Divisão internacional do trabalho, estrutura ocupacional e apropriação de excedente: uma análise do período 1991 e 2021

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Divisão internacional do trabalho, estrutura ocupacional e apropriação de excedente: uma análise do período 1991 e 2021

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dc.contributor Universidade Federal de Santa Catarina. pt_BR
dc.contributor.advisor Santos, Fábio Pádua dos
dc.contributor.author Turato, Beatriz Silva
dc.date.accessioned 2026-07-15T10:41:31Z
dc.date.available 2026-07-15T10:41:31Z
dc.date.issued 2026-06-26
dc.identifier.uri https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/274255
dc.description TCC (graduação) - Universidade Federal de Santa Catarina, Centro Socioeconômico, Economia. pt_BR
dc.description.abstract Esta monografia analisa as transformações na divisão internacional do trabalho entre os anos de 1991 e 2021, investigando de que maneira as assimetrias na estrutura ocupacional global refletem e reproduzem os mecanismos de apropriação desigual do excedente econômico no sistema-mundo moderno. Fundamentado na perspectiva dos sistemas-mundo e no modelo bivariado de Arrighi e Drangel (1986), o estudo adota uma abordagem quantitativa e comparativa para operacionalizar as categorias de Centro, Semiperiferia e Periferia. Para tanto, mobilizam-se dados longitudinais de emprego (ILOSTAT), indicadores macroeconômicos de renda (Banco Mundial e Maddison Project) e o Índice de Complexidade Econômica (ICE), aplicando-se o instrumental da economia regional por meio do Quociente Locacional (QL) e do Coeficiente de Especialização (CE). Os resultados empíricos revelam uma acentuada rigidez na hierarquia monetária e produtiva global ao longo de três décadas. Demonstra-se que a reorganização do mercado de trabalho global aprofundou a polarização funcional entre as Zonas Econômicas: enquanto o Centro consolidou sua especialização ativa em funções imateriais de alta hierarquia, comando estratégico, finanças e inovação científica, a Periferia permaneceu aprisionada na rigidez da extração primária e em setores de baixa produtividade. A Semiperiferia, embora tenha absorvido a execução física da produção, registrou perda relativa de complexidade técnica e manteve salários comprimidos, restando subordinada ao controle imaterial e financeiro exercido pelas matrizes centrais. Na escala subcontinental, os dados apontam para um quadro de regressão estrutural e desindustrialização precoce na América Latina e Caribe, contrastando com o adensamento produtivo e diversificação real observados na Ásia Oriental. Conclui-se que a globalização reconfigurou a distribuição geográfica das ocupações, mas preservou a essência polarizadora do desenvolvimento desigual, sofisticando as formas de captura da riqueza global. pt_BR
dc.format.extent 58 pt_BR
dc.language.iso por pt_BR
dc.publisher Florianópolis, SC. pt_BR
dc.rights Open Access. en
dc.subject Divisão internacional do trabalho pt_BR
dc.subject Perspectiva dos sistemas-mundo pt_BR
dc.subject Economia regional pt_BR
dc.subject Mercado de trabalho global pt_BR
dc.subject Desindustrialização pt_BR
dc.title Divisão internacional do trabalho, estrutura ocupacional e apropriação de excedente: uma análise do período 1991 e 2021 pt_BR
dc.type TCCgrad pt_BR


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