Associação genética com câncer de mama: polimorfismos em IL-2 e TNF

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Associação genética com câncer de mama: polimorfismos em IL-2 e TNF

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dc.contributor Universidade Federal de Santa Catarina pt_BR
dc.contributor.advisor Muniz, Yara Costa Netto
dc.contributor.author Scherer, Isadora Renck
dc.date.accessioned 2026-09-11T14:14:16Z
dc.date.available 2026-09-11T14:14:16Z
dc.date.issued 2026-09-10
dc.identifier.uri https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/275955
dc.description Sustentabilidade, saúde e qualidade de vida pt_BR
dc.description.abstract O câncer de mama é uma doença multifatorial caracterizada pelo crescimento desordenado das células dos tecidos mamários, com potencial de invasão e metástase. Diversas variantes de nucleotídeo único (SNV) de genes relacionados ao sistema imune vêm sendo estudadas, buscando sua associação com suscetibilidade e variáveis clínicas de prognóstico de câncer de mama. Contudo, ainda há lacunas quanto ao papel dessas variantes genéticas no câncer de mama na população de Santa Catarina. Dentre esses genes estão TNF e IL-2 que codificam citocinas de grande importância para o contexto tumoral e inflamatório. O projeto inicial previa a análise de um marcador em cada gene (IL-2 e IL-22), mas optamos por modificar e ampliar o estudo para, além de um marcador de IL-2, dois marcadores do gene TNF. Define-se a hipótese de que, para o gene TNF, os alelos rs1800629*A e rs1799964*C estejam associados a um pior prognóstico de câncer de mama. Isto porque é descrito que estes alelos aumentam a expressão gênica e que níveis mais altos da citocina TNF-α promovem um microambiente pró-tumoral através da inflamação. Enquanto que para o gene IL-2, hipotetiza-se que o alelo rs2069762*C esteja associado a melhor prognóstico, pois a literatura demonstra que essa citocina tem efeito antitumoral. Com o objetivo de testar essas hipóteses, foram genotipadas 232 mulheres catarinenses com câncer de mama e 343 mulheres sem a doença para as variantes em questão. O estudo foi aprovado pelo Comitê de Ética em Pesquisa com Seres Humanos da UFSC (parecer n° 922.167). As amostras foram obtidas no Hospital Universitário Professor Polydoro Ernani de São Thiago (HU/UFSC), enquanto as informações clínicas foram coletadas de prontuários e questionários. O DNA foi extraído pelo método Salting Out e as variantes foram genotipadas por PCR em tempo real. Posteriormente, foram determinadas as frequências alélicas e genotípicas, bem como verificado o equilíbrio de Hardy-Weinberg, e as análises estatísticas foram conduzidas no software SPSS v.25.0. Análises de regressão de Poisson multivariada ajustada para idade e IMC sugerem associação dos genótipos rs1800629 AG+AA com maior ocorrência de desfechos clínicos desfavoráveis: grau histológico II (RP = 1,487; IC95% 1,463–1,511; p = 0,021), grau histológico III (RP = 1,571; IC95% = 1,546–1,596; p = 0,000247) e subtipo molecular triplo-negativo (RP = 3,289; IC95% = 1,375–7,701; p = 0,001). Com isso, o estudo busca prover dados iniciais para que potenciais novos marcadores de prognóstico da doença possam futuramente ser estabelecidos para mulheres catarinenses. pt_BR
dc.format.extent Vídeo pt_BR
dc.language.iso por pt_BR
dc.publisher Florianópolis, SC pt_BR
dc.subject SNP pt_BR
dc.subject Marcadores genéticos pt_BR
dc.subject Neoplasia mamária pt_BR
dc.subject Imunogenética pt_BR
dc.title Associação genética com câncer de mama: polimorfismos em IL-2 e TNF pt_BR
dc.type video pt_BR
dc.contributor.advisor-co Scudeler, Mariana Meira


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