Resposta do NDVI ao El Niño-Oscilação Sul nos Campos Nativos de Lages-SC

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Resposta do NDVI ao El Niño-Oscilação Sul nos Campos Nativos de Lages-SC

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dc.contributor Universidade Federal de Santa Catarina. pt_BR
dc.contributor.advisor Poliseli, Paulo Cesar
dc.contributor.author Araujo, Giovanna Rama de
dc.coverage.spatial Florianópolis, SC. pt_BR
dc.date.accessioned 2026-09-22T17:45:30Z
dc.date.available 2026-09-22T17:45:30Z
dc.date.issued 2026-06-16
dc.identifier.uri https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/276743
dc.description TCC (graduação) - Universidade Federal de Santa Catarina, Centro de Ciências Agrárias, Agronomia. pt_BR
dc.description.abstract Os Campos Nativos do Planalto Sul Catarinense constituem ecossistemas de elevada relevância ecológica e socioeconômica, cuja dinâmica vegetativa é diretamente condicionada pela disponibilidade hídrica. Este estudo investigou a resposta espaçotemporal do Índice de Vegetação por Diferença Normalizada (NDVI) à variabilidade da precipitação local e ao fenômeno El Niño-Oscilação Sul (ENOS) nos Campos Nativos do município de Lages, SC, no período de 2020 a 2025. Os dados de NDVI foram obtidos por meio da constelação de satélites Landsat (5, 7, 8 e 9), com resolução espacial de 30 metros, processados na plataforma Google Earth Engine a partir de 1800 pontos amostrais derivados de centróides de polígonos de campos nativos. A precipitação foi extraída do modelo de reanálise ERA5-Land. As anomalias mensais de NDVI e de precipitação foram calculadas em relação à média histórica do período de 2000 a 2020. A associação entre o vigor vegetativo e o Índice Oceânico Niño (ONI) foi avaliada por meio do coeficiente de correlação de Pearson e da Análise de Variância (ANOVA). Os resultados indicaram ausência de correlação estatisticamente significativa entre as fases do ENOS e as anomalias de NDVI (F = 0,9688; p = 0,3959), com correlação média de Pearson de 0,152. As anomalias negativas de NDVI predominaram nos anos de 2020 a 2022, coincidindo com episódios severos de estiagem regional, enquanto a recuperação do vigor vegetativo foi observada a partir de 2023. A elevada dispersão espacial dos coeficientes de correlação (variando de -0,779 a 0,766) sugere que fatores microclimáticos locais e a resiliência intrínseca da vegetação nativa condicionam as respostas do NDVI de forma heterogênea no território. Conclui-se que o monitoramento por sensoriamento remoto é uma ferramenta eficaz para a análise temporal da vegetação campestre, e que estudos futuros devem incorporar variáveis climáticas locais de maior resolução e análises sazonais mais detalhadas para aprimorar a compreensão da influência do ENOS sobre esse ecossistema. pt_BR
dc.language.iso por pt_BR
dc.publisher Florianópolis, SC pt_BR
dc.rights Open Access. en
dc.subject NDVI pt_BR
dc.subject ENOS pt_BR
dc.subject Sensoriamento Remoto pt_BR
dc.subject Microclima pt_BR
dc.subject Campos Nativos pt_BR
dc.title Resposta do NDVI ao El Niño-Oscilação Sul nos Campos Nativos de Lages-SC pt_BR
dc.type TCCgrad pt_BR


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