A interação dos receptores adenosinérgicos, dopaminérgicos e canabinoides no desenvolvimento da fadiga central
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| dc.contributor |
UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA |
pt_BR |
| dc.contributor.advisor |
SILVA AGUIAR JUNIOR, ADERBAL |
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| dc.contributor.author |
de Almeida Ramos, Sávio |
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| dc.date.accessioned |
2026-09-15T10:14:50Z |
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| dc.date.available |
2026-09-15T10:14:50Z |
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| dc.date.issued |
2026 |
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| dc.identifier.uri |
https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/276482 |
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| dc.description |
Sustentabilidade, saúde e qualidade de vida |
pt_BR |
| dc.description.abstract |
A fadiga central está relacionada a alterações na atividade do sistema nervoso central que podem limitar o desempenho físico durante o exercício. Embora diversos mecanismos neuroquímicos estejam envolvidos na regulação da resposta ao exercício e à fadiga, a participação integrada dos sistemas adenosinérgico, dopaminérgico e endocanabinoide ainda necessita de maior esclarecimento. Nesse contexto, o sistema endocanabinoide apresenta importante participação na modulação de processos relacionados ao exercício, porém o papel dos receptores canabinoides, especialmente o CB1, na regulação central da fadiga permanece parcialmente elucidado. O presente estudo tem como objetivo investigar a interação dos sistemas adenosinérgico, dopaminérgico e endocanabinoide na plasticidade da fadiga central. Como etapa inicial, avaliou-se a contribuição central do sistema endocanabinoide para o desenvolvimento da fadiga por meio da administração intracerebroventricular do antagonista dos receptores canabinoides AM251 e da avaliação do desempenho físico em teste incremental máximo em esteira. Foram utilizados 24 camundongos Swiss, fêmeas, com 8–10 semanas e 25–45 g, distribuídos em dois grupos experimentais. Os animais foram submetidos à cirurgia estereotáxica para implantação de cânulas nos ventrículos cerebrais, seguida de sete dias de recuperação, três dias de handling e habituação e 24 horas de descanso. Posteriormente, foi administrado AM251 por via intracerebroventricular, seguido da avaliação do desempenho físico em esteira. Ao final, foram realizadas coleta de sangue, eutanásia e coleta cerebral, com análise histológica para confirmação do posicionamento das cânulas. Também foram avaliadas força de preensão e atividade locomotora em campo aberto. Os resultados preliminares demonstraram que a administração central de AM251 alterou o desempenho físico, promovendo aumento da capacidade aeróbica máxima e da eficiência aeróbica durante o exercício. Observou-se ainda interação entre tempo e grupo para a variável potência, indicando respostas distintas entre os animais tratados e controles. Não foram observadas diferenças na massa corporal. Esses achados sugerem que o bloqueio dos receptores canabinoides em nível central modula a resposta ao exercício e participa dos mecanismos relacionados à fadiga central. As avaliações de força muscular e atividade locomotora ainda serão utilizadas para determinar a especificidade desses efeitos. Os próximos experimentos investigarão a interação entre os sistemas endocanabinoide, adenosinérgico e dopaminérgico, contribuindo para a compreensão dos mecanismos neurobiológicos envolvidos na fadiga central e na regulação do desempenho físico. |
pt_BR |
| dc.language.iso |
por |
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| dc.publisher |
Florianopolis, SC |
pt_BR |
| dc.subject |
Fadiga, endocanabinoides, adenosina, dopamina |
pt_BR |
| dc.title |
A interação dos receptores adenosinérgicos, dopaminérgicos e canabinoides no desenvolvimento da fadiga central |
pt_BR |
| dc.type |
video |
pt_BR |
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