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<title>Departamento de Geociências</title>
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<updated>2026-09-05T16:27:06Z</updated>
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<title>Gestão de desastres hidrológicos em Santa Catarina: correlações espaciais com indicadores socioeconômicos, demográficos e implicações no desenvolvimento municipal</title>
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<name>Adler, João Vitor</name>
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<updated>2021-09-03T18:40:36Z</updated>
<published>2021-09-01T00:00:00Z</published>
<summary type="text">Gestão de desastres hidrológicos em Santa Catarina: correlações espaciais com indicadores socioeconômicos, demográficos e implicações no desenvolvimento municipal
Adler, João Vitor
O presente trabalho teve por objetivo analisar a distribuição espacial e temporal das inundações, alagamentos e enxurradas, para o estado de Santa Catarina, e relacionar a ocorrência destes processos com a dinâmica atmosférica. Para isto, foram utilizados os registros de desastres do S2ID, a componente atmosférica foi analisada por meio da literatura e os resultados foram analisados por meio de mapas e gráficos. Notou-se que os alagamentos não estão associados aos municípios mais urbanizados, o que pode indicar equívocos no registro. As inundações estão mais associadas a municípios cujas bacias compõem rios de maior ordem fluvial, enquanto que as enxurradas estão mais associadas a municípios localizados em cabeceiras ou em bacias declivosas, coincidentes com as bacias do Atlântico Leste. Contudo, a análise dos dados demonstrou que a distribuição espacial e temporal dos desastres é irregular, ocorrendo com maior ou menor frequência em praticamente todos os municípios. Quanto à frequência temporal, pode-se traçar uma relação pontual entre os registros e a ocorrência do El Niño. Por fim, a partir da análise espacial conjugada com a análise da dinâmica atmosférica, pode-se classificar o estado em cinco regiões. A partir dessa proposta de regionalização, pode-se direcionar esforços em termos de sistema de alerta, visto que locais mais propensos a enxurradas requerem sistema de alerta em escala local.
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<dc:date>2021-09-01T00:00:00Z</dc:date>
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<title>Variação de indices de vegetação e variabilidade pluviométrica associada à teleconexões na Região Sul do Brasil</title>
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<name>Pereira, Emilly Lais</name>
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<updated>2021-08-24T10:16:12Z</updated>
<published>2021-08-23T00:00:00Z</published>
<summary type="text">Variação de indices de vegetação e variabilidade pluviométrica associada à teleconexões na Região Sul do Brasil
Pereira, Emilly Lais
O objetivo deste relatório de pesquisa foi de contemplar a revisão bibliográfica das principais contribuições a respeito da dinâmica da precipitação pluviométrica, considerando os principais sistemas atmosféricos que produzem instabilidades atmosféricas e que produzem chuva na Região Sul do Brasil. Trata-se das atividades desenvolvidas na primeira parte do cronograma inicial. Neste sentido, a contribuição destaca as principais abordagens, metodologias e conceitos utilizadas nas principais propostas de classificação climática da Região Sul do Brasil, que ajudam a explicar a dinâmica da variabilidade pluviométrica e gênese dos sistemas atmosféricos geradores de chuva.
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<dc:date>2021-08-23T00:00:00Z</dc:date>
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<title>Variação de índices de vegetação e variabilidade pluviométrica associada à teleconexões climáticas na Região Sul do Brasil</title>
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<name>Pereira, Emilly Lais</name>
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<updated>2021-08-24T10:16:11Z</updated>
<published>2021-08-23T00:00:00Z</published>
<summary type="text">Variação de índices de vegetação e variabilidade pluviométrica associada à teleconexões climáticas na Região Sul do Brasil
Pereira, Emilly Lais
O objetivo deste relatório de pesquisa foi de contemplar a revisão bibliográfica das principais contribuições a respeito da dinâmica da precipitação pluviométrica, considerando os principais sistemas atmosféricos que produzem instabilidades atmosféricas e que produzem chuva na Região Sul do Brasil. Trata-se das atividades desenvolvidas na primeira parte do cronograma inicial. Neste sentido, a contribuição destaca as principais abordagens, metodologias e conceitos utilizadas nas principais propostas de classificação climática da Região Sul do Brasil, que ajudam a explicar a dinâmica da variabilidade pluviométrica e gênese dos sistemas atmosféricos geradores de chuva.
