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<title>Ciências Exatas, da Terra e Engenharias</title>
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<updated>2026-09-05T13:57:31Z</updated>
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<title>Avaliação fluidodinâmica de trocadores de calor de placas gaxetadas com enfoque em transferência de calor</title>
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<name>Costa, Thiago Prestes</name>
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<updated>2022-09-23T10:37:34Z</updated>
<published>2022-08-16T00:00:00Z</published>
<summary type="text">Avaliação fluidodinâmica de trocadores de calor de placas gaxetadas com enfoque em transferência de calor
Costa, Thiago Prestes
Trocadores de calor de placas gaxetadas (PHE) são equipamentos compactos, e.g. proporcionam elevada área de transferência de calor em razão de volume ou área de footprint, em razão da utilização de placas corrugadas de pequena espessura (até 0,8 mm). Apesar de permitir uma alta eficiência de troca térmica, a utilização de placas de pequena espessura diminui muito a resistência mecânica das mesmas, gerando falhas no PHE associadas às deformações excessivas nas placas. Essas falhas, além de comprometer a eficiência das plantas de processamento de petróleo, também apresentam impactos de SMS (segurança, meio ambiente e saúde), já que pode haver contaminação de fluidos e/ou vazamento de fluido para o exterior. Nos últimos anos, tem havido um grande esforço dos fabricantes desses equipamentos e dos usuários para uma melhor compreensão dos fenômenos envolvidos e desenvolver soluções paliativas para o aumento da robustez desse tipo de permutador. No que tange o funcionamento hidrodinâmico e térmico, a indústria de óleo e gás ainda carece de avaliações de transferência de calor, deposição (fenômeno conhecido por fouling) e problemas associados à distribuição irregular de vazão. As correlações disponíveis são baseadas em geometrias e condições operacionais que não são encontradas nos PHE empregados na indústria. Dessa forma, busca-se retratar típicas condições operacionais da indústria de óleo em laboratório para avaliação do coeficiente global de transferência de calor em PHEs.
RELATÓRIO FINAL – PIBIC/CNPq
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<dc:date>2022-08-16T00:00:00Z</dc:date>
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<title>Teoria espectral e diagonalização de matrizes normais</title>
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<name>Júnior Campos, José Eduardo dos Santos</name>
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<updated>2022-09-15T11:56:54Z</updated>
<published>2022-09-14T00:00:00Z</published>
<summary type="text">Teoria espectral e diagonalização de matrizes normais
Júnior Campos, José Eduardo dos Santos
As C∗-álgebras desempenham um papel importante nas ciências, em matemática por exemplo, nos permite “traduzir” certos objetos matemáticos em C∗-álgebras,&#13;
podendo assim fazer inferências acerca desse objeto utilizando teoremas sobre C∗-&#13;
álgebras associado ao objeto. Outras aplicações de suma importância é na Física,&#13;
as C∗-álgebras são úteis na formulação da mecânica estatística e também na caracterização da mecânica quântica. Assim, para estudarmos&#13;
as C∗-álgebras, é necessário construir alguns conhecimentos prévios, em especial,&#13;
a análise funcional e a teoria espectral. É nesse sentido que essa pesquisa segue,&#13;
o objetivo básico é dar os ingredientes teóricos essenciais para começar um debru-&#13;
çamento acerca das C∗-álgebras, desse modo a concentração desse estudo estará&#13;
na teoria espectral e no entendimento de alguns resultados que estão relacionados&#13;
com as C∗-álgebras. A grosso modo, a teoria espectral consiste de estudar o espectro&#13;
de operadores lineares, que no caso de espaços vetoriais de dimensão finita são o&#13;
conjunto de autovalores de um dado operador, sendo este estudo fundamental para&#13;
descrição de operadores lineares normais. Os operadores lineares normais é uma classe de operadores que é comutante quando composto com o seu adjunto, e essa condição permite  deduzir resultados muitos úteis para descrição, como a existência de bases ortonormais para um espaço consistindo de autovetores de um operador normal que está sobre esse espaço.  Além do que associar e relacionar operadores com matrizes é interessante para darmos uma interpretação matricial para os resultados obtidos com o estudo dos operadores lineares normais. outro resultado importante desse estudo é teorema espectral para operadores normais, O teorema espectral é uma versão algébrica do teorema da diagonalização de matrizes normais e da existência de bases de autovetores de operadores normais,&#13;
permitindo fazer uma descrição de um operador normal&#13;
através do seu espectro. Em outras palavras, este resultado&#13;
permite determinar um operador normal por meio dos seus&#13;
autovalores e as suas projeções espectrais, ou seja, as&#13;
projeções ortogonais sobre os autoespaços associados.  bem como, este resultado pode ser observado como uma&#13;
manifestação do teorema de representação de Gelfand para&#13;
c∗-álgebras comutativas, sobre o qual descreve estas álgebras&#13;
também através de seu espectro.
