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<title>Departamento de Ciências Farmacêuticas</title>
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<updated>2026-09-05T21:51:17Z</updated>
<dc:date>2026-09-05T21:51:17Z</dc:date>
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<title>Avaliação do potencial antioxidante e fotoprotetor de extratos de Eugenia umbelliflora O. Berg</title>
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<name>Jurgelevicius, Lyvia Sanches</name>
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<updated>2023-09-26T18:43:08Z</updated>
<published>2023-09-26T00:00:00Z</published>
<summary type="text">Avaliação do potencial antioxidante e fotoprotetor de extratos de Eugenia umbelliflora O. Berg
Jurgelevicius, Lyvia Sanches
Estudos anteriores realizados com os frutos verdes de Eugenia umbelliflora demonstraram a prevalência em sua composição química de compostos fenólicos da classe de floroglucinóis, o que instiga a investigar seu potencial antioxidante e fotoprotetor. Deste modo, o objetivo do presente estudo foi investigar as propriedades antioxidantes pelo método de DPPH, bem como, a fotoproteção de extratos pelo método de Mansur, ambos utilizando da espectrofotometria dos extratos obtidos por extração hidroetanólica e fluido supercrítico, oriundos dos frutos verdes de E. umbelliflora. Os resultados apresentados no presente vídeo referem-se às atividades desenvolvidas no período de maio a setembro/2023 diante da disponibilidade de bolsa remanescente do Edital Pibic 2022. &#13;
Em função do tempo dedicado à execução nem todos os objetivos propostos foram alcançados, como a análise do fator de proteção solar de todos os extratos e a investigação da atividade antioxidante, porém dar-se-á continuidade à pesquisa. &#13;
Os resultados observados no ensaio de Fator de Proteção Solar (FPS) com os extratos obtidos por extração por fluido supercrítico na concentração 60 μg/mL ([B] 7,772 ± 0,016 - [C] 22,851 ± 2,142 - [E] 7,352 ± 0,485 - [F] 15,687 ± 0,199) caracterizam os extratos como uma promissora opção para o desenvolvimento de um dermocosmético.
PIBIC (graduação) - Universidade Federal de Santa Catarina.
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<dc:date>2023-09-26T00:00:00Z</dc:date>
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<title>Nanotecnologia aplicada ao desenvolvimento de formulações farmacêuticas</title>
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<name>Lourenço, Carolina</name>
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<updated>2023-09-10T20:43:30Z</updated>
<published>2023-09-10T00:00:00Z</published>
<summary type="text">Nanotecnologia aplicada ao desenvolvimento de formulações farmacêuticas
Lourenço, Carolina
Distúrbios nos níveis séricos de lipoproteínas podem levar ao desenvolvimento de doenças ateroscleróticas, consideradas as primeiras causas de óbitos no mundo, visto que 200.000 pessoas falecem a cada ano, em decorrência de complicações destas. O tratamento mais comum para as dislipidemias é feito com fármacos de característica hipolipemiantes conhecidos como estatinas, que inibem a enzima HMG-CoA redutase, reduzindo os níveis de colesterol ao inibir a síntese do mevalonato (passo 1 da via de biossíntese do colesterol). Estes fármacos podem ser de origem sintética, como a atorvastatina, ou isoladas de culturas fúngicas, como a sinvastatina (SIN). A SIN é administrada como um pró-fármaco, e é classificada pelo Sistema de Classificação Biofarmacêutico como BCS II, possuindo baixa solubilidade sistêmica causada pela biotransformação no fígado. Além da diminuição dos níveis de colesterol, estudos recentes sugerem que o bloqueio da via do mevalonato causa um estresse oxidativo, visto que inibe a síntese de compostos como a ubiquinona (CoQ10) , carreadora de elétrons na fosforilação oxidativa. Sendo possível então, utilizar estatinas como a SIN e a CoQ10 como adjuvantes, já que a primeira, além de reduzir os níveis de colesterol, reduz também a segunda. Porém, ambos insumos farmacêuticos ativos possuem uma baixa biodisponibilidade, sendo possível então adotar diferentes estratégias para melhorar o perfil de dissolução destas, como a formação de nanopartículas poliméricas, que como consequência da redução do tamanho das partículas dos materiais, promove um aumento da área superficial em relação ao volume, conferindo um aumento de solubilidade e dissolução de moléculas insolúveis. Portanto, os insumos farmacêuticos ativos (IFAs) foram caracterizados por DSC, e mostraram propriedades de estruturas cristalinas. A metodologia desenvolvida por cromatografia líquida de alta eficiência (CLAE), demonstrou-se eficaz para caracterização e determinação da eficiência de encapsulamento das nanopartículas híbridas. Além disso, a dimensão do tamanho de partícula de todas as nanopartículas (Q10, SIN e Q10/SIN) se mostram menores de 300 nm, o que demonstra um transporte intestinal eficiente em direção ao sistema linfático, além disso, demonstram uma uniformidade em relação ao tamanho, devido aos baixos valores de índice de polidispersão, formando uma distribuição unimodal. O comportamento térmico das NH liofilizadas se mostrou diferente ao comportamento dos IFA, apresentando características de compostos amorfos, resultado que tende a aumentar a solubilidade aquosa e a biodisponibilidade oral dos fármacos.
