Combustível derivado de resíduos sólidos urbanos como vetor para a transição energética na região sul catarinense
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| dc.contributor |
Universidade Federal de Santa Catarina |
pt_BR |
| dc.contributor.advisor |
Virmond, Elaine |
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| dc.contributor.author |
sampaio, Davi Pereira |
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| dc.date.accessioned |
2026-09-11T18:44:03Z |
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| dc.date.available |
2026-09-11T18:44:03Z |
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| dc.date.issued |
2026-09-10 |
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| dc.identifier.uri |
https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/276035 |
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| dc.description |
Tecnologia e inovação |
pt_BR |
| dc.description.abstract |
O co-processamento térmico de carvão mineral com frações combustíveis de resíduos sólidos desponta como alternativa para mitigar impactos ambientais e valorizar passivos industriais. O presente trabalho avaliou o comportamento térmico e a eficiência de co-combustão em escala de bancada de combustíveis compactados compostos por carvão fóssil catarinense (CE-4500) e Combustível Derivado de Resíduos (CDR), cujas etapas de caracterização física e conformação mecânica foram previamente estabelecidas no âmbito do projeto PIBIC/CNPq. Os ensaios foram conduzidos em um forno tubular horizontal sob fluxo contínuo de ar sintético a 0,5 L min⁻¹. Avaliou-se o efeito das formulações (100% Carvão, 90% Carvão / 10% CDR e 80% Carvão / 20% CDR) submetidas a um planejamento fatorial 2² variando temperatura (800 °C e 850 °C) e tempo de residência (90 min e 120 min), seguido da calcinação do resíduo em forno mufla a 775 °C por 2 horas para isolamento das cinzas inorgânicas e quantificação do material incombusto real. Os resultados demonstraram que o carvão fóssil puro apresentou perfil refratário, com eficiência mássica média restrita a 39,4% e retenção expressiva de carbono residual (~0,44 g). A incorporação de CDR aumentou consideravelmente a reatividade do combustível: a mistura com 10% de resíduo atingiu 53,2% de eficiência a 850 °C, enquanto a formulação com 20% de CDR alcançou eficiência superior a 60% em todas as condições testadas, reduzindo o teor de incombusto para 0,04 g (1,8% da massa inicial) a 800 °C. Conclui-se que a substituição de até 20% de carvão por CDR promove desvolatilização eficiente e maior aproveitamento térmico da matriz sólida, demonstrando a viabilidade técnica da co-combustão. |
pt_BR |
| dc.format.extent |
vídeo |
pt_BR |
| dc.language.iso |
por |
pt_BR |
| dc.publisher |
Araranguá, SC |
pt_BR |
| dc.subject |
Co-combustão |
pt_BR |
| dc.subject |
Carvão mineral |
pt_BR |
| dc.subject |
CDR |
pt_BR |
| dc.subject |
Eficiência mássica |
pt_BR |
| dc.subject |
Forno tubular |
pt_BR |
| dc.title |
Combustível derivado de resíduos sólidos urbanos como vetor para a transição energética na região sul catarinense |
pt_BR |
| dc.type |
video |
pt_BR |
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16.40Mb |
MPEG-4 video |
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Apresentação da pesquisa sobre co combustão de carvão com CDR e análise de resultados mecânicos e termogravimétricos. Apresentação e Metodologia Estudo focou no carvão CE 4500 e CDR. Metodologia utilizou ensaios físico-mecânicos a 800 e 850 graus Celsius. Resultados Mecânicos Mistura com 30% de CDR foi identificada como a formulação ótima. Carvão puro apresentou densidade de 1,53. Cocombustão e Conclusão Adição de 20% de CDR reduziu o carbono residual para 1,8%. Desvolatilização antecipada elevou a reatividade. |
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