Um  breve vídeo enunciando e comentando alguns resultados obtido no projeto de iniciação científica ciclo 2021/2022
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<dc:date>2022-09-14T00:00:00Z</dc:date>
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<title>Pesquisa sobre Gestão dos Odores em Sistema de Esgoto - Estudo em Balneário Camboriu</title>
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<name>souza, marina victoria da silva</name>
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<updated>2021-09-09T10:20:14Z</updated>
<published>2021-08-29T00:00:00Z</published>
<summary type="text">Pesquisa sobre Gestão dos Odores em Sistema de Esgoto - Estudo em Balneário Camboriu
souza, marina victoria da silva
Áreas residenciais cada vez mais próximas as estações de tratamento de esgotos (ETE) trazem reclamações acerca das emissões odorantes e expõem seus impactos na população. A intensidade e o espalhamento dos odores decorrentes dessas instalações dependem de inúmeros fatores, como das características da fonte emissora, da meteorologia, da variabilidade dos compostos e da topografia. O uso de modelos de emissão e dispersão com o intuito de prever o impacto tem sido uma abordagem adotada em larga escala. Modelagem de odores com a adoção de emissões constantes são comumente utilizadas, já que há uma dificuldade de medição in loco das emissões de ETE, principalmente nas superfícies líquidas passivas. Porém, essa prática não é fiel a realidade e induz uma sucessão de erros que são propagados da estimativa de emissão para os modelos de dispersão, resultando em estimativas falhas de distâncias de separação, o que dificulta prevenir o impacto odorante sentido pelos receptores. Para uma tomada de decisão certeira, é necessário que a modelagem de dispersão de odores na atmosfera retrate a realidade, por isso a adoção de emissões variáveis é tão importante. Assim, estudou-se por meio de revisão bibliográfica a influência na escolha dos parâmetros e tipos de taxa de emissão no cálculo e modelagem das distâncias de separação. Como resultado, foi possível perceber que o impacto odorante ocasionado por emissões variáveis são mais fieis a realidade e permitem prever melhor o impacto causado por essa fonte.
Relatório de estágio de iniciação científica - Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) - Centro Tecnológico (CTC) - Curso de Engenharia Sanitária e Ambiental - Laboratório de Efluentes Líquidos e Gasosos (LABEFLU)
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<dc:date>2021-08-29T00:00:00Z</dc:date>
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<title>Gestão de desastres hidrológicos em Santa Catarina: correlações espaciais com indicadores socioeconômicos, demográficos e implicações no desenvolvimento municipal</title>
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<name>Adler, João Vitor</name>
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<updated>2021-09-03T18:40:36Z</updated>
<published>2021-09-01T00:00:00Z</published>
<summary type="text">Gestão de desastres hidrológicos em Santa Catarina: correlações espaciais com indicadores socioeconômicos, demográficos e implicações no desenvolvimento municipal
Adler, João Vitor
O presente trabalho teve por objetivo analisar a distribuição espacial e temporal das inundações, alagamentos e enxurradas, para o estado de Santa Catarina, e relacionar a ocorrência destes processos com a dinâmica atmosférica. Para isto, foram utilizados os registros de desastres do S2ID, a componente atmosférica foi analisada por meio da literatura e os resultados foram analisados por meio de mapas e gráficos. Notou-se que os alagamentos não estão associados aos municípios mais urbanizados, o que pode indicar equívocos no registro. As inundações estão mais associadas a municípios cujas bacias compõem rios de maior ordem fluvial, enquanto que as enxurradas estão mais associadas a municípios localizados em cabeceiras ou em bacias declivosas, coincidentes com as bacias do Atlântico Leste. Contudo, a análise dos dados demonstrou que a distribuição espacial e temporal dos desastres é irregular, ocorrendo com maior ou menor frequência em praticamente todos os municípios. Quanto à frequência temporal, pode-se traçar uma relação pontual entre os registros e a ocorrência do El Niño. Por fim, a partir da análise espacial conjugada com a análise da dinâmica atmosférica, pode-se classificar o estado em cinco regiões. A partir dessa proposta de regionalização, pode-se direcionar esforços em termos de sistema de alerta, visto que locais mais propensos a enxurradas requerem sistema de alerta em escala local.
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<dc:date>2021-09-01T00:00:00Z</dc:date>
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