Muitos milionários, nenhum bilionário: modelo baseado em agentes de talento vs. sorte na geração de riqueza

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Muitos milionários, nenhum bilionário: modelo baseado em agentes de talento vs. sorte na geração de riqueza

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dc.contributor Universidade Federal de Santa Catarina. pt_BR
dc.contributor.advisor da Silva, Eraldo Sergio Barbosa
dc.contributor.author Gonçalves, Marcos Raphael Batist
dc.date.accessioned 2026-07-15T11:04:12Z
dc.date.available 2026-07-15T11:04:12Z
dc.date.issued 2026-07-06
dc.identifier.uri https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/274269
dc.description TCC (graduação) - Universidade Federal de Santa Catarina, Centro Socioeconômico, Economia. pt_BR
dc.description.abstract Este trabalho investiga como talento, sorte e diferentes regimes fiscais interagem na formação da riqueza extrema e na compressão da desigualdade. Para isso, desenvolve-se um modelo baseado em agentes (Agent-Based Model) com calibração exploratória orientada por padrões estilizados de concentração patrimonial, no qual 10 000 agentes heterogêneos em talento acumulam riqueza ao longo de 480 períodos mensais (40 anos), sujeitos a choques estocásticos estratificados e a regimes de acumulação definidos por limiares de R$ 1 milhão, R$ 100 milhões e R$ 1 bilhão. Quatro cenários fiscais são comparados sob desenho de Monte Carlo pareado, com 1 000 simulações por cenário: base, imposto sobre fortuna (Wealth Tax, WT), imposto progressivo sobre consumo (IPC) e regime híbrido. Os resultados distinguem duas dimensões da desigualdade. Na desigualdade ampla, o IPC é o instrumento mais eficaz: reduz o índice de Gini de 0,914 no cenário-base para 0,840, ante 0,882 sob o WT. Na cauda extrema, a hierarquia se inverte: o WT reduz a probabilidade de emergência de ao menos um bilionário de 13,2% para 6,6%, contra 8,6% sob o IPC. O regime híbrido apresenta o melhor desempenho conjunto (Gini 0,831; probabilidade de bilionário 4,3%). Uma análise complementar mostra que o talento individual explica menos de 1% da variância da riqueza final. O estudo não sustenta que o IPC elimine bilionários de forma superior ao imposto sobre fortuna; antes, mostra que a escolha do instrumento depende do objetivo distributivo priorizado. pt_BR
dc.format.extent 90 pt_BR
dc.language.iso por pt_BR
dc.publisher Florianópolis, SC. pt_BR
dc.rights Open Access. en
dc.subject desigualdade de riqueza pt_BR
dc.subject modelo baseado em agentes pt_BR
dc.subject talento vs sorte pt_BR
dc.subject Economia da Complexidade pt_BR
dc.subject tributação progressiva pt_BR
dc.title Muitos milionários, nenhum bilionário: modelo baseado em agentes de talento vs. sorte na geração de riqueza pt_BR
dc.type TCCgrad pt_BR


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