Seminário de Iniciação Científica e Tecnológica&#13;
Universidade Federal de Santa Catarina&#13;
Centro de Filosofia e Ciências Humanas&#13;
Geografia
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<dc:date>2021-08-23T00:00:00Z</dc:date>
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<title>Qualidade Ambiental do Fragmento de Habitat do Bosque do Centro de Filosofia e Ciências Humanas</title>
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<name>Rech, Bruno</name>
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<updated>2021-08-23T10:46:38Z</updated>
<published>2021-08-21T00:00:00Z</published>
<summary type="text">Qualidade Ambiental do Fragmento de Habitat do Bosque do Centro de Filosofia e Ciências Humanas
Rech, Bruno
O denominado Bosque do CFH é uma área verde de cerca de 3,5 ha que integra o campus Trindade da Universidade Federal de Santa Catarina. Ali encontra-se uma área de preservação permanente de mata ciliar com remanescentes de vegetação nativa.&#13;
O Bosque, assim como todo o campus universitário, faz parte da Bacia Hidrográfica do Itacorubi. Localizada na região central da Ilha de Santa Catarina, essa bacia possui uma área de aproximadamente 29 km², dos quais mais de 40% são urbanizados.&#13;
A importância ecológica de áreas como o Bosque é substancial em locais tão intensamente ocupados. A urbanização provoca a alteração da paisagem com consequente supressão e fragmentação das áreas florestadas. Dessa forma, os remanescentes de mata nativa atuam como manchas florestais em meio à ocupação humana.&#13;
Infelizmente, muitos dos levantamentos previstos foram impossibilitados pela pandemia. Contudo, analisou-se dados já existentes e outros foram levantados a partir de técnicas de geoprocessamento.&#13;
Identificou-se que o Bosque do CFH, enquanto fragmento de habitat, mostra-se importante em diversos aspectos:&#13;
1.	Atua como mata ciliar de um riacho urbano, sujeito a grandes pressões antropogênicas e à consequente degradação ambiental;&#13;
&#13;
2.	Possui função de corredor ecológico, que conecta áreas de maciço e de planície, uma vez que se situa entre importantes áreas florestadas como o Parque Natural Municipal do Morro da Cruz, o Parque Municipal do Maciço da Costeira, o Parque Municipal do Córrego Grande e o Manguezal do Itacorubi;&#13;
&#13;
3.	É um ambiente de lazer e contemplação frequentado pela comunidade acadêmica, servindo como espaço não-formal de educação ambiental. Pode-se citar o desenvolvimento de atividades do Núcleo de Desenvolvimento Infantil no Bosque.&#13;
&#13;
De acordo com um levantamento realizado pela Coordenadoria de Gestão Ambiental da UFSC, a área de 3,5 ha do Bosque possui cerca de 627 árvores com diâmetro superior a 30 cm, de 90 espécies diferentes. 45 dessas árvores possuem algum grau de vulnerabilidade ou ameaça. 60% são árvores nativas, 12% são endêmicas e 28% são exóticas.&#13;
Aponta-se, no âmbito do projeto, uma área de cerca de 1,8 ha vizinha ao Bosque do CFH e também parte do campus da UFSC. Trata-se de um espaço de especial relevância por estar situado entre dois riachos: aquele que cruza o bosque e outro advindo do bairro Pantanal. É, portanto, um espaço que integra duas áreas de preservação permanente. Além disso, em razão da sua localização em relação aos corpos hídricos e pelo fato de ser plana, essa área é sujeita à inundação.&#13;
De acordo com o levantamento de árvores citado anteriormente, essa área possui 108 árvores de 34 espécies, das quais 08 possuem algum grau de vulnerabilidade. 61% delas são nativas e 11% são endêmicas. &#13;
Dadas as suas características, é imperativo que essa área seja preservada e integre o Bosque do CFH, o que lhe conferirá uma área total de 5,3 ha. Atualmente, a referida área é coberta majoritariamente por gramínea. Considerando um plantio com espaçamento de 2 metros e meio entre as mudas, essa área comportaria cerca de 2.800 árvores!&#13;
O Bosque do CFH é, portanto, um espaço de grande relevância para a preservação ambiental, o paisagismo e o lazer da comunidade acadêmica. Essa relevância deverá se tornar ainda maior com a inclusão da área desflorestada que se situa entre os riachos e com o plantio de mais mudas nos espaços ainda não ocupados e a substituição das espécies exóticas por nativas.
Seminário de Iniciação Científica e Tecnológica - Universidade Federal de Santa Catarina - Centro de Filosofia e Ciências Humanas - Departamento de Geociências
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<dc:date>2021-08-21T00:00:00Z</dc:date>
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