| dc.contributor |
Universidade Federal de Santa Catarina. |
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| dc.contributor.advisor |
Floeter, Sergio Ricardo |
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| dc.contributor.author |
Ferreira, Érica Scherner |
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| dc.date.accessioned |
2026-07-10T19:09:18Z |
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| dc.date.available |
2026-07-10T19:09:18Z |
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| dc.date.issued |
2026-06-29 |
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| dc.identifier.uri |
https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/274014 |
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| dc.description |
TCC (graduação) - Universidade Federal de Santa Catarina, Centro de Ciências Biológicas, Ciências Biológicas. |
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| dc.description.abstract |
A estruturação das comunidades bentônicas recifais resulta da atuação simultânea de
processos que operam em diferentes escalas ecológicas. Nos recifes da Província
Biogeográfica Brasileira, a Matriz de Algas Epilíticas (MAE) é o componente bentônico
majoritário recobrindo os substratos ao longo de toda costa, mas ainda são escassos os estudos
para compreender como se estrutura esse complexo microhabitat. Especialmente em recifes
subtropicais, cuja intensa dinâmica oceanográfica pode ser desafiadora, principalmente para a
criptofauna associada. Este estudo teve como objetivo avaliar a influência das escalas
oceanográfica (sazonalidade), local (sítios) e de microhabitat (relação biótica entre
abundância da criptofauna e as algas e matéria particulada grossa da MAE - e.g. detrito,
sedimento) sobre a estrutura da MAE e de sua fauna associada, nos recifes subtropicais de
Arraial do Cabo, RJ. Para isso, amostras de MAE foram raspadas do substrato em três sítios
durante o verão (com maior temperatura média da água, mas maior frequência e intensidade
de ressurgência) e o inverno (menor temperatura média da água, e menor incidência de
ressurgências). Quantificamos o volume dos componentes da matriz e a abundância da
criptofauna associada, que foram avaliados por meio de análises multivariadas e Modelos
Lineares Generalizados (GLM). Os resultados indicaram que a arquitetura volumétrica da
MAE permaneceu relativamente constante entre estações e locais de amostragem. Em
contraste, a composição e a abundância da criptofauna apresentaram variações sazonais e
espaciais significativas, com aumento da abundância de copépodes Harpacticoida e anfípodes
Gammarida durante o verão. Além disso, recifes com composição algal semelhante
apresentaram assembleias faunísticas distintas. Em escala de microhabitat, a matéria
particulada grossa destacou-se como o principal componente associado à abundância da
fauna, enquanto o volume das algas apresentou menor poder explicativo. Os resultados
demonstram que a organização da comunidade associada à MAE depende da interação entre a
estabilidade composicional do habitat e a disponibilidade de recursos em diferentes escalas do
ecossistema recifal. |
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| dc.description.abstract |
Benthic reef communities are structured from processes operating simultaneously at different
ecological scales. Along the Brazilian Biogeographic Province, the Epilithic Algal Matrix
(EAM) is the dominant benthic component covering the reef substrates, yet studies to
understand how this complex microhabitat is structured remain scarce. Especially in
subtropical reefs, where intense oceanographic dynamics can be challenging, particularly for
the associated cryptofauna. This study aimed to evaluate the influence of oceanographic
(seasonality), local (sites), and microhabitat scales (biotic relationship between cryptofauna
abundance and the algae and coarse particles of the EAM - e.g., detritus, sediment) on the
structure of the EAM and its associated cryptofauna in the subtropical reefs of Arraial do
Cabo, RJ. EAM samples were scraped from the substrate at three sites during summer (higher
mean water temperature, but greater frequency and intensity of upwelling) and winter (lower
mean water temperature and lower incidence of upwelling). We quantified the EAM
volumetric components and abundance of the associated cryptofauna, which were assessed
through multivariate analyses and Generalized Linear Models (GLM). The results indicated
that the volumetric architecture of the EAM remained relatively constant across seasons and
sites. In contrast, the composition and abundance of the cryptofauna showed significant
seasonal and local variation, with increased abundance of Harpacticoida copepods and
Gammarida amphipods during summer. Furthermore, reefs with similar algal composition
presented distinct faunal assemblages. At the microhabitat scale, coarse particles was the main
component associated with faunal abundance, while algal volume showed lower explanatory
power. The results demonstrate that the organization of the EAM-associated community
depends on the interaction between habitat structural stability and resource availability at
different scales of the reef ecosystem. |
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| dc.format.extent |
44 |
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| dc.language.iso |
por |
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| dc.publisher |
Florianópolis, SC. |
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| dc.rights |
Open Access. |
en |
| dc.subject |
Recifes rochosos |
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| dc.subject |
Turf |
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| dc.subject |
Criptofauna |
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| dc.subject |
Biodiversidade |
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| dc.subject |
Ecologia |
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| dc.subject |
Rocky reefs |
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| dc.subject |
Cryptofauna |
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| dc.subject |
Biodiversity |
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| dc.subject |
Benthos |
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| dc.title |
Múltiplas escalas ecológicas na estruturação das comunidades associadas à Matriz de Algas Epilíticas em um recife subtropical |
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| dc.type |
TCCgrad |
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| dc.contributor.advisor-co |
Toledo, Jaqueline Gonçalves de |
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