O envolvimento dos receptores canabinoides CB2 na formação e manutenção de memórias aversivas em ratos Wistar

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O envolvimento dos receptores canabinoides CB2 na formação e manutenção de memórias aversivas em ratos Wistar

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dc.contributor Universidade Federal de Santa Catarina pt_BR
dc.contributor.advisor Walz, Roger
dc.contributor.author Mezzomo, Lucas Cerbaro
dc.date.accessioned 2026-09-10T20:27:17Z
dc.date.available 2026-09-10T20:27:17Z
dc.date.issued 2026
dc.identifier.uri https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/275767
dc.description Sustentabilidade, saúde e qualidade de vida pt_BR
dc.description.abstract A memória aversiva apresenta elevada relevância emocional e envolve processos neurobiológicos relacionados à aquisição, consolidação e evocação de informações associadas a experiências ameaçadoras. O sistema endocanabinoide participa da modulação de diferentes processos relacionados à memória, com evidências crescentes sobre a atuação dos receptores canabinoides do tipo 2 (CB2). Entretanto, sua participação nas diferentes etapas da memória aversiva ainda não está completamente esclarecida. Assim, este estudo teve como objetivo investigar a influência da modulação farmacológica sistêmica dos receptores CB2 sobre a consolidação e a evocação da memória aversiva associativa em ratos Wistar machos. Foram utilizados 85 ratos Wistar machos, com idade entre 3 e 4 meses e massa entre 300 e 450 g. Os animais foram submetidos ao condicionamento aversivo ao contexto (CAC), utilizando choques elétricos como estímulo incondicionado e o tempo de congelamento como medida comportamental da resposta de medo. Para a modulação dos receptores CB2, foram administrados beta-cariofileno (BCP), agonista dos receptores CB2, nas doses de 10 e 50 mg/kg, ou AM630, antagonista dos receptores CB2, nas doses de 0,5 e 2 mg/kg, por via intraperitoneal. A memória foi avaliada por meio do tempo de congelamento durante o teste subsequente. No protocolo de consolidação, não foram observadas diferenças estatisticamente significativas entre os grupos tratados com BCP, AM630 e veículo (p = 0,8124). No protocolo de evocação, também não foram identificadas diferenças significativas entre os grupos experimentais (p = 0,3434). Dessa forma, nas condições experimentais empregadas, a administração sistêmica dos moduladores dos receptores CB2 não produziu alterações significativas no tempo de congelamento durante a avaliação da consolidação ou da evocação da memória aversiva. Assim, os resultados indicam que, no modelo experimental utilizado, a modulação sistêmica dos receptores CB2 por meio do BCP ou do AM630 não alterou significativamente a consolidação ou a evocação da memória aversiva associativa. Esses achados sugerem que a participação dos receptores CB2 nessas etapas da memória pode depender das características do modelo experimental, da janela temporal da intervenção farmacológica e da forma de modulação do sistema endocanabinoide. Estudos adicionais são necessários para esclarecer a participação dos CB2 em diferentes processos relacionados à memória aversiva. pt_BR
dc.language.iso por pt_BR
dc.publisher Florianópolis, SC pt_BR
dc.subject Sistema endocanabinoide pt_BR
dc.subject Receptores CB2 pt_BR
dc.subject Memória aversiva pt_BR
dc.subject Ratos Wistar pt_BR
dc.title O envolvimento dos receptores canabinoides CB2 na formação e manutenção de memórias aversivas em ratos Wistar pt_BR
dc.type video pt_BR


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