PODER DO TESTE ESTATÍSTICO E ESTIMAÇÃO DO TAMANHO AMOSTRAL EM ANÁLISE DE DADOS EXPERIMENTAIS NA SAÚDE

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PODER DO TESTE ESTATÍSTICO E ESTIMAÇÃO DO TAMANHO AMOSTRAL EM ANÁLISE DE DADOS EXPERIMENTAIS NA SAÚDE

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dc.contributor Universidade Federal de Santa Catarina pt_BR
dc.contributor.advisor Vaz, Marcos André Braz
dc.contributor.author Adriano, Tiago Neves Agostinho
dc.date.accessioned 2026-09-14T18:55:21Z
dc.date.available 2026-09-14T18:55:21Z
dc.date.issued 2026-09-10
dc.identifier.uri https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/276401
dc.description Sustentabilidade, saúde e qualidade de vida pt_BR
dc.description.abstract O objetivo deste trabalho foi avaliar a adequação de tamanhos amostrais utilizados em estudos que comparam a força de preensão manual entre dois grupos de idosos. Esta adequação foi realizada por meio do cálculo do tamanho mínimo de amostra recomendado a partir da magnitude do tamanho de efeito observado. Para a realização do estudo, coletou-se 22 artigos nas bases Web of Science e PubMed, selecionados segundo critérios de elegibilidade que incluíam a disponibilidade de dados suficientes para o cálculo do tamanho do efeito e do tamanho amostral. Inicialmente, a partir dos artigos selecionados, em que amostras independentes foram comparadas por meio do teste t de Student, para cada estudo, observou-se as médias, os desvios-padrão e os tamanhos amostrais de cada amostra. Observou-se 34 comparações de amostras independentes e um total de 8007 participantes. As métricas calculadas foram o tamanho amostral recomendado e o efeito (d de Cohen), sendo a segunda dada em função dos tamanhos amostrais efetivos e recomendados utilizados em cada estudo, fixando um poder estatístico do teste t de Student de 80% e nível de significância de 5%. Dos resultados, observou-se grande heterogeneidade entre os estudos conduzidos: em 14 das 34 comparações (41,17%), o tamanho amostral utilizado foi inferior ao recomendado, configurando estudos subdimensionados, especialmente aqueles com tamanhos de efeito pequenos (d ≤ 0,10), para os quais observou-se valor de n recomendado superior 38 mil participantes. Por outro lado, as comparações de amostras em que os tamanhos de efeito foram elevados (d > 1,0), frequentemente observou-se tamanhos amostrais efetivos superiores ao mínimo necessário. Deste modo, conclui-se que em grande parte dos estudos aqui considerados sobre a força de preensão manual em idosos, não se realizou o cálculo prévio do tamanho amostral de forma adequada, ou não considerou-se este, de modo que compromete-se o poder estatístico dos testes aplicados. Recomenda-se maior atenção ao planejamento amostral a priori nesse campo de pesquisa, maior transparência metodológica nos estudos experimentais na área da saúde. pt_BR
dc.format.extent Vídeo pt_BR
dc.language.iso por pt_BR
dc.publisher Florianópolis pt_BR
dc.subject Dexterity pt_BR
dc.subject Nine Hole Peg Test pt_BR
dc.subject Grip Strength pt_BR
dc.subject Hand Grip Strength pt_BR
dc.subject T-test pt_BR
dc.title PODER DO TESTE ESTATÍSTICO E ESTIMAÇÃO DO TAMANHO AMOSTRAL EM ANÁLISE DE DADOS EXPERIMENTAIS NA SAÚDE pt_BR
dc.type video pt_BR


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PIBIC video.mp4 209.6Mb MPEG-4 video View/Open Seminário de Iniciação Científica e Tecnológica. Universidade Federal de Santa Catarina. Centro Tecnológico. Departamento de Informática e Estatística.

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