Intervenções nutricionais para melhora do sono em mulheres no climatério e menopausa

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Intervenções nutricionais para melhora do sono em mulheres no climatério e menopausa

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dc.contributor Universidade Federal de Santa Catarina. pt_BR
dc.contributor.advisor Geraldo, Ana Paula Gines
dc.contributor.author Guesser, Luana Matias Schmitt
dc.contributor.author Cunha, Nathália da
dc.date.accessioned 2026-10-05T15:16:34Z
dc.date.available 2026-10-05T15:16:34Z
dc.date.issued 2026-07-04
dc.identifier.uri https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/277003
dc.description TCC (graduação)- Universidade Federal de Santa Catarina, Centro de Ciências da Saúde, Nutrição. pt_BR
dc.description.abstract O climatério e a menopausa são fases marcadas por alterações hormonais e fisiológicas que podem impactar negativamente a qualidade do sono e a qualidade de vida das mulheres. Nesse contexto, o presente estudo teve como objetivo investigar, por meio de revisão narrativa da literatura, as intervenções nutricionais descritas como estratégias para a melhora da qualidade do sono em mulheres no climatério e na menopausa. As buscas foram realizadas nas bases de dados PubMed/MEDLINE, SciELO, Scopus e LILACS, utilizando descritores relacionados à menopausa, sono, nutrição e intervenções dietéticas. Foram incluídos artigos publicados entre 2010 e 2025, nos idiomas português, inglês e espanhol, que abordassem a relação entre componentes da dieta, padrões alimentares ou intervenções nutricionais e a qualidade do sono nessa população. A análise dos estudos demonstrou que a alimentação exerce papel relevante na regulação do sono, destacando-se a dieta mediterrânea como o padrão alimentar associado às evidências mais consistentes de melhora da qualidade, duração e continuidade do sono. Observou-se ainda que a adequação da ingestão de micronutrientes envolvidos na síntese de melatonina, como magnésio, zinco e vitaminas do complexo B, bem como o consumo adequado de vitamina D e vitamina E, pode favorecer a saúde do sono. Compostos bioativos, fitoterápicos e fitoestrógenos, especialmente as isoflavonas, também apresentaram resultados promissores, embora ainda existam limitações quanto à consistência das evidências. Além disso, fatores relacionados à crononutrição mostraram-se relevantes para a qualidade do sono, enquanto o consumo excessivo de cafeína, álcool e alimentos de alto índice glicêmico foi associado a prejuízos na qualidade e na duração do sono. Conclui-se que as intervenções nutricionais representam uma estratégia não farmacológica promissora para a promoção da saúde do sono em mulheres no climatério e na menopausa. Entretanto, a heterogeneidade metodológica dos estudos e a escassez de ensaios clínicos robustos reforçam a necessidade de novas pesquisas para subsidiar recomendações nutricionais mais precisas e individualizadas para essa população. pt_BR
dc.description.abstract Climacteric and menopause are phases marked by hormonal and physiological changes that can negatively impact women's sleep quality and quality of life. In this context, the present study aimed to investigate, through a narrative literature review, the nutritional interventions described as strategies for improving sleep quality in women during climacteric and menopause. Searches were conducted in the PubMed/MEDLINE, SciELO, Scopus, and LILACS databases, using descriptors related to menopause, sleep, nutrition, and dietary interventions. Articles published between 2010 and 2025, in Portuguese, English, and Spanish, that addressed the relationship between dietary components, dietary patterns, or nutritional interventions and sleep quality in this population were included. The analysis of the studies demonstrated that diet plays a relevant role in sleep regulation, with the Mediterranean diet standing out as the dietary pattern associated with the most consistent evidence of improved sleep quality, duration, and continuity. It was also observed that adequate intake of micronutrients involved in melatonin synthesis, such as magnesium, zinc, and B vitamins, as well as adequate consumption of vitamin D and vitamin E, can promote sleep health. Bioactive compounds, phytotherapeutic agents, and phytoestrogens, especially isoflavones, also showed promising results, although there are still limitations regarding the consistency of the evidence. In addition, factors related to chrononutrition proved relevant to sleep quality, while excessive consumption of caffeine, alcohol, and high-glycemic-index foods was associated with impairments in sleep quality and duration. It is concluded that nutritional interventions represent a promising non-pharmacological strategy for promoting sleep health in women during the climacteric and menopause. However, the methodological heterogeneity of the studies and the scarcity of robust clinical trials reinforce the need for further research to support more precise and individualized nutritional recommendations for this population. pt_BR
dc.format.extent 90 f. pt_BR
dc.language.iso por pt_BR
dc.publisher Florianópolis, SC. pt_BR
dc.rights Open Access.
dc.subject Climatério pt_BR
dc.subject Menopausa pt_BR
dc.subject Qualidade do sono pt_BR
dc.subject Intervenções nutricionais pt_BR
dc.subject Alimentação pt_BR
dc.title Intervenções nutricionais para melhora do sono em mulheres no climatério e menopausa pt_BR
dc.type TCCgrad pt_BR


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