelo de cartilha para público não acadêmico e infantil. Durante a execução das atividades, intercorrências em relação aos resultados do projeto, que sofreram atrasos, redirecionaram o foco para levantamentos sobre o contexto de divulgação científica local a partir da produção de conteúdo para o projeto de letramento científico Scientia Amabilis, incluindo o design do website, que é um desdobramento deste projeto de pesquisa e onde os policy briefs serão publicados. Entre os conteúdos produzidos, realizei a compilação de projetos e laboratórios do CCB-UFSC que realizam divulgação científica no meio digital (páginas de internet e/ou perfis de redes sociais). Os resultados denotam o baixo percentual de projetos de extensão ativos em canais digitais que buscam integrar a sociedade ao saber e produção científica. Isso evidencia a importância de veículos seriamente vinculados a esta proposta extensionista, tal como o website mencionado e a adequação de conteúdo científico para público externo à comunidade acadêmica.; A restinga abarca um conjunto de comunidades florísticas que exercem estabilização dos sedimentos arenosos, manutenção da drenagem natural e preservação da fauna residente e migratória associada. Este conjunto de características associada à vegetação da restinga a situa de forma ímpar para a manutenção dos ecossistemas costeiros da Mata Atlântica. Entretanto, as restingas catarinenses correspondem a uma das áreas naturais mais ameaçadas do Brasil, devido a sua distribuição conflitante aos interesses de atividades econômicas e crescente especulação imobiliária. A carência de estudos que abordam a origem e estrutura destas comunidades e consequentemente a compreensão dos fatores que impactam na manutenção da biodiversidade das mesmas,  prejudica políticas efetivas que visem a preservação de seu potencial evolutivo. Visto isso, este trabalho teve como principal objetivo a divulgação dos resultados do projeto de pesquisa “Identificação de hotspots de diversidade evolutiva na restinga catarinense”, referentes a temática citada, no formato de policy briefs que foram adaptados ao modelo de cartilha para público não acadêmico e infantil. Durante a execução das atividades, intercorrências em relação aos resultados do projeto, que sofreram atrasos, redirecionaram o foco para levantamentos sobre o contexto de divulgação científica local a partir da produção de conteúdo para o projeto de letramento científico Scientia Amabilis, incluindo o design do website, que é um desdobramento deste projeto de pesquisa e onde os policy briefs serão publicados. Entre os conteúdos produzidos, realizei a compilação de projetos e laboratórios do CCB-UFSC que realizam divulgação científica no meio digital (páginas de internet e/ou perfis de redes sociais). Os resultados denotam o baixo percentual de projetos de extensão ativos em canais digitais que buscam integrar a sociedade ao saber e produção científica. Isso evidencia a importância de veículos seriamente vinculados a esta proposta extensionista, tal como o website mencionado e a adequação de conteúdo científico para público externo à comunidade acadêmica.
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