Fauna de flebotomíneos e taxa de infecção natural por Leishmania infantum em local com cão positivo para leishmaniose visceral

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Fauna de flebotomíneos e taxa de infecção natural por Leishmania infantum em local com cão positivo para leishmaniose visceral

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dc.contributor Universidade Federal de Santa Catarina pt_BR
dc.contributor.advisor Rona, Luísa Damazio Pitaluga
dc.contributor.author Reck, Lucas Dutra
dc.date.accessioned 2026-09-14T10:52:51Z
dc.date.available 2026-09-14T10:52:51Z
dc.date.issued 2026-09-10
dc.identifier.uri https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/276350
dc.description Sustentabilidade, saúde e qualidade de vida pt_BR
dc.description.abstract As Leishmanioses são doenças causadas por protozoários do gênero Leishmania, que afetam tanto humanos quanto animais silvestres e domésticos. A transmissão ocorre por meio da picada de fêmeas infectadas do inseto vetor, o flebotomíneo. Santa Catarina (SC) foi um dos últimos Estados brasileiros a apresentar a Leishmaniose Visceral (LV) de maneira autóctone. Em 2010 foi relatado o primeiro caso de Leishmaniose Visceral Canina (LVC) em Florianópolis, município do estado que concentra a grande maioria dos casos autóctones da doença em cães e humanos, apesar do principal vetor da doença (Lutzomyia longipalpis), nunca ter sido capturado em SC, reforçando a hipótese de que há outra espécie vetora de LVC na região. Essa pesquisa teve como objetivos: identificar a fauna de flebotomíneos de uma localidade com caso autóctone de LVC e avaliar a taxa de infecção natural por Leishmania infantum nesses insetos. Foram realizadas vinte e duas coletas em três pontos do local, ao longo de 18 meses, utilizando armadilhas luminosas do tipo CDC. Os flebotomíneos capturados foram clarificados e montados em lâminas para identificação morfológica. As fêmeas tiveram seu tórax reservado em etanol e foram avaliadas quanto a infecção natural por Leishmania infantum através do método de PCR a partir de primers, com alvo na região do minicírculo do kDNA. Nenhuma das fêmeas apresentou resultados positivos nos testes de infecção. Ao total foram capturados 81 espécimes de flebotomíneos, 38 machos e 43 fêmeas. Três espécies foram identificadas morfologicamente (Migonemyia migonei, Pintomyia fischeri e Psathyromyia lanei), sendo as duas primeiras apontadas como vetores para LVC no estado. pt_BR
dc.language.iso por pt_BR
dc.publisher Florianópolis, SC pt_BR
dc.subject Leishmaniose pt_BR
dc.subject Flebotomíneo pt_BR
dc.subject Leishmania pt_BR
dc.subject PCR pt_BR
dc.title Fauna de flebotomíneos e taxa de infecção natural por Leishmania infantum em local com cão positivo para leishmaniose visceral pt_BR
dc.type sound pt_BR
dc.contributor.advisor-co Pitaluga, André Nóbrega


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