Qualidade do sono insatisfatória e indicadores de saúde mental em estudantes de medicina de uma universidade federal brasileira
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| dc.contributor |
Universidade Federal de Santa Catarina. |
pt_BR |
| dc.contributor.advisor |
Rafacho, Alex |
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| dc.contributor.author |
Andrighetti, Leonardo |
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| dc.date.accessioned |
2026-06-10T14:22:18Z |
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| dc.date.available |
2026-06-10T14:22:18Z |
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| dc.date.issued |
2026-04-22 |
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| dc.identifier.uri |
https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/273544 |
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| dc.description |
TCC (graduação) - Universidade Federal de Santa Catarina, Centro de Ciências da Saúde, Medicina. |
pt_BR |
| dc.description.abstract |
Introdução: Estudantes de medicina são vulneráveis ao estresse, à ansiedade, à depressão e à má qualidade
do sono, frequentemente influenciados pelos hábitos de vida. Compreender esses fatores é fundamental
para promover o bem-estar acadêmico.
Objetivos: Avaliar indicadores de saúde mental, qualidade do sono e prática de exercício físico em
estudantes de medicina de uma universidade pública.
Métodos: Estudo transversal com estudantes da Universidade Federal de Santa Catarina, no período de
abril a setembro de 2024, utilizando questionários validados para avaliação da qualidade do sono,
cronotipo, depressão, ansiedade, estresse, atividade física e fatores sociodemográficos.
Resultados: Alta prevalência de má qualidade do sono (73% relataram má qualidade e 16% distúrbio do
sono), especialmente em estudantes com mais de 25 anos (p = 0,04). A ansiedade foi mais frequente entre
mulheres (68% com ansiedade moderada a grave versus 18% entre homens; p = 0,002). A maioria dos
participantes relatou prática de atividade física, sendo classificados como ativos (38%) ou muito ativos
(53%). A maior prevalência de inatividade física esteve associada ao trabalho, com 25% dos estudantes que
trabalhavam classificados como inativos, em comparação a 3% entre aqueles que não trabalhavam (p =
0,048). Não foram observadas correlações significativas entre os escores globais. Entretanto, nas análises
estratificadas por sexo, foi identificada correlação entre qualidade do sono e depressão entre os homens (r =
0,471; p = 0,023).
Conclusões: Estudantes de medicina apresentam alta prevalência de má qualidade do sono e sintomas de
ansiedade, especialmente entre mulheres. |
pt_BR |
| dc.format.extent |
30 |
pt_BR |
| dc.language.iso |
por |
pt_BR |
| dc.publisher |
Florianópolis, SC. |
pt_BR |
| dc.rights |
Open Access. |
en |
| dc.subject |
Ansiedade, depressão, estresse, estudantes, qualidade do sono |
pt_BR |
| dc.title |
Qualidade do sono insatisfatória e indicadores de saúde mental em estudantes de medicina de uma universidade federal brasileira |
pt_BR |
| dc.type |
TCCgrad |
pt_BR |
| dc.contributor.advisor-co |
Nunes, Everson |
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