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<title>Portarias 2017 (FQM/CTS/ARA)</title>
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<title>Qualidade de vida de mulheres adultas com e sem disfunção sexual: um estudo comparativo</title>
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<name>Braga, Nicolle Cunha</name>
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<name>Ferreira, Alexia Maria Betetti</name>
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<updated>2025-04-09T17:54:18Z</updated>
<published>2024-12-12T00:00:00Z</published>
<summary type="text">Qualidade de vida de mulheres adultas com e sem disfunção sexual: um estudo comparativo
Braga, Nicolle Cunha; Ferreira, Alexia Maria Betetti
A disfunção sexual, inclui redução do desejo, dificuldade de excitação, ausência de orgasmo e dor e afetam a qualidade de vida de mulheres adultas, impactando a sua saúde física emocional e social. Entender essa relação é essencial para melhorar a prática clínica e abordar tanto os aspectos físicos quanto psicológicos envolvidos. Por isso, o objetivo desta pesquisa foi comparar a qualidade de vida entre mulheres adultas com e sem disfunção sexual. Para tanto, foi realizada uma análise de dados composta por 214 mulheres, com média de idade de 32 anos (± 31,64) e residentes na região sul do Brasil. Foram excluídas gestantes e aquelas com sintomas de infecção urinária. Durante a coleta de dados do estudo, foram identificados aspectos sociodemográficos, ginecológicos, obstétricos, clínicos, comportamentais e hereditários. Também foram aplicados o questionário Female Sexual Function Index (FSFI) para avaliação da função sexual feminina e o Short Form Health Survey - 36 (SF-36) para a avaliação da qualidade de vida. Utilizou-se estatística descritiva e inferencial, com nível de significância de 5%. Os resultados demonstraram que a prevalência de disfunção sexual na amostra foi de 27,57% (n=59). Mulheres adultas com disfunção sexual apresentaram pior qualidade de vida nos seguintes domínios: limitação física (p = 0,022), dor (p = 0,012), estado geral de saúde (p = 0,009), vitalidade (p &lt; 0,001), aspectos sociais (p = 0,001), aspectos emocionais (p = 0,006) e saúde mental (p &lt; 0,001). Portanto, observou-se o impacto da disfunção sexual na qualidade de vida das mulheres dessa amostra, tornando-se necessárias abordagens terapêuticas multidisciplinares, como a fisioterapia pélvica, no tratamento dessa problemática. Entre as limitações, destacam-se a falta de dados sobre aspectos específicos da saúde pélvica e a escassez de estudos atualizados. Recomenda-se que futuras pesquisas envolvam amostras maiores e incluam a avaliação da função pélvica, com o intuito de proporcionar uma compreensão mais completa dos efeitos da disfunção sexual sobre a saúde e a qualidade de vida das mulheres.
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<updated>2018-03-22T19:43:17Z</updated>
<published>2017-06-19T00:00:00Z</published>
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