Mulheres na política e violência de gênero: Brasil e Argentina
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| dc.contributor |
UFSC |
pt_BR |
| dc.contributor.advisor |
Silva, Janine Gomes da |
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| dc.contributor.author |
Davidson, Raquel de Queiroz |
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| dc.date.accessioned |
2026-09-14T10:52:08Z |
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| dc.date.available |
2026-09-14T10:52:08Z |
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| dc.date.issued |
26-09-10 |
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| dc.identifier.uri |
https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/276347 |
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| dc.description |
Promoção da igualdade, fortalecimento da democracia e governança |
pt_BR |
| dc.description.abstract |
Este vídeo apresenta os resultados do plano de trabalho "Mulheres na política e violência de gênero: Brasil e Argentina", desenvolvido por Raquel de Queiroz Davidson como bolsista PIBIC/CNPq no Laboratório de Estudos de Gênero e História (LEGH/UFSC), sob orientação da Prof.ª Dr.ª Janine Gomes da Silva, no âmbito do projeto "Impasses para a presença de mulheres em espaços de poder: assédio nas universidades e violência política de gênero" (CNPq, processo n. 406634/2023-8).
A pesquisa investigou como a violência política de gênero (VPG) se manifesta contra mulheres em espaços de poder no Brasil e na Argentina, a partir de dois estudos de caso. No caso da deputada federal Talíria Petrone, desenvolvido em conjunto com a bolsista Veronika Leyes Decker, foi construído um corpus de quase quatro mil comentários coletados em seu perfil no X, tratado por um classificador de linguagem natural treinado para identificar e categorizar discursos de ódio de caráter político-eleitoral. No caso da deputada argentina Myriam Bregman, foi adotada uma metodologia qualitativa, com coleta manual de comentários em suas publicações.
Os resultados mostram que quase metade dos comentários recebidos pela deputada Talíria Petrone continha alguma forma de violência, concentrada em um pequeno grupo de autores recorrentes, e que a violência contra Myriam Bregman extrapola a crítica política, atacando sua capacidade, aparência e ideologia. Os dois casos, somados a um terceiro sobre a vice-presidenta uruguaia Carolina Cosse, deram origem a um capítulo comparativo entre os três países, evidenciando que a VPG digital, ainda que amparada por marcos legais distintos em cada país, segue mecanismos recorrentes de deslegitimação da presença feminina na política latino-americana. |
pt_BR |
| dc.format.extent |
Resumo + Vídeo |
pt_BR |
| dc.language.iso |
por |
pt_BR |
| dc.publisher |
Florianópolis, SC |
pt_BR |
| dc.subject |
Argentina |
pt_BR |
| dc.subject |
Brasil |
pt_BR |
| dc.subject |
Humanidades Digitais |
pt_BR |
| dc.subject |
Gênero e História |
pt_BR |
| dc.subject |
Violência Política de Gênero |
pt_BR |
| dc.title |
Mulheres na política e violência de gênero: Brasil e Argentina |
pt_BR |
| dc.type |
video |
pt_BR |
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