Seminário de Iniciação Científica e Tecnológica. Universidade Federal de Santa Catarina. Centro de Ciências da Saúde. Departamento de Ciências Farmacêuticas
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<dc:date>2023-09-10T00:00:00Z</dc:date>
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<title>Desenvolvimento e caracterização química e físico-química de nanocarreadores lipídicos para vetorização de miRNA e licopeno para o tratamento da Doença de Parkinson</title>
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<name>Vieira, João Victor Soares</name>
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<updated>2023-09-10T20:18:08Z</updated>
<published>2023-09-10T00:00:00Z</published>
<summary type="text">Desenvolvimento e caracterização química e físico-química de nanocarreadores lipídicos para vetorização de miRNA e licopeno para o tratamento da Doença de Parkinson
Vieira, João Victor Soares
A Doença de Parkinson (DP) é uma doença degenerativa cujas alterações motoras decorrem principalmente da morte de neurônios dopaminérgicos. Os medicamentos utilizados no tratamento da DP são sintomáticos, ou seja, repõem parcialmente a dopamina que está faltando, mas não evitam o progresso da doença. Uma das abordagens inovadoras que têm sido estudadas para o tratamento da DP consiste na terapia com microRNAs (miRNAs). No entanto, apesar do grande potencial de uso de medicamentos à base miRNAs terapêuticos, o desenvolvimento de formulações seguras e eficazes é um desafio, uma vez que tais moléculas são rapidamente degradadas nos fluidos biológicos pela ação das nucleases e são incapazes de se difundir através das membranas plasmáticas e atingir o alvo terapêutico. Neste sentido, o uso de nanocarreadores não virais, como as nanopartículas lipídicas (NPLs), tem sido considerada uma estratégia promissora para a vetorização de miRNAs terapêuticos. Aliado ao interesse da vetorização de um miRNA por meio de NPLs, visando o tratamento da DP, ao longo da realização deste projeto surgiu o interesse de associar o licopeno às partículas, uma molécula com propriedades antioxidantes e neuroprotetoras já relatadas na literatura. Assim, visando obter um sistema de liberação para veicular um miRNA e licopeno, nanopartículas lipídicas (NPLs) estão sendo desenvolvidas em nosso grupo de pesquisa. Tais partículas são constituídas por um lipídio catiônico (DOTAP e/ou DODMA) que permite complexar ácidos nucleicos para liberação no interior das células, por um lipídio peguilado (DSPE-PEG2000) a qual confere estabilidade e capacidade às partículas de escapar do sistema imune, e por lipidios estruturantes como o colesterol e o fosfolipídio DSPC. Neste trabalho de iniciação científica, NPLs brancas e com licopeno foram preparadas pela técnica de diluição de uma solução etanólica dos lipídios em uma solução tampão acetato pH 4,0. As NPLs foram formadas espontaneamente e posteriormente dialisadas contra tampão fosfato pH 7,4. As NPLs foram caracterizadas quanto ao tamanho, índice de polidispersão e potencial zeta. O teor de licopeno foi estimado após análise das formulações por cromatografia líquida de alta eficiência. Os resultados mostraram a obtenção de NPLs com tamanhos variando entre 150 e 400 nm e potencial zeta de cerca de +20 a +30 mV, dependendo do tipo de lipídio catiônico empregado. A incorporação de licopeno às formulações levou à redução do tamanho das partículas, e o teor encontrado nas formulações foi de cerca de 40 g/mL. Os resultados obtidos até este momento neste trabalho servirão como base para estudos de formulação visando a coencapsulação do miRNA e do licopeno.
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<dc:date>2023-09-10T00:00:00Z</dc:date>
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<title>Comparação de dois modelos experimentais  para o estudo das alterações  cardiovasculares induzidas pela sepse</title>
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<name>Pacheco, Vanessa Soares</name>
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<id>https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/250763</id>
<updated>2023-09-10T13:44:44Z</updated>
<published>2023-09-09T00:00:00Z</published>
<summary type="text">Comparação de dois modelos experimentais  para o estudo das alterações  cardiovasculares induzidas pela sepse
Pacheco, Vanessa Soares
A sepse representa a principal causa de morte por infecção em hospitais. O comprometimento do sistema cardiovascular está geralmente associado ao aumento da mortalidade. Portanto, pesquisas utilizando modelos animais sépticos auxiliam a investigar os mecanismos envolvidos e novas formas de tratamento da doença. O modelo de ligadura e perfuração cecal (CLP) induz uma peritonite polimicrobiana e é o padrão ouro para representar a sepse humana em ratos. Uma das dificuldades encontradas com esse modelo é a padronização da severidade da doença que está diretamente relacionada a quantidade de fezes extravasadas. O modelo de injeção intraperitoneal de fezes (FIP), permite a injeção de uma quantidade padronizada de fezes na cavidade peritoneal dos animais. Porém, ao contrário do modelo CLP, ainda não é descrito na literatura se o modelo FIP é capaz de reproduzir a disfunção do sistema cardiovascular presente em pacientes sépticos, dificultando o uso desse modelo na pesquisa pré-clínica. Portanto, o objetivo deste estudo foi avaliar o potencial do modelo FIP em reproduzir as alterações cardiovasculares induzidas pela sepse em comparação ao modelo atualmente utilizado (CLP). Para isso, foram avaliadas as características hemodinâmicas (hipotensão, resposta pressórica à vasoconstritores, fluxo sanguíneo renal), os marcadores de dano tecidual plasmático, a severidade da doença e a mortalidade de ratos Wistar submetidos ao modelo experimental de indução de sepse por CLP ou FIP. Observamos que as análises feitas tiveram êxito e o modelo FIP reproduziu as alterações observadas na sepse de forma consistente, podendo ser implementado para o estudo dessa condição. Refinando os modelos experimentais, pois oferece alternativa menos invasiva e padronizada.
Seminário de Iniciação Científica e Tecnológica. Universidade Federal de Santa Catarina.&#13;
Centro de Ciências Biológicas. Departamento de Farmacologia.
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<dc:date>2023-09-09T00:00:00Z</dc:date>
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