Como o nanoplástico de poliestireno afeta a alga marinha Ulva ohnoi: mudanças na aparência e no funcionamento

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Como o nanoplástico de poliestireno afeta a alga marinha Ulva ohnoi: mudanças na aparência e no funcionamento

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dc.contributor Universidade Federal de Santa Catarina pt_BR
dc.contributor.advisor Ouriques, Luciane Cristina
dc.contributor.author Nascimento, Yasmin Rodrigues
dc.date.accessioned 2026-08-31T18:26:07Z
dc.date.available 2026-08-31T18:26:07Z
dc.date.issued 2026-08-28
dc.identifier.uri https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/275251
dc.description Sustentabilidade, saúde e qualidade de vida pt_BR
dc.description.abstract A poluição por nanoplásticos representa uma ameaça emergente aos ecossistemas marinhos, com potenciais impactos sobre organismos produtores primários, como as macroalgas. Este estudo avaliou os efeitos morfofisiológicos da exposição da macroalga Ulva ohnoi (Chlorophyta) ao nanoplástico de poliestireno (NPPS), mantendo espécimes por sete dias sob três concentrações (200, 400 e 800 mg/L) e um grupo controle, com avaliação de taxa de crescimento, morfologia, pigmentos fotossintetizantes (clorofila a e carotenoides), metabólitos (fenólicos, flavonoides e carboidratos totais) e análises por microscopia confocal de varredura a laser, microscopia de luz com colorações citoquímicas e microscopia eletrônica de varredura (MEV). A exposição ao NPPS inibiu o crescimento de forma evidente: enquanto o grupo controle acumulou biomassa ao longo do experimento, os grupos expostos apresentaram perda de massa progressivamente mais acentuada com o aumento da concentração, acompanhada de redução da área observada, fragmentação e descoloração progressivas. A microscopia confocal revelou redução acentuada da autofluorescência da clorofila, com diferença estatística entre todas as concentrações testadas, além de desorganização dos cloroplastos, confirmando in vivo a perda de integridade do aparato fotossintético. Já a microscopia de luz associada às colorações citoquímicas evidenciou desorganização do arranjo celular, retração do protoplasto e redução progressiva dos grânulos de reserva. Os pigmentos fotossintetizantes sofreram reduções acentuadas, evidenciando comprometimento expressivo do aparato fotossintético na maior concentração testada, enquanto a MEV mostrou deposição de agregados de nanoplástico e desestruturação da superfície do talo, mais intensas nas maiores concentrações. Em contrapartida, observou-se aumento significativo dos compostos fenólicos e dos flavonoides, indicativo da ativação do metabolismo secundário de natureza antioxidante, ao passo que os carboidratos totais exibiram resposta não monotônica, com pico na concentração intermediária. Em conjunto, os resultados demonstram que o NPPS compromete o aparato fotossintético de U. ohnoi e deflagra uma resposta antioxidante coordenada, porém insuficiente para conter a deterioração fisiológica nas maiores concentrações, reforçando o potencial dessa espécie como bioindicadora da poluição por nanoplásticos em ambientes costeiros. pt_BR
dc.format.extent video pt_BR
dc.language.iso por pt_BR
dc.publisher Florianópolis,SC pt_BR
dc.subject nanoplásticos pt_BR
dc.subject poliestireno pt_BR
dc.subject Ulva ohnoi pt_BR
dc.subject estresse pt_BR
dc.subject ecotoxicologia pt_BR
dc.title Como o nanoplástico de poliestireno afeta a alga marinha Ulva ohnoi: mudanças na aparência e no funcionamento pt_BR
dc.type video pt_BR


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