| dc.description.abstract |
O policiamento ostensivo, com agentes uniformizados, fardados, é função precípua das Polícias Militares em todo o território nacional, desde a criação daquilo que podemos chamar de “embrião” das forças policiais do Brasil. Com o passar dos anos, o policiamento que era feito a pé ou a cavalo, passou a ser realizado com carros, depois motos, havendo uma diversidade na prestação de serviço para a comunidade. Rádios comunicadores, computadores, e-mails, celulares, armas eletro-incapacitantes, espargidores, dentre outros, são produtos desenvolvidos com tecnologia e são utilizados como ferramenta que auxiliam no policiamento ostensivo. Helicópteros, veículos blindados, são outras ferramentas modernas que também ajudam no atual cenário enfrentado pelos policiais brasileiros, numa guerra irregular contra narcoterroristas. Não obstante, todo o contexto vivido pelos policiais do Rio de Janeiro, ainda surgiu no ano de 2019, uma interferência do Poder Judiciário, que após pedidos de um partido político, acatou e concedeu liminares de obrigou o Estado do Rio de Janeiro a deixar de atuar em algumas áreas, sob a alegação de violência policial. Ainda obrigou, ente outras medidas, o Estado do Rio de Janeiro a utilizar, em todo o policiamento ostensivo, câmeras corporais que pudessem registrar todo o movimento dos seus agentes. Neste quesito, o presente estudo pretende mostrar que uma tecnologia nova, conhecida como veículo remotamente pilotado (RPA) ou simplesmente, drones, podem, além de registrar toda as ações policiais em ambientes propícios a confrontos armados, ainda pode auxiliar os agentes da lei, a colherem provas técnicas contra pessoas que estejam cometendo crimes de diversos tipos, e se necessário, quando da atuação estatal, diminuir os efeitos colaterais, protegendo, tanto os policiais quanto a população. |
pt_BR |