Compensação reativa em sistemas elétricos com alta penetração de geração renovável: uma análise comparativa por curvas PV e QV
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| dc.contributor |
Universidade Federal de Santa Catarina. |
pt_BR |
| dc.contributor.advisor |
Moreto, Miguel |
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| dc.contributor.author |
Haigert, Paula Peretti |
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| dc.date.accessioned |
2026-07-16T13:34:40Z |
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| dc.date.available |
2026-07-16T13:34:40Z |
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| dc.date.issued |
2026-07-13 |
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| dc.identifier.uri |
https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/274376 |
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| dc.description |
TCC (graduação) - Universidade Federal de Santa Catarina, Centro Tecnológico, Engenharia Elétrica. |
pt_BR |
| dc.description.abstract |
Este trabalho compara estratégias de compensação de potência reativa em sistemas elétricos com alta penetração de recursos baseados em inversores, avaliando seu efeito sobre os perfis de tensão e sobre a estabilidade de tensão estática, bem como a sensibilidade dos resultados às escolhas de modelagem e parametrização. A pesquisa adota o sistema-teste IEEE de 14 barras, modelado no programa ANAREDE, e emprega duas ferramentas complementares de análise estática: as curvas QV, que quantificam a margem local de potência reativa de cada barra, e as curvas PV, obtidas por fluxo de potência continuado, que quantificam a margem sistêmica de carregamento. O estudo constrói um caso base validado e três cenários de penetração renovável crescente (20\%, 40\% e 60\% da geração convencional de referência), mantendo a carga total constante por redespacho proporcional das máquinas síncronas, e sobre eles compara quatro estratégias: banco de capacitores, compensador estático de reativos (SVC), compensador síncrono estático (STATCOM) e controle Volt-VAR distribuído dos inversores. A análise identifica a Barra 14 como a mais vulnerável e revela divergência sistemática entre os rankings de fragilidade obtidos pelos dois métodos, o que evidencia a necessidade da abordagem combinada. O trabalho demonstra que o crescimento da potência de colapso com a penetração de fontes de energia renováveis constitui artefato metodológico, e não ganho efetivo de robustez. O banco de capacitores mostra-se inviável por agravar as sobretensões do sistema; o SVC e o STATCOM apresentam desempenho estático equivalente e ganho fixo de margem; e o controle Volt-VAR proporciona ganho crescente com a penetração, porém acompanhado da saturação reativa das máquinas síncronas remanescentes. A pesquisa conclui que a estratégia mais adequada depende do nível de inserção\textbf{}, da métrica de estabilidade adotada e da parametrização do modelo, e que o suporte reativo distribuído não substitui a regulação de tensão convencional exercida pelas máquinas síncronas. |
pt_BR |
| dc.format.extent |
122 |
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| dc.language.iso |
por |
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| dc.publisher |
Florianópolis, SC. |
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| dc.rights |
Open Access. |
en |
| dc.subject |
Estabilidade de tensão |
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| dc.subject |
Compensação reativa |
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| dc.subject |
Recursos baseados em inversores |
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| dc.subject |
Geração renovável |
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| dc.title |
Compensação reativa em sistemas elétricos com alta penetração de geração renovável: uma análise comparativa por curvas PV e QV |
pt_BR |
| dc.type |
TCCgrad |
pt_BR |
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