Inovação na cartografia tátil: ressignificação de símbolos e materiais para mapa tátil sonoro

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Inovação na cartografia tátil: ressignificação de símbolos e materiais para mapa tátil sonoro

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dc.contributor Universidade Federal de Santa Catarina
dc.contributor.advisor Nascimento, Rosemy da Silva
dc.contributor.author Mello, Humberto Bethoven Pessoa de
dc.date.accessioned 2026-09-01T23:30:09Z
dc.date.available 2026-09-01T23:30:09Z
dc.date.issued 2026
dc.identifier.other 398223
dc.identifier.uri https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/275305
dc.description Tese (doutorado) - Universidade Federal de Santa Catarina, Centro de Filosofia e Ciências Humanas, Programa de Pós-Graduação em Geografia, Florianópolis, 2026.
dc.description.abstract Os mapas são mais que ferramentas técnicas; são construções culturais que moldam a percepção do mundo, influenciando a compreensão de espaços. A cartografia está ligada à sobrevivência, com representações espaciais ao longo da história. A cartografia tátil, voltada para Pessoas com Deficiência Visual (DV), utiliza o relevo e textura e Sistema Braille para promover a educação geográfica e a mobilidade, sendo essencial para formação e inclusão na sociedade vigente. O Laboratório de Cartografia Tátil Escolar (LabTATE), fundado em 2006, desenvolve Tecnologias Assistivas (TA) de baixo custo, como mapas táteis, priorizando acessibilidade e produzindo uma discussão metodológica sobre padronização de símbolos táteis para educação e mobilidade. O problema central reside na ressignificação dos símbolos e sonorização para dar intuitividade aos símbolos e elaborar um Recurso Didático (RD) multimodal (união do canal tátil com o ponto sonoro). A pesquisa responde ao objetivo geral, que é propor uma ressignificação dos símbolos artesanais. Os objetivos específicos balizam a metodologia da produção da caixa suporte e da lâmina tátil. A tese propõe duas etapas a seguir: a primeira, ressignificar os símbolos artesanais do LabTATE por meio da Prototipagem Rápida Aditiva (PRA), empregando a impressora 3D, assim, padronizando a largura e elevação dos símbolos. Na segunda etapa, possibilita-se a introdução da inovação tecnológica que denominamos de ponto sonoro. Isto posto, pretendo demonstrar a possibilidade de confeccionar uma cartografia de três dimensões, com inclusão da inovação tecnológica e o ponto sonoro. É sugerida a discussão da linguagem (semiologia), que engloba não somente a escrita braille, mas também a associação da sonoridade para a criação de um mapa tátil. Usamos a metodologia qualitativa/pesquisa-ação com aplicação de entrevistas semiestruturadas e participação ativa dos sujeitos na validação das categorias: desenho, aceitabilidade tátil, elevação e intuitividade dos símbolos em PRA. Para validar o Mapa Tátil Sonoro (MTS), utilizamos o questionário de satisfação denominado escala Likert. Para obter a consolidação dos resultados, utilizamos o software MS Excel, no qual foram tabulados e apurados um índice de aceitação de 93,38% de satisfação. Esse resultado, foi considerado muito satisfatório, confirma a hipótese de que o MTS é um recurso eficaz para promover a autonomia do DV no aprendizado de geografia. O grupo de participantes foi de vinte e quatro DV, classificados em cegueira congênita, adquirida e baixa visão. Além disso, a integração de mapas táteis sonoros reforça a comunicação cartográfica, oferecendo novas formas de interação e inclusão. Essa abordagem inovadora transforma a cartografia tátil, promovendo uma educação geográfica mais equitativa e acessível. O estudo contribui para o avanço da acessibilidade e inclusão, alinhando-se às diretrizes da Associação Brasileira de Normas Técnicas ? Norma Brasileira Regulamentadora 9050 (ABNT NBR) e aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS).
dc.description.abstract Abstract: Maps are more than just technical tools; they are cultural constructs that shape the perception of the world, influencing the understanding of spaces. Cartography is linked to survival, with spatial representations throughout history. Tactile cartography, aimed at people with visual impairments (VI), uses relief and texture and the Braille system to promote geographic education and mobility, being essential for training and inclusion in current society. The Laboratory of School Tactile Cartography (LabTATE), founded in 2006, develops low-cost Assistive Technologies (AT), such as tactile maps, prioritizing accessibility and producing a methodological discussion on the standardization of tactile symbols for education and mobility. The central problem lies in the re-signification of symbols and sound to give intuitiveness to the symbols and develop a multimodal Didactic Resource (DR) (union of the tactile channel with the sound point). The research responds to the general objective, which is to propose a re-signification of handcrafted symbols. The specific objectives guide the methodology of the production of the support box and the tactile sheet. This thesis proposes two stages: first, to re-signify the handcrafted symbols of LabTATE through Additive Rapid Prototyping (ARP), using a 3D printer, thus standardizing the width and elevation of the symbols. The second stage allows for the introduction of a technological innovation we call a sound point. Therefore, I intend to demonstrate the possibility of creating a three-dimensional cartography, including this technological innovation and the sound point. A discussion of language (semiology) is suggested, encompassing not only Braille writing but also the association of sound for the creation of a tactile map. We used a qualitative/action-research methodology with the application of semi-structured interviews and active participation of the subjects in validating the categories: design, tactile acceptability, elevation, and intuitiveness of the symbols in ARP. To validate the tactile sound map (TSM), we used a satisfaction questionnaire called the Likert scale. To consolidate the results, we used MS Excel software, in which an acceptance rate of 93.38% satisfaction was tabulated and calculated. This result, considered very satisfactory, confirms the hypothesis that tactile maps are an effective resource for promoting the autonomy of visually impaired individuals in learning geography. The group of participants consisted of twenty-four visually impaired individuals, classified as congenital blindness, acquired blindness, and low vision. Furthermore, the integration of tactile audio maps reinforces cartographic communication, offering new forms of interaction and inclusion. This innovative approach transforms tactile cartography, promoting a more equitable and accessible geographical education. The study contributes to the advancement of accessibility and inclusion, aligning with the guidelines of the Brazilian Association of Technical Standards ? Brazilian Regulatory Standard 9050 (ABNT NBR) and the Sustainable Development Goals (SDGs). en
dc.format.extent 458 p.| il.
dc.language.iso por
dc.subject.classification Geografia
dc.subject.classification Cartografia
dc.subject.classification Mapas para cegos
dc.subject.classification Deficiência visual
dc.subject.classification Cegos
dc.title Inovação na cartografia tátil: ressignificação de símbolos e materiais para mapa tátil sonoro
dc.type Tese (Doutorado)


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