Lama biliar grau II com correção por videolaparoscopia em cão: relato de caso
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| dc.contributor |
Universidade Federal de Santa Catarina. |
pt_BR |
| dc.contributor.advisor |
Pereira, Marcy Lancia |
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| dc.contributor.author |
Dias, Gislaine Bortoli |
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| dc.date.accessioned |
2026-08-10T12:06:02Z |
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| dc.date.available |
2026-08-10T12:06:02Z |
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| dc.date.issued |
2026-07-02 |
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| dc.identifier.uri |
https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/274779 |
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| dc.description |
TCC (graduação) - Universidade Federal de Santa Catarina, Campus Curitibanos, Medicina Veterinária. |
pt_BR |
| dc.description.abstract |
A lama biliar é uma afecção caracterizada pelo acúmulo de material ecogênico no
interior da vesícula biliar, frequentemente associada à estase biliar, alterações da
motilidade vesicular e distúrbios hepatobiliares. Embora, na maioria dos casos, seja
um achado incidental, pode estar relacionada a manifestações clínicas e à
progressão para enfermidades mais graves do sistema biliar. O presente trabalho
tem como objetivo relatar o caso de uma cadela da raça Spitz Alemão, castrada,
com seis anos de idade e 5 kg de peso corporal, atendida em uma clínica veterinária
no município de Campos Novos, Santa Catarina, com histórico de episódios
recorrentes de êmese e inapetência. Após avaliação clínica, exames laboratoriais e
ultrassonografia abdominal, foi diagnosticada lama biliar grau II, com preenchimento
de aproximadamente 25% a 50% do lúmen vesicular por conteúdo ecogênico.
Inicialmente, instituiu-se tratamento clínico com ácido ursodesoxicólico,
S-adenosil-L-metionina e manejo nutricional com dieta de baixo teor lipídico. Após
três meses de acompanhamento, observou-se persistência dos sinais clínicos e
manutenção das alterações ultrassonográficas, sem resposta satisfatória ao
tratamento conservador. Diante disso, optou-se pela realização de colecistectomia
por videolaparoscopia. O procedimento transcorreu sem intercorrências, com
adequada remoção da vesícula biliar. A paciente apresentou evolução clínica
favorável, com retorno precoce do apetite, ausência de episódios de êmese e alta
hospitalar 24 horas após a cirurgia. Na reavaliação realizada 30 dias após o
procedimento, observou-se normalização dos parâmetros bioquímicos previamente
alterados e manutenção do bom estado clínico. Conclui-se que a colecistectomia
videolaparoscópica constitui uma alternativa eficaz e segura para o tratamento da
lama biliar grau II em pacientes refratários ao manejo conservador, promovendo
resolução dos sinais clínicos e recuperação satisfatória. |
pt_BR |
| dc.format.extent |
46 |
pt_BR |
| dc.language.iso |
por |
pt_BR |
| dc.publisher |
Curitibanos, SC. |
pt_BR |
| dc.rights |
Open Access. |
en |
| dc.subject |
Vesícula biliar; Colecistectomia; Videolaparoscopia; Cão. |
pt_BR |
| dc.title |
Lama biliar grau II com correção por videolaparoscopia em cão: relato de caso |
pt_BR |
| dc.type |
TCCgrad |
pt_BR |
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