O grotesco das cidades, ou, formas de projetar sem a moral da história
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| dc.contributor |
Universidade Federal de Santa Catarina. |
pt_BR |
| dc.contributor.advisor |
Daufenbach, Karine |
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| dc.contributor.author |
March, Igor Augusto de |
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| dc.date.accessioned |
2026-02-24T11:45:59Z |
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| dc.date.available |
2026-02-24T11:45:59Z |
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| dc.date.issued |
2025-11-27 |
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| dc.identifier.uri |
https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/272419 |
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| dc.description |
TCC (graduação) - Universidade Federal de Santa Catarina, Centro Tecnológico, Arquitetura. |
pt_BR |
| dc.description.abstract |
"O grotesco das cidades, ou, formas de projetar sem a moral da história" propõe pensar a legitimidade dos instrumentos adotados pelos arquitetos e urbanistas e das relações que estes constroem entre cidade, legalidade e estética. Estas relações trabalham os sistemas estéticos, políticos e estruturais presentes na cidade formal e informal, problematizando o agenciamento do arquiteto entre a crítica urbana e a reprodução do espaço. Esta interlocução é reunida de modo difuso, articulando duas mídias textuais troncais e intermediada por "intervalos", intervenções projetuais que exploram meios de estruturar e representar as relações de dominação investigadas sobre a materialidade do mundo: "O grotesco das cidades" questiona as categorias da formalidade e do belo como estruturas político-estéticas que legitimam ou rejeitam existências no espaço construído. Reconhecendo a cidade como fluxo contínuo em diálogo com Deleuze e Guattari, aproxima-se do grotesco como categoria estética possível para análise da cidade e da arquitetura, reconhecendo-a como corpo em permanente construção. "Formas de projetar sem a moral da história" examina o projeto como dispositivo de ordenamento discursivo que estabelece hierarquias na reprodução do espaço, compreendendo-o, a partir de Rancière, como articulação da ordem de polícia que distribui a partilha do sensível no contexto do campo de estudo da arquitetura e urbanismo. O texto especula as possibilidades de ação projetual como cenografia política e como construção de intervalos insurgentes. Juntos, textos-projetos e projetos-textos subsidiam provocações para a reestruturação das relações dadas de construção do sensível no arquiteto, na arquitetura e nos seus meios de produção. |
pt_BR |
| dc.format.extent |
136 f. |
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| dc.language.iso |
por |
pt_BR |
| dc.publisher |
Florianópolis, SC. |
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| dc.rights |
Open Access. |
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| dc.subject |
Projeto arquitetônico |
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| dc.subject |
Grotesco |
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| dc.subject |
Dissenso |
pt_BR |
| dc.subject |
Formalidade urbana |
pt_BR |
| dc.subject |
Estética |
pt_BR |
| dc.title |
O grotesco das cidades, ou, formas de projetar sem a moral da história |
pt_BR |
| dc.type |
TCCgrad |
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