Resina fotopolimérica SOMOS 7110 para estereolitografia: condições de pós-processamento e caracterização química e térmica
Show simple item record
| dc.contributor |
Universidade Federal de Santa Catarina |
pt_BR |
| dc.contributor.advisor |
Ahrens, Carlos Henrique |
pt_BR |
| dc.contributor.author |
Fernandes, Gerson Avelino |
pt_BR |
| dc.date.accessioned |
2012-10-19T07:19:28Z |
|
| dc.date.available |
2012-10-19T07:19:28Z |
|
| dc.date.issued |
2001 |
|
| dc.date.submitted |
2001 |
pt_BR |
| dc.identifier.other |
182973 |
pt_BR |
| dc.identifier.uri |
http://repositorio.ufsc.br/xmlui/handle/123456789/81735 |
|
| dc.description |
Dissertação (mestrado) - Universidade Federal de Santa Catarina, Centro Tecnológico. Programa de Pós-graduação em Ciência e Engenharia de Materiais |
pt_BR |
| dc.description.abstract |
A prototipagem rápida pelo processo de estereolitografia (processo de construção por cura de camadas sobrepostas) é relativamente nova e teve início no final da década de 80. A prototipagem rápida permite a fabricação de ferramentas (rapid tooling) utilizadas no processamento de materiais poliméricos. O bom desempenho dessas ferramentas rápidas construídas por estereolitografia depende do projeto desenvolvido e também do conhecimento das propriedades das resinas utilizadas. Devido ao desenvolvimento dessa resina ser recente, encontra-se poucos dados disponíveis na literatura. Este trabalho teve como objetivo principal caracterizar a resina fotopolimérica Somos 7110 e avaliar suas propriedades térmicas. Com o grau de reticulação foram relacionados os seguintes parâmetros: a influência do tempo de exposição à radiação ultravioleta e as geometrias na etapa de pós-cura. Também foram realizados outros ensaios complementares que tiveram como intuito avaliar a degradação térmica e as etapas de processamento e pós-processamento. A cura da resina pode ocorrer sob ação da luz ultravioleta ou do calor, com cinéticas aparentemente diferentes. As peças fabricadas por estereolitografia apresentaram uma boa resistência à degradação térmica até 300 ºC. Peças que não passaram pelo processo de pós-cura mostraram uma contração significativa na faixa de 40 a 60 ºC, devido à cura incompleta durante o processo de fabricação. |
pt_BR |
| dc.format.extent |
xiv, 72 f.| il., graf., tabs. |
pt_BR |
| dc.language.iso |
por |
pt_BR |
| dc.publisher |
Florianópolis, SC |
pt_BR |
| dc.subject.classification |
Ciencia dos materiais |
pt_BR |
| dc.subject.classification |
Engenharia de materiais |
pt_BR |
| dc.subject.classification |
Gomas e resinas |
pt_BR |
| dc.subject.classification |
Estereolitografia |
pt_BR |
| dc.title |
Resina fotopolimérica SOMOS 7110 para estereolitografia: condições de pós-processamento e caracterização química e térmica |
pt_BR |
| dc.type |
Dissertação (Mestrado) |
pt_BR |
| dc.contributor.advisor-co |
Pires, Alfredo Tiburcio Nunes |
pt_BR |
Files in this item
This item appears in the following Collection(s)
Show simple item record
Search DSpace
Browse
-
All of DSpace
-
This Collection
My Account
Statistics
Compartilhar