Tingimento de Viscose e Lã com corante natural de Hibiscus
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| dc.contributor |
Universidade Federal de Santa Catarina |
pt_BR |
| dc.contributor.advisor |
Aguiar, Catia Rosana Lange de |
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| dc.contributor.author |
Nozzoli, Isabella Signor |
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| dc.date.accessioned |
2026-09-11T14:08:16Z |
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| dc.date.available |
2026-09-11T14:08:16Z |
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| dc.date.issued |
2026-09-10 |
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| dc.identifier.uri |
https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/275951 |
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| dc.description |
Sustentabilidade, saúde e qualidade de vida |
pt_BR |
| dc.description.abstract |
Esta pesquisa, desenvolvida no projeto “TINGIMENTO DE VISCOSE E LÃ COM
CORANTE NATURAL DE HIBISCUS”, avaliou o comportamento tintorial de extratos de
Hibiscus sabdariffa L. aplicados à viscose e à lã, buscando verificar a influência do meio de
extração, da biomordentagem com Aloe vera e da exposição à radiação UV-C. O
planejamento principal reuniu 48 condições experimentais, combinando duas fibras, três
meios de extração — água deionizada, etanol e meio contendo ácido cítrico — e oito
pré-tratamentos. Também foi avaliado o efeito da aplicação de Aloe vera antes e depois do
tingimento. A resposta de cor foi analisada por força colorística (K/S) e diferença de cor,
enquanto possíveis alterações químicas e morfológicas foram investigadas por espectroscopia
no infravermelho com transformada de Fourier (FTIR) e microscopia eletrônica de varredura
(MEV). Também foram realizados ensaios de solidez à lavagem e à fricção a seco. A lã
apresentou maior força colorística do que a viscose nas condições de referência. Entretanto,
os efeitos da Aloe vera e da radiação UV-C variaram conforme a fibra, o meio extrator e o
tempo de exposição, sem aumento uniforme da intensidade da cor. A água deionizada
apresentou os maiores valores de referência para as duas fibras e foi considerada a alternativa
mais viável, por aliar desempenho colorístico, simplicidade operacional e ausência de
solvente orgânico. Os espectros de FTIR preservaram as bandas características da celulose e
da queratina, sem evidência suficiente de novas ligações covalentes. As micrografias
mostraram a manutenção das morfologias típicas das fibras e depósitos localizados de
composição não determinada. Nos ensaios executados, todas as amostras receberam grau 5 na
escala cinza para solidez à lavagem e à fricção a seco. Conclui-se que o tingimento com
hibisco é tecnicamente possível para viscose e lã, mas seu desempenho depende da
combinação experimental e requer otimização antes de aplicação industrial. Ao investigar
uma rota de tingimento natural com menor dependência de solventes orgânicos, o trabalho se
relaciona ao eixo “Sustentabilidade, saúde e qualidade de vida” do 36º SIC/UFSC. |
pt_BR |
| dc.format.extent |
Vídeo |
pt_BR |
| dc.language.iso |
por |
pt_BR |
| dc.publisher |
Blumenau, SC |
pt_BR |
| dc.subject |
Hibiscus Sabdariffa L. |
pt_BR |
| dc.subject |
Corantes naturais |
pt_BR |
| dc.subject |
Tingimento têxtil |
pt_BR |
| dc.subject |
Viscose |
pt_BR |
| dc.subject |
Lã |
pt_BR |
| dc.title |
Tingimento de Viscose e Lã com corante natural de Hibiscus |
pt_BR |
| dc.type |
video |
pt_BR |
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