Desenvolvimento e aplicação de reator de plasma frio na degradação do corante azul de metileno em meio aquoso

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Desenvolvimento e aplicação de reator de plasma frio na degradação do corante azul de metileno em meio aquoso

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dc.contributor Universidade Federal de Santa Catarina pt_BR
dc.contributor.advisor Debacher, Nito Angelo pt_BR
dc.contributor.author Benetoli, Luís Otávio de Brito pt_BR
dc.date.accessioned 2012-10-25T19:56:31Z
dc.date.available 2012-10-25T19:56:31Z
dc.date.issued 2011
dc.date.submitted 2011 pt_BR
dc.identifier.other 299819 pt_BR
dc.identifier.uri http://repositorio.ufsc.br/xmlui/handle/123456789/95044
dc.description Tese (doutorado) - Universidade Federal de Santa Catarina, Centro de Ciências Físicas e Matemáticas. Programa de Pós-Graduação em Química pt_BR
dc.description.abstract Na presente tese, um reator de plasma frio de descargas elétricas tipo ponta-plano foi construído. A emissão de radiação UV pela descarga de plasma foi dependente da tensão aplicada ao reator. Radicais (H, O, OH, etc.), assim como espécies atômicas (Ar*, Ar+, etc.) e moleculares (N2*, N2+, etc.) são formados no plasma quando Ar e ar atmosférico são utilizados. A degradação do AM em fase aquosa aumenta quando a potência elétrica aplicada ao reator aumenta, o pH inicial é próximo da neutralidade, a condutividade iônica é baixa, o gap de descarga é ajustado em 10 mm e é independente do fluxo de gás N2. A porcentagem inicial de degradação do corante aumenta com o aumento da temperatura da solução. A formação de peróxido de hidrogênio em água durante o tratamento por plasma diminuiu com o aumento da temperatura. A energia de ativação foi de 13,09 kJ mol-1 e para a destruição do H2O2 no reator foi de 9,30 kJ mol-1. Usando O2 como gás de alimentação, a pirita foi adicionada ao reator em meio ácido e resultou em um acentuado aumento da degradação do corante. O conteúdo de carbono orgânico total da solução de AM diminuiu acentuadamente com o tempo de tratamento por plasma na presença de pirita. Os bioensaios de toxicidade aguda usando o microcrustáceo Artemia sp. mostraram que a solução tratada por plasma frio não é tóxica quando Ar, O2 e O2-pirita são empregados. Por fim, as análises de espectrometria de massas com ionização por eletronspray indicaram que a degradação do corante ocorre via impacto de elétrons de alta energia gerados pelo plasma assim como por hidroxilação sucessiva nos anéis benzênicos das moléculas de corante. pt_BR
dc.format.extent 200 p.| il., grafs., tabs. pt_BR
dc.language.iso por pt_BR
dc.publisher Florianópolis, SC pt_BR
dc.subject.classification Quimica pt_BR
dc.subject.classification Plasma de baixa temperatura pt_BR
dc.subject.classification Descargas eletricas pt_BR
dc.subject.classification Azul de metileno pt_BR
dc.title Desenvolvimento e aplicação de reator de plasma frio na degradação do corante azul de metileno em meio aquoso pt_BR
dc.type Tese (Doutorado) pt_BR
dc.contributor.advisor-co Souza, Ivan Gonçalves de pt_BR


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