Transição energética para sistemas calefação: substituição de combustíveis convencionais por hidrogênio de baixa emissão de carbono

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Transição energética para sistemas calefação: substituição de combustíveis convencionais por hidrogênio de baixa emissão de carbono

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dc.contributor Universidade Federal de Santa Catarina pt_BR
dc.contributor.advisor Virmond, Elaine
dc.contributor.author Cosmam, Vinícius Antônio Oliveira
dc.date.accessioned 2026-09-11T19:07:08Z
dc.date.available 2026-09-11T19:07:08Z
dc.date.issued 2026-09-10
dc.identifier.uri https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/276060
dc.description Tecnologia e inovação pt_BR
dc.description.abstract A transição energética é mandatória para o cumprimento dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável relacionados e demais metas estabelecidas visando à contenção de avanços das mudanças climáticas. Considerando-se que o gás natural responde por parcela expressiva da matriz energética global e é intensivamente empregado no aquecimento de ambientes e na calefação industrial, é imprescindível buscar alternativas para sua substituição, com destaque para o hidrogênio de baixa emissão de carbono, obtido de fontes renováveis. Nesse contexto, este projeto teve por objetivo estudar as tecnologias de calefação residencial, comercial e industrial, as rotas de produção de hidrogênio verde por eletrólise da água, os sistemas de combustão aplicáveis a esse combustível em substituição parcial ou total ao gás natural, e os requisitos operacionais associados. As análises foram executadas por meio de revisão da literatura em periódicos selecionados. Os resultados evidenciaram que a eletrólise por membrana de troca de prótons (PEM) apresenta a maior aderência aos requisitos de resposta rápida à intermitência de fontes renováveis, visando reduzir cortes de geração e armazenar energia; que misturas H₂/gás natural até 20% em volume são operáveis em queimadores de chama-livre com ajustes moderados de geometria, com o flashback emergindo como principal risco operacional a partir de 23,4% de H₂; e que a operação em regime rico em hidrogênio demanda queimadores porosos ou de estágios, sensores de chama por ultravioleta e materiais resistentes à fragilização. Foram identificados quatro setores industriais brasileiros com alto potencial de descarbonização térmica via hidrogênio de baixa emissão, sendo eles o setor cerâmico, siderúrgico, químico e de refino de petróleo, ancorados nos complexos portuários de Pecém (CE) e Suape (PE) e nos incentivos fiscais do Regime Especial de Incentivos para a Produção de Hidrogênio de Baixa Emissão de Carbono (Rehidro) e do Programa de Desenvolvimento do Hidrogênio de Baixa Emissão de Carbono (PHBC). A descarbonização de processos térmicos por meio do hidrogênio de baixo carbono mostra-se tecnicamente factível, tendo o Brasil se posicionado como referência potencial no tema, dada a matriz elétrica renovável nacional e o arcabouço regulatório emergente. pt_BR
dc.format.extent Vídeo pt_BR
dc.language.iso por pt_BR
dc.publisher Araranguá, SC pt_BR
dc.subject Hidrogênio de Baixo Carbono pt_BR
dc.subject Calefação pt_BR
dc.subject Descarbonização pt_BR
dc.subject Blending H2-GN pt_BR
dc.title Transição energética para sistemas calefação: substituição de combustíveis convencionais por hidrogênio de baixa emissão de carbono pt_BR
dc.type video pt_BR


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Transição energ ... ixa emissão de carbono.mp4 61.20Mb MPEG-4 video View/Open Seminário de Iniciação Científica e Tecnológica. Universidade Federal de Santa Catarina. Centro de Tecnologia e Saúde. Departamento de Energia e Sustentabilidade.

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