História Local e Patrimônio: outros caminhos para o Ensino de Historia nos anos iniciais do Ensino Fundamental
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| dc.contributor |
Universidade Federal de Santa Catarina. |
pt_BR |
| dc.contributor.advisor |
Conceição, Adriana |
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| dc.contributor.author |
Correia, Juliana Cardoso |
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| dc.date.accessioned |
2026-10-07T18:19:46Z |
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| dc.date.available |
2026-10-07T18:19:46Z |
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| dc.date.issued |
2026-07-02 |
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| dc.identifier.uri |
https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/277052 |
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| dc.description |
TCC (graduação) - Universidade Federal de Santa Catarina, Centro de Ciências da Educação, Pedagogia. |
pt_BR |
| dc.description.abstract |
Resumo:
(NÃO escrever em CAIXA ALTA. Até 250 palavras. O mesmo do TCC) Este trabalho reflete as relações entre patrimônio e Ensino de história nos anos iniciais do Ensino Fundamental, tomando a cidade de Florianópolis - SC como território de análise e problematização. Parte-se da inquietação acerca dos silenciamentos que atravessam a história local e da predominância de narrativas que privilegiam determinadas matrizes culturais, especialmente a herança luso-açoriana, em detrimento das presenças indígenas, africanas e afro-brasileiras que também constituem a cidade. A pesquisa tem como objetivo refletir sobre como o Ensino de história, articulado ao debate sobre patrimônio histórico, especialmente em sua dimensão imaterial, pode contribuir para ampliar as possibilidades de pertencimento e construção de identidades no contexto escolar, das crianças dos anos iniciais Metodologicamente, trata-se de uma pesquisa de abordagem qualitativa, desenvolvida por meio de análise bibliográfica e documental, mobilizando produções teóricas do campo do Ensino de história, da Educação Patrimonial e da história local, incluindo ponderações referentes à Unidade 3 – Lugar de memória do livro paradidático Florianópolis: Cidade da Gente. As discussões evidenciam que os materiais didáticos e as narrativas escolares não são neutras, mas atravessadas por escolhas que legitimam determinadas identidades e invisibilizam outras. Em contraposição a essa lógica seletiva, o estudo propõe a valorização de patrimônios e saberes historicamente
marginalizados, como os saberes tradicionais que envolvem as lavadeiras, os sambaquis e as canoas de garapuvu, compreendidos como referências potentes para o Ensino de história, nos anos iniciais, e para a aproximação das crianças com o território em que vivem. Conclui-se que garantir o acesso a histórias plurais exige mais do que ampliar conteúdos curriculares; implica revisar as narrativas legitimadas pela escola e reconhecer o patrimônio como campo vivo de memória, disputa e pertencimento. Assim, o trabalho defende que o Ensino de história comprometido com a diversidade e com os patrimônios materiais e imateriais locais que envolvem saberes e tradições não hegemônicas pode favorecer experiências mais críticas de aprendizagem e construir relações de pertencimento mais sensíveis e significativas. |
pt_BR |
| dc.format.extent |
89 |
pt_BR |
| dc.language.iso |
por |
pt_BR |
| dc.publisher |
Florianópolis, SC. |
pt_BR |
| dc.rights |
Open Access. |
en |
| dc.subject |
História Local e Patrimônio |
pt_BR |
| dc.subject |
Ensino de Historia |
pt_BR |
| dc.subject |
anos iniciais do Ensino Fundamental |
pt_BR |
| dc.title |
História Local e Patrimônio: outros caminhos para o Ensino de Historia nos anos iniciais do Ensino Fundamental |
pt_BR |
| dc.type |
TCCgrad |
pt_BR |
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