Imunização de pacientes com lúpus eritematoso sistêmico e artrite reumatóide: eficácia, desafios e perspectivas – uma revisão narrativa da literatura

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Imunização de pacientes com lúpus eritematoso sistêmico e artrite reumatóide: eficácia, desafios e perspectivas – uma revisão narrativa da literatura

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dc.contributor Universidade Federal de Santa Catarina. pt_BR
dc.contributor.advisor Demarchi, Izabel Galhardo
dc.contributor.author Serafim, Laís Vitali
dc.date.accessioned 2026-07-08T20:32:12Z
dc.date.available 2026-07-08T20:32:12Z
dc.date.issued 2026-07-02
dc.identifier.uri https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/273884
dc.description TCC (graduação) - Universidade Federal de Santa Catarina, Centro de Ciências da Saúde, Farmácia. pt_BR
dc.description.abstract A imunização em pessoas com doenças reumáticas autoimunes inflamatórias representa um desafio na prática clínica, uma vez que o estado de imunossupressão e o uso de terapias biológicas ou sintéticas podem impactar a segurança e a eficácia das vacinas. Este estudo teve como objetivo reunir e apresentar dados sobre a eficácia e a segurança dos imunizantes, bem como contextualizar os principais desafios e perspectivas relacionados à imunização de pessoas com lúpus eritematoso sistêmico e artrite reumatoide. Para isso, foi realizada uma revisão narrativa da literatura, abrangendo publicações dos últimos dez anos. Foram recuperadas e reportadas as evidências referentes às vacinas contra influenza, COVID-19, HPV, pneumococo, herpes-zóster/varicela, hepatite B, tétano e sarampo, sendo a influenza o imunizante mais frequentemente investigado nos estudos selecionados. Os resultados demonstram que a vacinação nessa população é, de modo geral, segura e imunogênica, apresentando benefícios na prevenção de infecções que superam os riscos potenciais de exacerbação das doenças de base. Observou-se que, embora a magnitude da resposta humoral possa ser inferior à observada em indivíduos sem doenças autoimunes — especialmente em pacientes sob altas doses de corticosteroides ou terapias depletoras de células B — a proteção clínica contra complicações graves permanece satisfatória. Entre os desafios identificados, destaca-se que a principal barreira à adesão vacinal não é o receio dos pacientes, mas a ausência de recomendação médica ativa. Conclui-se que a imunização deve constituir uma prioridade no cuidado integral de pessoas com doenças autoimunes, demandando estratégias individualizadas e o fortalecimento das ações de educação em saúde para reduzir a morbimortalidade associada às infecções oportunistas. pt_BR
dc.description.abstract Immunization in people with inflammatory autoimmune rheumatic diseases represents a challenge in clinical practice, as immunosuppression and the use of biological or targeted synthetic therapies may affect vaccine safety and effectiveness. This study aimed to compile and present evidence on the efficacy and safety of vaccines, as well as to discuss the main challenges and future perspectives related to immunization in people with systemic lupus erythematosus and rheumatoid arthritis. To achieve this, a narrative literature review was conducted, including publications from the last ten years. Evidence regarding influenza, COVID-19, human papillomavirus (HPV), pneumococcal, herpes zoster/varicella, hepatitis B, tetanus, and measles vaccines was analyzed, with influenza being the most frequently investigated vaccine among the selected studies. The findings indicate that vaccination in this population is generally safe and immunogenic, providing benefits in the prevention of infections that outweigh the potential risks of disease flare. Although the magnitude of the humoral immune response may be lower than that observed in individuals without autoimmune diseases—particularly among patients receiving high-dose corticosteroids or B-cell-depleting therapies—clinical protection against severe infectious complications remains satisfactory. Among the challenges identified, the main barrier to vaccine uptake was not patient reluctance but the lack of proactive recommendation by healthcare professionals. It is concluded that immunization should be considered a priority in the comprehensive care of people with autoimmune diseases, requiring individualized vaccination strategies and strengthened health education initiatives to reduce the morbidity and mortality associated with opportunistic infections. pt_BR
dc.format.extent 63 pt_BR
dc.language.iso por pt_BR
dc.publisher Florianópolis, SC. pt_BR
dc.rights Open Access. en
dc.subject Lúpus eritematoso sistêmico pt_BR
dc.subject Artrite reumatoide pt_BR
dc.subject Imunização pt_BR
dc.subject Imunossupressão pt_BR
dc.subject Vacinação pt_BR
dc.title Imunização de pacientes com lúpus eritematoso sistêmico e artrite reumatóide: eficácia, desafios e perspectivas – uma revisão narrativa da literatura pt_BR
dc.type TCCgrad pt_BR


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