Modelagem digital de afloramentos aplicada à avaliação do potencial de armazenamento geológico de CO₂ na Formação Rio Bonito, Bacia do Paraná
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| dc.contributor |
Universidade Federal de Santa Catarina |
pt_BR |
| dc.contributor.advisor |
Bállico, Manoela Bettarel |
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| dc.contributor.author |
Balbinot, Vanessa |
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| dc.date.accessioned |
2026-09-11T14:20:33Z |
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| dc.date.available |
2026-09-11T14:20:33Z |
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| dc.date.issued |
2026-09-10 |
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| dc.identifier.uri |
https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/275975 |
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| dc.description |
Tecnologia e inovação |
pt_BR |
| dc.description.abstract |
O armazenamento geológico de dióxido de carbono (CO₂) constitui uma alternativa tecnológica
para contribuir com a redução das emissões de gases de efeito estufa. Nesse contexto, este
trabalho teve como objetivo demontrar a aplicação da modelagem digital de afloramentos na
avaliação do potencial de armazenamento geológico de CO₂, com ênfase na caracterização de
possíveis intervalos reservatórios e barreiras de fluxo na Formação Rio Bonito, na região de
Lauro Müller, Santa Catarina. A metodologia integrou levantamento sedimentológico de
campo, aquisição de imagens por veículo aéreo não tripulado (VANT), processamento
fotogramétrico pelo método Structure-from-Motion – Multi-View Stereo (SfM-MVS), geração
de modelo virtual de afloramento e ortofotomosaico de alta resolução, além da interpretação da
arquitetura deposicional e das principais superfícies estratigráficas. A análise permitiu
reconhecer três associações de fácies principais: depósitos de planície de maré com
estratificação heterolítica inclinada, depósitos de shoreface inferior e canais fluviais
influenciados por marés. Os resultados indicam que os arenitos médios a muito grossos da
porção superior apresentam as condições mais favoráveis para atuação como zonas de fluxo e
armazenamento de CO₂, devido à maior espessura, continuidade lateral e conectividade entre
os corpos arenosos, características que tendem a favorecer a permeabilidade e a injetividade.
Em contrapartida, níveis heterolíticos, lamitos e mud drapes podem reduzir a conectividade
vertical e atuar como barreiras internas, contribuindo para retardar a migração ascendente e
favorecer a retenção do CO₂. Conclui-se que a integração entre sedimentologia e geotecnologias
digitais possibilitou caracterizar em detalhe heterogeneidades relevantes ao comportamento de
fluidos e demonstrou o potencial da Formação Rio Bonito para estudos de armazenamento
geológico de carbono. Entretanto, a avaliação definitiva de sua viabilidade depende de estudos
complementares, incluindo análises petrográficas, petrofísicas e de interação fluido-rocha. |
pt_BR |
| dc.language.iso |
por |
pt_BR |
| dc.publisher |
Florianópolis, SC |
pt_BR |
| dc.subject |
Formação Rio Bonito |
pt_BR |
| dc.subject |
Modelagem digital de afloramentos |
pt_BR |
| dc.subject |
Associação de fácies |
pt_BR |
| dc.subject |
Armazenamento Geológico de CO₂ |
pt_BR |
| dc.title |
Modelagem digital de afloramentos aplicada à avaliação do potencial de armazenamento geológico de CO₂ na Formação Rio Bonito, Bacia do Paraná |
pt_BR |
| dc.type |
video |
pt_BR |
| dc.contributor.advisor-co |
Manna, Monica Oliveira |
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