Explorando a biologia dos Staphylococcus aureus resistente à meticilina (MRSA), com um enfoque integrado em genômica, clínica e adaptabilidade
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| dc.contributor |
Universidade Federal de Santa Catarina |
pt_BR |
| dc.contributor.advisor |
Ferreira, Fabienne Antunes |
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| dc.contributor.author |
Pinheiro, Joice de Souza |
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| dc.date.accessioned |
2026-09-08T13:27:54Z |
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| dc.date.available |
2026-09-08T13:27:54Z |
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| dc.date.issued |
2026-09-04 |
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| dc.identifier.uri |
https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/275445 |
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| dc.description |
Sustentabilidade, saúde e qualidade de vida |
pt_BR |
| dc.description.abstract |
Staphylococcus aureus resistente à meticilina (MRSA) é classificado pela Organização Mundial da Saúde como um patógeno de alta prioridade, devido à sua relevância clínica e associação com taxas consideráveis de morbidade e mortalidade. Seu sucesso como patógeno está relacionado à resistência aos antimicrobianos, fatores de virulência e capacidade adaptativa, embora a interação entre essas características ainda seja pouco compreendida. Neste contexto, o presente estudo integra um projeto de caracterização clínica e molecular de isolados de MRSA provenientes de pacientes adultos atendidos no Hospital Universitário Professor Polydoro Ernani de São Thiago (HU-UFSC), entre dezembro de 2024 e dezembro de 2025. Os 56 isolados obtidos foram organizados em uma coleção e submetidos ao teste de sensibilidade aos antimicrobianos (TSA) e à tipagem molecular do Staphylococcal Cassette Chromosome mec (SCCmec). Quanto ao perfil de resistência aos antimicrobianos testados, a maior proporção de isolados MRSA resistentes foi observada para eritromicina (66,1%), seguida de ciprofloxacino (28,6%) e clindamicina (14,3%). Houve predominância do SCCmec tipo IV, identificado em 53 isolados (94,6%), enquanto os tipos II e I foram detectados em dois (3,6%) e um (1,8%) isolados, respectivamente. Adicionalmente, dez isolados foram avaliados quanto ao perfil da curva de crescimento bacteriano, apresentando comportamento semelhante. Estes resultados são parciais e integram um projeto de doutorado mais amplo, no qual serão associados a dados genômicos bacterianos e dados clínicos dos pacientes. Ainda assim, a predominância do SCCmec IV sugere uma mudança na dinâmica das variantes genéticas de MRSA circulantes no HU-UFSC em comparação com isolados de 2016 e 2017, enquanto os perfis de resistência observados foram, de modo geral, compatíveis com o esperado para MRSA. A integração desses dados permitirá compreender melhor os fatores associados à adaptação e ao comportamento desses isolados. |
pt_BR |
| dc.format.extent |
Resumo + Vídeo |
pt_BR |
| dc.language.iso |
por |
pt_BR |
| dc.publisher |
Florianópolis, SC |
pt_BR |
| dc.subject |
MRSA |
pt_BR |
| dc.subject |
SCCmec |
pt_BR |
| dc.subject |
Resistência bacteriana |
pt_BR |
| dc.subject |
Curva de crescimento |
pt_BR |
| dc.title |
Explorando a biologia dos Staphylococcus aureus resistente à meticilina (MRSA), com um enfoque integrado em genômica, clínica e adaptabilidade |
pt_BR |
| dc.type |
video |
pt_BR |
Files in this item
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SIC2026.mp4
|
127.0Mb |
MPEG-4 video |
View/Open
|
Seminário de Iniciação Científica e Tecnológica - Universidade Federal de Santa Catarina - Centro de Ciências Biológicas - Curdo de Graduação em Farmácia |
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