| dc.contributor |
Universidade Federal de Santa Catarina. |
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| dc.contributor.advisor |
Silva, Jeane Vanessa Santos |
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| dc.contributor.author |
Souza, Luana Silva de |
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| dc.date.accessioned |
2026-10-07T19:15:44Z |
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| dc.date.available |
2026-10-07T19:15:44Z |
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| dc.date.issued |
2026-08-05 |
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| dc.identifier.uri |
https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/277066 |
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| dc.description |
TCC (graduação) - Universidade Federal de Santa Catarina, Centro de Ciências da Educação, Pedagogia. |
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| dc.description.abstract |
Este trabalho tem o objetivo de analisar de que forma a colonialidade permanece presente na educação brasileira e como seus efeitos contribuem para a reprodução do racismo estrutural, do racismo epistêmico e do epistemicídio, impactando a formação e a permanência da juventude negra no ambiente escolar. A pesquisa adota abordagem autobiográfica, gerando reflexões sobre experiências vivenciadas pela autora no contexto escolar. Inicialmente, apresenta-se um retrospecto histórico da educação brasileira desde o período colonial, demonstrando como a organização do ensino foi estruturada a partir de referências eurocêntricas, destinadas prioritariamente à formação das elites e à exclusão da população negra. Em seguida, discute-se a permanência da colonialidade nas instituições de ensino por meio da hierarquização dos saberes, da invisibilização das epistemologias africanas e afro-brasileiras e da naturalização de práticas discriminatórias que afetam a identidade, o pertencimento e o desenvolvimento educacional de estudantes negros. O estudo demonstra que o racismo presente na escola ultrapassa manifestações individuais, constituindo um mecanismo estrutural que interfere nas expectativas sobre os estudantes, favorece a evasão escolar, compromete a aprendizagem e reforça desigualdades sociais historicamente construídas. Como resultado, evidencia-se a necessidade de transformar as práticas pedagógicas por meio da formação continuada de professores em educação antirracista, da valorização das epistemologias negras no currículo e da implementação de políticas públicas que assegurem a permanência de estudantes negros e periféricos na escola. Conclui-se que a superação da lógica colonial exige mudanças estruturais capazes de romper com a centralidade do conhecimento eurocêntrico, promover a pluralidade de saberes e consolidar uma educação comprometida com a justiça social, a equidade racial e a valorização da diversidade cultural. |
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| dc.description.abstract |
Impacts of Colonial Education on the Development of Black Youth
This study aims to analyze how coloniality remains embedded in Brazilian education and how its effects contribute to the reproduction of structural racism, epistemic racism, and epistemicide, affecting the educational experiences and school retention of Black youth. The research adopts a qualitative approach based on bibliographic and documentary review, generating reflections on the author's lived experiences within the school context. Initially, the study presents a historical overview of Brazilian education from the colonial period onward, demonstrating how the educational system was structured upon Eurocentric references, primarily intended to educate the elites while excluding the Black population. It then discusses the persistence of coloniality in educational institutions through the hierarchization of knowledge, the invisibilization of African and Afro-Brazilian epistemologies, and the naturalization of discriminatory practices that affect the identity, sense of belonging, and educational development of Black students. The study demonstrates that racism in schools extends beyond individual acts, constituting a structural mechanism that shapes expectations regarding students, contributes to school dropout, undermines learning, and reinforces historically constructed social inequalities. The findings highlight the need to transform pedagogical practices through continuous teacher education in anti-racist education, the incorporation of Black epistemologies into the curriculum, and the implementation of public policies that ensure the retention of Black and socially vulnerable students in schools. It concludes that overcoming colonial logic requires structural changes capable of challenging the centrality of Eurocentric knowledge, promoting epistemological plurality, and consolidating an educational system committed to social justice, racial equity, and the appreciation of cultural diversity. |
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| dc.format.extent |
43 |
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| dc.language.iso |
por |
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| dc.publisher |
Florianópolis, SC. |
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| dc.rights |
Open Access. |
en |
| dc.subject |
Colonialidade |
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| dc.subject |
Educação antirracista |
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| dc.subject |
Racismo estrutural |
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| dc.title |
Um pouco da história da educação colonialista no Brasil: compreensão a partir de atravessamentos subjetivos |
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| dc.type |
TCCgrad |
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