Estimativa de emissões de CO₂ no transporte de soja para exportação utilizando modelos preditivos de séries temporais

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Estimativa de emissões de CO₂ no transporte de soja para exportação utilizando modelos preditivos de séries temporais

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dc.contributor Universidade Federal de Santa Catarina pt_BR
dc.contributor.advisor Chaves, Gisele de Lorena Diniz
dc.contributor.author Santori, João Vitor Pellizzaro
dc.date.accessioned 2026-09-11T12:29:27Z
dc.date.available 2026-09-11T12:29:27Z
dc.date.issued 2026
dc.identifier.uri https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/275842
dc.description Sustentabilidade, saúde e qualidade de vida pt_BR
dc.description.abstract Nos últimos anos, a exportação de soja se consolidou como um dos pilares da balança comercial brasileira, mas essa dependência econômica expõe o país a riscos climáticos que afetam diretamente a produtividade agrícola. Este trabalho teve como objetivo estruturar uma projeção preditiva das exportações de soja para as 11 principais microrregiões logísticas produtoras do Brasil, avaliando como anomalias climáticas podem afetar esses volumes ao longo da próxima década. Para isso, foram aplicados os métodos de previsão Holt-Winters e SARIMA às séries históricas de exportação (2014–2024), combinados com indicadores agrometeorológicos de estresse térmico e hídrico, construídos a partir das fases fenológicas críticas da soja. O modelo SARIMA apresentou melhor aderência na maioria das microrregiões analisadas, com base na Razão do Viés. A partir da relação entre anomalias climáticas e quebras históricas de produtividade, foram simulados cinco cenários de intensidade climática, cada um testado sob diferentes probabilidades de ocorrência. Os resultados apontam para uma importante heterogeneidade regional: Canarana (MT) apresentou a maior sensibilidade térmica, com quebras de até 42,31% associadas a anomalias de temperatura, enquanto Dourados (MS) mostrou-se a mais vulnerável ao déficit hídrico, com perdas de até 44,70%. Em contrapartida, Rio Verde (GO), Arinos (MG) e Aripuanã (MT) mantiveram estabilidade produtiva mesmo em cenários climáticos mais severos, sem registrar quebras abruptas ao longo da década analisada. Essa diferença pode estar relacionada a fatores como a adoção de tecnologia e o manejo do solo, ainda que esses fatores não tenham sido medidos diretamente neste estudo.  Como reconhecimento de sua contribuição científica, este artigo foi aprovado para apresentação no Encontro Nacional de Engenharia de Produção (ENEGEP) e passará a integrar os anais do evento. pt_BR
dc.format.extent 31 pt_BR
dc.language.iso por pt_BR
dc.publisher Florianópolis, SC pt_BR
dc.subject Indicadores agrometeorológicos pt_BR
dc.subject Exportação de soja pt_BR
dc.subject Mudanças climáticas pt_BR
dc.subject Séries temporais pt_BR
dc.title Estimativa de emissões de CO₂ no transporte de soja para exportação utilizando modelos preditivos de séries temporais pt_BR
dc.type video pt_BR


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