Análise do desenvolvimento pós-embrionário de Lucilia cuprina (Wiedemann, 1830) (Diptera: Calliphoridae) em temperatura ambiente no Município de Florianópolis, SC, Brasil
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| dc.contributor |
Universidade Federal de Santa Catarina. |
pt_BR |
| dc.contributor.advisor |
Carvalho Pinto, Carlos José de |
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| dc.contributor.author |
Jose da Silva, Dyonatha |
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| dc.date.accessioned |
2026-07-10T19:06:15Z |
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| dc.date.available |
2026-07-10T19:06:15Z |
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| dc.date.issued |
2026-06-29 |
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| dc.identifier.uri |
https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/274012 |
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| dc.description |
TCC (graduação) - Universidade Federal de Santa Catarina, Centro de Ciências Biológicas, Ciências Biológicas. |
pt_BR |
| dc.description.abstract |
Lucilia cuprina é uma mosca originária da Austrália com distribuição cosmopolita. Esta espécie de mosca é considerada de grande importância forense, porque há registros da sua presença e de suas larvas em carcaças humanas em decomposição. Sendo assim, essa espécie de Diptera tem um grande potencial para auxiliar na estimativa do intervalo pós-morte (IPM). Com isso, o objetivo deste presente trabalho foi verificar o tempo de desenvolvimento pós-embrionário de L. cuprina em temperatura ambiente (25 ± 2 °C). Além do registro temporal, foi também verificada outras questões inerentes ao desenvolvimento pós-embrionário da espécie, como por exemplo o tamanho das larvas e a análise do esqueleto cefalofaríngeo. O estudo foi conduzido a partir da coleta de moscas selvagens, cujos indivíduos foram criados em laboratório sob condições controladas. O monitoramento da postura, eclosão dos ovos e desenvolvimento larval foi realizado em intervalos regulares, permitindo o registro temporal das diferentes fases do ciclo de vida. Os resultados indicaram que o período entre a postura e a eclosão das larvas foi de aproximadamente 14 horas, enquanto o desenvolvimento larval ocorreu em cerca de 146 horas. O estágio pupal apresentou duração aproximada de 184 horas, totalizando cerca de 344 horas para o desenvolvimento pós-embrionário completo, correspondente a 14 dias e 8 horas. Ao longo do estudo foram discutidos os impactos que a temperatura pode promover no desenvolvimento pós-embrionário da espécie alvo, podendo acelerar ou retardar seu desenvolvimento. Além da temperatura, outros fatores contribuem para essas alterações no desenvolvimento da espécie, como o substrato de alimentação larval, e fatores regionais. Não foram encontradas relações diretas entre a temperatura e o comprimento larval. Entretanto, a dieta das larvas mostrou-se uma variável capaz de influenciar o comprimento larval de L. cuprina. Concluiu-se que a temperatura é um fator que interfere na velocidade do desenvolvimento pós-embrionário de L. cuprina, que o tipo da dieta dos imaturos é uma possível variável que explica as diferenças no comprimento larval e por fim, esses dados reforçam a importância de L. cuprina como espécie de interesse forense e contribuem para o aprimoramento das estimativas do IPM em condições ambientais semelhantes às do presente estudo. |
pt_BR |
| dc.format.extent |
45 |
pt_BR |
| dc.language.iso |
por |
pt_BR |
| dc.publisher |
Florianópolis, SC. |
pt_BR |
| dc.rights |
Open Access. |
en |
| dc.subject |
intervalo pós-morte; Lucilia cuprina; desenvolvimento pós-embrionário. |
pt_BR |
| dc.title |
Análise do desenvolvimento pós-embrionário de Lucilia cuprina (Wiedemann, 1830) (Diptera: Calliphoridae) em temperatura ambiente no Município de Florianópolis, SC, Brasil |
pt_BR |
| dc.type |
TCCgrad |
pt_BR |
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