Afetividade, Extremismos Políticos e Psicologia Social
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| dc.contributor |
UFSC |
pt_BR |
| dc.contributor.advisor |
Schucman, Lia Vainer |
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| dc.contributor.author |
Medeiros, Elle de Sousa |
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| dc.date.accessioned |
2026-09-15T10:10:11Z |
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| dc.date.available |
2026-09-15T10:10:11Z |
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| dc.date.issued |
2026-09-10 |
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| dc.identifier.uri |
https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/276470 |
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| dc.description |
Promoção da igualdade, fortalecimento da democracia e governança |
pt_BR |
| dc.description.abstract |
Este trabalho investiga os afetos que sustentam a adesão de diferentes grupos e sujeitos brasileiros à extrema-direita, fenômeno compreendido como múltiplo e contextual, mas dotado de elementos estruturais comuns. A fundamentação teórica articula a filosofia de Espinosa, que define os afetos como efeitos das afecções do corpo em contato com outros, com as contribuições de Maria Rita Kehl sobre o ressentimento. Metodologicamente, a pesquisa adotou a abordagem de campo-tema de Peter Spink, que valoriza o contato direto com o mundo e a indissociabilidade entre a experiência do pesquisador e o objeto de estudo. O percurso investigativo combinou revisão bibliográfica em bases como SciELO e LILACS (artigos a partir de 2013) com 13 entrevistas semiestruturadas com apoiadores de pautas de direita e extrema-direita. Os resultados indicam que os afetos predominantes oscilam entre o medo e a superstição. O medo, elemento central, manifesta-se em três dimensões: na repressão cotidiana em interações sociais, na insegurança diante da própria legitimidade de expressão e na percepção de imposição ideológica por parte da esquerda, estando associado à violência e à perda de status social. Complementarmente, a superstição consolida a relação com a autoridade através de soluções transcendentes ou figuras salvadoras, enquanto o ressentimento organiza a experiência em fantasias de vingança e injustiça projetadas sobre o outro. Conclui-se que esses afetos articulam experiências individuais e expectativas morais, constituindo um mecanismo relevante para a sustentação política do fenômeno estudado. |
pt_BR |
| dc.language.iso |
por |
pt_BR |
| dc.publisher |
Florianópolis, SC |
pt_BR |
| dc.subject |
Extremismo político, Afetividade, Psicologia social |
pt_BR |
| dc.title |
Afetividade, Extremismos Políticos e Psicologia Social |
pt_BR |
| dc.type |
video |
pt_BR |
| dc.contributor.advisor-co |
Strappazzon, Andre Luiz |
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| dc.contributor.advisor-co |
Minchoni, Tatiana |
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