Desmascarando Vulnerabilidades: Uma Investigação Formal sobre o Impacto dos Fatores Humanos no Model Context Protocol
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| dc.contributor |
Universidade Federal de Santa Catarina. |
pt_BR |
| dc.contributor.advisor |
Rosa, Larissa Gremelmaier |
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| dc.contributor.author |
Heinzelmann, Ismael Coral Hoepers |
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| dc.date.accessioned |
2026-07-12T11:07:03Z |
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| dc.date.available |
2026-07-12T11:07:03Z |
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| dc.date.issued |
2026-07-03 |
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| dc.identifier.uri |
https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/274058 |
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| dc.description |
TCC (graduação) - Universidade Federal de Santa Catarina, Centro Tecnológico, Ciências da Computação. |
pt_BR |
| dc.description.abstract |
Garantir a segurança de assistentes de Inteligência Artificial que executam ações em nome do
operador torna-se um desafio complexo quando se considera apenas a robustez criptográfica do
protocolo subjacente, sem atender às decisões humanas que autorizam descoberta de servidores
e execução de ferramentas. A adoção do Model Context Protocol (MCP), padrão aberto para
conectar modelos de linguagem a sistemas externos, amplia essa superfície de ataque à medida
que a IA deixa de ser um oráculo passivo e passa a agir de forma integrada no fluxo de trabalho do
usuário. A análise tradicional de protocolos costuma modelar participantes apenas como honestos
ou maliciosos, o que dificulta capturar falhas que emergem da interação humano-computador,
em que modelos mentais imprecisos induzem autorizações inseguras mesmo na ausência de
quebra criptográfica. Para abordar esse problema, a literatura de Cerimônias de Segurança
propõe tratar o operador humano como participante da cerimônia, e as Máscaras Pirandellianas
permitem discretizar perfis comportamentais plausíveis dentro de uma verificação formal. O
objetivo deste trabalho é investigar a segurança do MCP sob essa perspectiva sociotécnica,
empregando o Tamarin Prover para integrar a máquina de estados do protocolo à dinâmica
variável de seus operadores. A metodologia modela descoberta de servidores e aprovação de
ações sob três perfis (Attentive, Busy e Careless), submete os cenários aos vetores de Namespace
Typosquatting e Indirect Prompt Injection e organiza a verificação em fase baseline, para
obtenção de contraexemplos, e fase mitigada, com registro de servidores e fricção contextual na
interface. Os resultados mostram que perfis desatentos violam propriedades de integridade na
descoberta e na execução, enquanto intervenções estruturais restauram as garantias desejadas sem
presumir comportamento perfeito do operador. O trabalho oferece base analítica reprodutível
para antecipar vulnerabilidades em sistemas de IA agênticos e orientar o desenho de interações
que harmonizem segurança e usabilidade. |
pt_BR |
| dc.description.abstract |
Ensuring the security of Artificial Intelligence assistants that execute actions on behalf of
the operator becomes a complex challenge when only the cryptographic robustness of the
underlying protocol is considered, without accounting for the human decisions that authorize
server discovery and tool execution. The adoption of the Model Context Protocol (MCP), an
open standard for connecting language models to external systems, expands this attack surface
as AI ceases to be a passive oracle and becomes integrated into the user’s workflow. Traditional
protocol analysis typically models participants as merely honest or malicious, which makes
it difficult to capture failures that emerge from human-computer interaction, where imprecise
mental models induce insecure authorizations even in the absence of cryptographic compromise.
To address this problem, the Security Ceremonies literature proposes treating the human operator
as a ceremony participant, and Pirandellian Masks enable discretizing plausible behavioral
profiles within formal verification. The objective of this work is to investigate MCP security
from this sociotechnical perspective, employing the Tamarin Prover to integrate the protocol’s
state machine with the variable dynamics of its operators. The methodology models server
discovery and action approval under three profiles (Attentive, Busy, and Careless), subjects
the scenarios to Namespace Typosquatting and Indirect Prompt Injection attack vectors, and
organizes verification into a baseline phase for obtaining counterexamples and a mitigated phase
with server registration and contextual friction in the interface. The results show that inattentive
profiles violate integrity properties during discovery and execution, while structural interventions
restore the desired guarantees without assuming perfect operator behavior. This work provides a
reproducible analytical basis for anticipating vulnerabilities in agentic AI systems and guiding
the design of interactions that harmonize security and usability. |
pt_BR |
| dc.format.extent |
85 f |
pt_BR |
| dc.language.iso |
por |
pt_BR |
| dc.publisher |
Florianópolis, SC. |
pt_BR |
| dc.rights |
Open Access. |
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| dc.subject |
Segurança Utilizável. |
pt_BR |
| dc.subject |
Verificação Formal. |
pt_BR |
| dc.subject |
Cerimônias de Segurança. |
pt_BR |
| dc.subject |
Model Context Protocol. |
pt_BR |
| dc.subject |
Tamarin Prover. |
pt_BR |
| dc.title |
Desmascarando Vulnerabilidades: Uma Investigação Formal sobre o Impacto dos Fatores Humanos no Model Context Protocol |
pt_BR |
| dc.type |
TCCgrad |
pt_BR |
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