Imaginando outros futuros para a educação e tecnologias: aprendizados com movimentos sociais, organizações da sociedade civil e sindicatos.
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| dc.contributor |
Universidade Federal de Santa Catarina |
pt_BR |
| dc.contributor.advisor |
Espíndola, Marina Bazzo de |
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| dc.contributor.author |
Beber, Bruno Favero Schumacher |
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| dc.date.accessioned |
2026-09-11T12:39:54Z |
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| dc.date.available |
2026-09-11T12:39:54Z |
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| dc.date.issued |
2026-09-10 |
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| dc.identifier.uri |
https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/275854 |
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| dc.description |
Promoção da igualdade, fortalecimento da democracia e governança |
pt_BR |
| dc.description.abstract |
A expansão do uso de tecnologias digitais de informação e comunicação (TDIC) na educação tem ocorrido de maneira muito acelerada nos últimos anos,com destaque para o período da pandemia de COVID-19 e o que se sucedeu. Essa expansão acontece, entretanto, sem construção a partir da base da educação, vindo principalmente de uma parceria entre governo e grandes empresas de tecnologia, apoiando-se em visões instrumentais e tecnicistas das tecnologias, disfarçando os propósitos de lucro e exploração de dados dessa incursão. Sustentado pela Teoria Crítica da Tecnologia, elaborada por Andrew Feenberg, e do entendimento que movimentos sociais são agentes importantes na transformação social, este trabalho parte do pressuposto que outras tecnologias e outras relações entre tecnologias digitais e educação são possíveis. A pesquisa teve como objetivo identificar movimentos sociais, organizações da sociedade civil e sindicatos que pautam as relações entre tecnologias e educação de forma não hegemônica, analisar as temáticas principais e o foco de ação dos movimentos identificados e identificar relações entre eles. O estudo se apoiou nos pressupostos metodológicos da netnografia e das pesquisas qualitativas na internet, investigando a partir de documentos e informações disponíveis online as ações e ligações entre as organizações. Foram identificadas 22 organizações no contexto ibero-americano, sendo 7 na Espanha e o restante na América Latina. Verificou-se que as organizações da Espanha articulam-se bastante entre si, com ações voltadas para a defesa de direitos digitais e justiça algorítmica, produzindo pesquisas, tecnologias alternativas e influenciando políticas públicas. Na América Latina, percebe-se que as organizações trabalham menos em conjunto, apesar de haver alguns agrupamentos; o foco das ações é mais diverso, variando de defesa de direitos digitais, formação tecnológica, resistência aos impactos das tecnologias digitais no trabalho e construção de tecnologias digitais soberanas e populares. No âmbito da educação formal, verificou-se que a movimentação se concentra em torno de questões dos impactos no trabalho docente e na denúncia de projetos com grandes empresas de tecnologia. |
pt_BR |
| dc.language.iso |
por |
pt_BR |
| dc.publisher |
Florianópolis, SC |
pt_BR |
| dc.subject |
Tecnologias digitais |
pt_BR |
| dc.subject |
Educação |
pt_BR |
| dc.subject |
Teoria Crítica da Tecnologia |
pt_BR |
| dc.subject |
Movimentos sociais |
pt_BR |
| dc.title |
Imaginando outros futuros para a educação e tecnologias: aprendizados com movimentos sociais, organizações da sociedade civil e sindicatos. |
pt_BR |
| dc.type |
video |
pt_BR |
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