Mulheres na guerrilha Tupamaro: Trajetórias de militância e participação política no Uruguai

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Mulheres na guerrilha Tupamaro: Trajetórias de militância e participação política no Uruguai

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dc.contributor Universidade Federal de Santa Catarina. pt_BR
dc.contributor.advisor Silva, Janine Gomes da
dc.contributor.author Decker, Veronika Leyes
dc.date.accessioned 2026-07-20T11:49:15Z
dc.date.available 2026-07-20T11:49:15Z
dc.date.issued 2026-07-06
dc.identifier.uri https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/274492
dc.description TCC (graduação) - Universidade Federal de Santa Catarina, Centro de Filosofia e Ciências Humanas, História. pt_BR
dc.description.abstract A presente pesquisa analisa as trajetórias de mulheres vinculadas ao Movimento de Libertação Nacional-Tupamaros (MLN-T), no Uruguai, investigando de que maneira as relações de gênero atravessaram as experiências de militância, repressão, exílio e atuação política durante a ditadura uruguaia e após a redemocratização. O estudo tem como objetivo compreender como as mulheres que participaram da guerrilha Tupamara vivenciaram a militância e a transição da luta armada para a política institucional, bem como de que forma essas experiências foram elaboradas e transmitidas ao longo do tempo, inclusive entre diferentes gerações. A pesquisa insere-se no campo da História das Mulheres e dos Estudos de Gênero, adotando uma abordagem qualitativa fundamentada na História Oral. Como fontes principais, foram utilizadas três entrevistas: duas pertencentes ao acervo do Laboratório de Estudos de Gênero e História (LEGH/UFSC), realizadas com Carmen Beramendi e Mabel Simois, ex-militantes do MLN-T que posteriormente ocuparam espaços de atuação institucional, e uma entrevista inédita realizada com Fabiana Lalane, filha e neta de militantes uruguaios vinculados ao MLN-T, perseguidos pela ditadura uruguaia. Também foram analisadas fontes jornalísticas da década de 1970, com o objetivo de compreender as representações sobre a participação feminina na guerrilha. Entende-se, a partir das fontes, que, embora as mulheres tenham desempenhado papel ativo no MLN-T, persistiam desigualdades de gênero no interior da organização, relacionadas à divisão de tarefas, aos espaços de liderança e às expectativas em torno da maternidade e da feminilidade. E que a redemocratização uruguaia possibilitou a reorganização das trajetórias políticas dessas mulheres, que passaram a atuar em sindicatos, movimentos feministas e instituições estatais. Explora-se as memórias da militância e da repressão contínuas no presente, sendo reelaboradas e transmitidas entre gerações, evidenciando a permanência dos debates sobre gênero, memória e participação política na sociedade contemporânea. pt_BR
dc.format.extent 65 pt_BR
dc.language.iso por pt_BR
dc.publisher Florianópolis, SC. pt_BR
dc.rights Open Access. en
dc.subject Movimento de Libertação Nacional-Tupamaros pt_BR
dc.subject Gênero pt_BR
dc.subject História Oral pt_BR
dc.title Mulheres na guerrilha Tupamaro: Trajetórias de militância e participação política no Uruguai pt_BR
dc.type TCCgrad pt_BR


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TCC Veronika Leyes Decker.pdf 4.110Mb PDF View/Open TCC

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